quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Manifesto Anti-Pseudo-Feministas

BASTA PUM BASTA!

UMA GERAÇÃO, QUE CONSENTE DEIXAR-SE REPRESENTAR POR PSEUDO FEMINISTAS É UMA GERAÇÃO QUE NUNCA O FOI! É UM COIO D’INDIGENTES, D’INDIGNOS E DE CEGOS! É UMA RESMA DE IGNORANTES E EGOCÊNTRICOS, E SÓ PODE PARIR SE TIVER CABELEIRAS COLORIDAS NAS AXILAS!

ABAIXO A GERAÇÃO!

MORRAM AS PSEUDO FEMINISTAS, MORRAM! PIM!

UMA GERAÇÃO COM PSEUDO FEMINISTAS É UM BANDO DE FRUSTRADAS REPLETAS DE ÓDIO CONTRA OS HOMENS!
UMA GERAÇÃO COM PSEUDO FEMINISTAS É UM ASSOCIAÇÃO DE HIPOCRITAS AOS BERROS!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO HISTÉRICAS!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO NARCISISTAS E AMAM-SE A ELAS PRÓPRIAS DE UMA FORMA EXORBITANTE!

AS PSEUDO FEMINISTAS SABERÃO INSULTAR OS HOMENS, SABERÃO PARTICIPAR EM MARCHAS E FAZER CENAS CHOCANTES, SABERÃO TODAS AS FORMAS DE ODIAR O SEXO SEU RIVAL, SABERÃO TUDO MENOS DEFENDER A IGUALDADE DE GÉNERO QUE É A ÚNICA COISA QUE ELAS FAZEM!

AS PSEUDO FEMINISTAS PERCEBEM TANTO DE FEMINISMO QUE ATÉ SE ESQUECEM DE DEFENDER A IGUALDADE DE GÉNERO!

AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO MENINAS MIMADAS!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO FEMINAZIS!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO DOENTES!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO MALUCAS!
AS PSEUDO FEMINISTAS SÃO VITIMAS DE TODO O MUNDO!
AS PSEUDO FEMINISTAS APENAS QUEREM PODER FAZER XIXI EM PÉ!

MORRAM AS PSEUDO FEMINISTAS, MORRAM! PIM!



                                                                                               Luísa Figueiredo, 12º B,

Manifesto Anti-Nada ou Ode ao Ser



Vidinha reservada, tranquila, calada
E que felicidade, ora não é verdade?
Não me falem em políticos, políticas, politiquices
Eu cá me arranjo no meu cantinho
Os políticos, esses, todos uns corruptos
A fruta ‘tá mais cara
A Dona Olinda deixou de receber a pensão
Não consigo pagar a renda deste mês
Não fazem nada, esses do poleiro
Se o Salazar estivesse aqui… Oh! Não era nada disto!

Basta!

Não entendem, não querem entender
Felizes na sua própria ignorância
São todos uns escravos, mártires, burros
Será que não pensam?
Somos o 1984 do Orwell
Somos o Mundo Novo do Huxley
Acordem!
Saiam da caverna, pois bem? (Platão! Leiam!)
Que a verdade anda aí
E que palavra minha não mente
E que eu sou mais que vós, não se iludam
Ignorantes
Insignificantes
Ignóbeis
QUADRADOS.
Pois bem, desenterrem-se da lama
Que o que vos digo é absoluto, sou artista
Vejo um bom Bergman
Vou a concertos
Aprecio as artes
Não duvidem da minha dor, da minha mágoa do saber
Chorem, comprem por mim
Que eu cá almoço Nietzsche, lancho Marx, janto Camus

Basta!

Ah! Mas estes que tais…
Que superioridade, que intelectuais
Eu cá não admito estes individualismos, pretensiosismos
Cessem as filosofias do amor
Os cinemas poéticos
As chávenas de café
As noites amargas com mulheres desesperadas
O cintilar dos copos cheios de elitismos
Cessem com os eufemismos!
Monólogos baratos, falas leves, discursos profundos
Que de profundos só têm as entranhas
Que o resto, meus caros, o resto é forma
É estética.
Enganam-nos com distopias, com falsos sofrimentos
E o entretenimento? Onde anda?
E a alegria? Onde ficou?
E o sangue humano, do impulso enraivecido
Tenho saudades de entreter
Entretenham-se!
Que a minha ignorância equivale ao seu intelecto
E que o ser contra o politicamente correto é o que está a dar
E que eu estou farto da compaixão
E que estou farto do feminismo
E que farto do altruísmo
E farto
E que eu estou farto!

Basta!

Basta desta mania
Desta humilhação coletiva
Querem saber qual é o veredicto final?
Sou anti-isto, anti-caixas
Não vos quero comparar, nem ofender, nem prender
A minha condenação não existe
Sou anti-ismos, anti-moldes, anti-grades
Em prol das liberdades
É existência.
É essência.
Apesar de tudo,
Sou anti-nada.
Para lá do nada,
Pré-nada
Pós-nada
Aspiro a ser
Ode ao ser!

