sexta-feira, 23 de março de 2007

O Código Da Vinci



Uma mensagem inesperada vai alterar o percurso das vidas do catedrático/simbologista Robert Langdon e da irreverente criptologista Sophie Neveu: Jaques Saunière é encontrado morto.

E nada teria de especial este facto, não fosse Langdon o principal suspeito do seu assassinato, não fosse a vítima o avô de Sophie, conservador do Museu do Louvre, e membro da mítica sociedade secreta, o Priorado de Sião, da qual fizeram parte Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e o próprio Leonardo Da Vinci.



Apercebendo-se de que não sobreviveria ao alvejamento, Sauniére deixa um código para que Sophie encontre Langdon, e que, com este, decifre todos os outros códigos encadeados, que vão surgindo ao longo da história, para que possam desvendar o mistério do seu assassínio, e do Priorado de Sião.




À medida que a história avança, e que os protagonistas se aproximam da verdade, o leitor sente aquela vontade imensa de “mastigar” o conteúdo da obra, e de se demorar nele, para que não mais acabe. Isto porque, todos os códigos, estando ligados ao Priorado de Sião, estão associados ao conceito de Sagrado Feminino, e ao mistério do Santo Graal que o autor nos leva a crer ter sido perdido com a fundação da Igreja Católica.



É neste Universo, em que acção está sempre presente, que Dan Brown nos seduz com os “factos” históricos, controversos em si mesmos, dividindo-nos entre a fé e a racionalidade, pondo em causa tudo aquilo em que, até hoje, acreditamos.



Apesar de deliciosas, as referências históricas dadas pelo autor nem sempre são verdadeiras, e existem documentários que desmistificam toda a história d’O Código Da Vinci.



Dan Brown é natural de Exeter (E.U.A), 1964. Trabalhou na Phillips Exeter Academy como professor de matemática, onde se licenciou. Posteriormente, em 1982, entrou para o Amherst College, onde iniciou o seu estudo aprofundado sobre as obras de Leonardo Da Vinci. Escreveu cinco romances, entre os quais Os Anjos e Demónios - a primeira aventura do catedrático Robert Langdon.




De todas as formas, para quem não gosta de ler, este é o livro ideal – fala voz da experiência!








Bruno, nº2, 10ºG

2 comentários:

Anónimo disse...

Olá
Li o livro, vi o filme.... gostei do livro sem duvida.
Boas leituras

as

O Crítico disse...

Se me é permitida a correcção, este livro não é apenas o ideal para quem não gosta de ler. É-o também para todos aqueles que se interessam por uma conspiração bem formulada.

Gostei bastante do livro.
Parabéns pelo texto coerente.