O livro “Queimada Viva” é um testemunho real que nos conta, na primeira pessoa, como Souad (nome fictício, pois ainda corre perigo de vida) viveu a sua infância e agora vive com as marcas do seu passado.
Relativamente, toda a gente acha que vive mal por alguma razão, os miúdos queixam-se que os pais e, até mesmo professores, lhes dão umas “sapatadas”, que são apenas para os repreender. Quanto ao caso dos professores baterem cada vez mais, esse assunto tornou-se capa de jornais, porque quase todos os dias professores são suspensos por serem acusados de bateram num aluno e a grande maioria das vezes sem razão. Então, imagine que vive numa casa com mais 5 irmãos, um deles é rapaz, na Cisjordânia. Acha que teria uma vida do género da que tem todos os dias?
Se acha que sim, vou desiludi-lo, pois nós queixamo-nos do pouco que temos, mas existem pessoas com muito menos que nós.
Este testemunho leva-nos a uma realidade diferente da nossa, onde não levar com o cinto ou com a bengala era algo estranho, pois toda a gente (do sexo feminino) já estava de tal modo habituada que, se tal não acontecesse, algo se passava.
Esta obra está muito bem conseguida, pois a autora conseguiu contar pormenorizadamente tudo aquilo que passou, por muito que custe voltar ao passado, mas em contrapartida esta obra contem alguns erros ortográficos.
Relativamente, toda a gente acha que vive mal por alguma razão, os miúdos queixam-se que os pais e, até mesmo professores, lhes dão umas “sapatadas”, que são apenas para os repreender. Quanto ao caso dos professores baterem cada vez mais, esse assunto tornou-se capa de jornais, porque quase todos os dias professores são suspensos por serem acusados de bateram num aluno e a grande maioria das vezes sem razão. Então, imagine que vive numa casa com mais 5 irmãos, um deles é rapaz, na Cisjordânia. Acha que teria uma vida do género da que tem todos os dias?
Se acha que sim, vou desiludi-lo, pois nós queixamo-nos do pouco que temos, mas existem pessoas com muito menos que nós.
Este testemunho leva-nos a uma realidade diferente da nossa, onde não levar com o cinto ou com a bengala era algo estranho, pois toda a gente (do sexo feminino) já estava de tal modo habituada que, se tal não acontecesse, algo se passava.
Esta obra está muito bem conseguida, pois a autora conseguiu contar pormenorizadamente tudo aquilo que passou, por muito que custe voltar ao passado, mas em contrapartida esta obra contem alguns erros ortográficos.
Sem dúvida, um bom livro!