Basta!

Que seja.


                                          Inês Guimarães, 12ºD


Manifesto Anti-Marasmo




Não à inércia!
Não ao marasmo!
Não à pasmaceira farinhenta da sociedade!

Basta que o marasmo controle a sociedade!
Uma sociedade que se comporta como um motor sem combustível, uma sociedade que sabe que está mal, mas não quer mudar porque é desconfortável esforço, é uma sociedade que nunca o foi!

A sociedade saberá falar, saberá escrever, saberá compreender ideias abstratas, saberá tudo, tudo menos aprender com os seus erros, o que na realidade é a base para conseguir mudar os conceitos frívolos que servem de pilares!

Basta de teoria inútil e imutável!
Que doravante a teoria se ponha em prática e que venha informar a teoria!
Chega deste podre nada!

Chega desta epidemia!
Chega desta falta de coragem e capacidade para acabar com os problemas!
Chega de apatia!
Chega da estagnação e prostração que nos rodeia!

Chega, está na hora de mudar!



Margarida Vieira, 12ºB

MANIFESTO ANTI-MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Basta pum basta!

Uma geração que consente deixar-se representar pelo ministério da educação é uma geração que nunca o foi! É um coio d'ingentes, d'indignos e de cegos! São uma resma de provas e exames, que só submetem os alunos a pressão e a dormir abaixo de zero!

Abaixo a geração de classificações!

Morra ministério da educação, morra! Pim!

Uma geração com o ministério da educação a cavalo é um burro que se alimenta de exames mal sucedidos!

Uma geração com o ministério da educação à proa é uma canoa de nota zero!

O ministério da educação é um destruidor de sonhos!

O ministério da educação é meio destruidor de sonhos!

O ministério da educação saberá politica, saberá escrever, saberá falar, saberá tudo menos lidar com estudantes que é a única coisa que eles fazem!

O ministério da educação pesca tanto de poesia que até faz sonetos com metas curriculares!

O ministério da educação é matreiro!

O ministério da educação veste-se abaixo de zero!

O ministério da educação é mais antiquado que umas ceroulas de malha!

O ministério da educação especula e inocula os estudantes!

O ministério da educação é o ministério!

O ministério da educação é o falhanço!



Vanessa Lopes, 12º B

Manifesto anti-superficiais

Basta pum basta!!
Uma geração que consente deixar-se representar por superficiais é uma geração que nunca o foi! É um coio d’indigentes, d’indignos e de cegos! É uma resma de cínicos e vendidos, e só pode parir acima do metro e oitenta!
Abaixo a geração!
Morram superficiais, morram! Pim!

Uma geração com superficiais a cavalo é um cão da Paris Hilton!
Uma geração com superficiais ao leme é uma canoa com proa de cruzeiro!
Os superficiais são as crianças dos concursos de beleza na América!
Os superficiais são as mães das crianças dos concursos de beleza na América!
Os superficiais saberão falar, saberão criticar, saberão pintar as unhas a um cão com purpurinas, saberão tudo menos apreciar algo que é a única coisa que fazem!
Os superficiais pescam tanto de apreciar que se esquecem de avaliar o estado dos seus espelhos!

Os superficiais são hipócritas!
Os superficiais são as tentativas falhadas da Vogue!
Os superficiais querem ser tão avançados que usam ceroulas de malha!
Os superficiais especulam e inoculam os outros!
Os superficiais são superficiais!
Os superficiais são a PIDE fatela!

Morram superficiais, morram! Pim!



Marta Falcão, 12ºB

Manifesto Anti-Principezinho


As várias gerações que o aceitam como o melhor livro de sempre e que se deixam representar por um principezinho indulgente são um bando de cordeiros analfabetos!
E se um gosta porque não hão de gostar os outros
Talvez quem não goste deste livro seja um insensível, mas não me importo de ser um…
Antes insensível que maria-vai-com-as-outras
Morra o principezinho, morra.

Anda apaixonado por uma rosa, enfim, acho que numa galáxia inteira deve haver uma moça melhor para se apaixonar.
Por isso mesmo ele parte em viagem, provavelmente à procura de uma rapariga melhor, deve-se ter apercebido de que namorar com uma flor era estúpido, estupenda conclusão.
Vai de planeta em planeta e conhece vários personagens muito interessantes: um bêbado, um homem que acende um candeeiro, um empresário, um rei que governa um planeta que não tem habitantes (profissão de dificuldade extrema), um vaidoso, um geógrafo que não sabe os rios e vulcões do próprio planeta, só gente séria no fundo.
Mas depois de andar por seis planetas, ele agora sim vai encontrar gente muito menos bizarra,
Ele vem procurar onde? Para o planeta terra, outra excelente ideia. E encontra quem?
Uma raposa, uma serpente e um agulheiro.
O planeta terra de facto nunca desilude!
Depois vai-se embora para o planeta dele, por achar que na Terra estamos todos muito ocupados, talvez por termos de trabalhar e não podermos passear como ele para todos os lados.
Que história pobre
Que história podre
Morra o principezinho, morra.

Todas a s semanas uma notícia nova
Nova versão do livro O principezinho em 3D para sentir os planetazinhos na cara
O principezinho ganha novo prémio Literatura de Lixo 2017…
Principezinho foi editado em 258.000 línguas
Ler O principezinho tira o stresse
O principezinho cura o cancro…
O raio do principezinho é milagroso
Abaixo este aldrabão mentiroso
Morra o principezinho, morra.

O principezinho é desinteressante
O principezinho é mendicante.
O principezinho é um cliché em todos os níveis.
Pensado apenas com o propósito descarado de te emocionar, mais falta de vergonha era impossível
Ah mas todos nós nos identificamos com o ele, é lógico que sim, o rapaz é curioso, teimoso, preocupado, distraído,
Solitário e acompanhado.
Desinteressado e apaixonado.
Toda a gente se identifica com uma personagem que tem todas as personalidades,
Parabéns Exupéry, parabéns pela originalidade.
Assim é fácil ser escritor, e ainda mais fácil ser um impostor
O principezinho é algo fácil de mais para ter sido escrito
O principezinho devia era ser banido.
Morra o principezinho, morra.
Mas “o principezinho tem significados profundos em cada frase”, tão profundos que nem devem existir.
Ah mas “o principezinho é o melhor livro que já li”, claro não leram mais livro nenhum assim fica fácil decidir.
E p’ra quem nunca leu, é melhor não ler, porque não estão a perder absolutamente nada. Ler este livro é simplesmente uma má escolha p’ra começar um bom hábito.
Aquele piloto que disparou contra o avião onde estava o Exupéry fez um serviço público! Vai que este cromo se lembra de escrever O Principezinho 2?
Deus me livre!
Aquele piloto fez uma obra-prima, esse sim, não este Exupéry, armado em sentimental. Acha-se com grandes lições de ética e moral
Mas na verdade é uma praga cultural.
Morra o principezinho, morra.




Diogo Figueiredo,12ºH

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O povo é idiota.







O povo é idiota, é a conclusão a que se chega. Existem várias idiotices neste povo, mas há umas que me enfurecem mais do que outras. O povo é idiota e como tal merece que se aproveitem dele. 

Joga a seleção e tem estádio cheio, mas para as manifestações deixa estar, que amanhã é dia de pica boi e tem tudo de se deitar cedo. Existe toda uma passividade, aliás, cooperação, perante a ideia dos milhões deslocados todos os dias nessa máquina tão bem oleada. Falo de cooperação, porque todos os dias há idiotas a alimentar esse templo de má fama. São o mesmo tipo de idiota, perdão, português, que perde mais tempo a ler todo e qualquer jornal desportivo, mas para levantar um livro da mesa “Ui que as letras são pequeninas.” ou “Ufa são muitas páginas.”. O povo é idiota e quer continuar idiota, mas quando alguém lhes passa a perna há sempre culpas a atribuir, e são sempre longe desse reflexo no espelho.

Ainda no outro dia via um grupo a discutir literatura, após prestar devida atenção, percebo ainda que falavam dos Maias, esse marco na literatura cá da casa. Por esta altura esperava ouvir algo interessante, por isso fiquei à escuta, “Aquilo era muita descrição, nem li mais. Já viste aquela série?” E foi assim, não com fúria, mas com desilusão que deixei de prestar atenção à conversa e ao grupo. No entanto, acabei por refletir nesse pequeno trecho de conversa, e duas coisas consegui concluir. Uma é que a utilização de linguagem enfadonha é o suficiente para deixar um livro, não a meio, mas no início do mesmo. E a segunda é que parece haver mais entusiasmo em conteúdos “culturais” (é favor fazer o gesto de aspas com as mãos) de mais rápida absorção e quase desprovidos de valor. É ainda de referir, que este grupo, sobre o qual me pus à escuta, era formado por indivíduos pertencentes ao ensino superior.

Existe depois um número crescente de idiotas…peço desculpa, hoje dá-me para trocar o nome às coisas. Existe depois um número crescente de portugueses nesse ensino, que de superior tem cada vez menos. Devíamos-lhe até era mudar o nome para “ensino corriqueiro” ou mesmo “ensino trivial”, até porque o nível de cultura e conhecimento parece, cada vez mais, saído de um jogo de “Trivial Pursuit”. Como dizia existe um número cada vez maior que sai às resmas do ensino superior, que recebem pouco mais do que o diploma na mão e conhecimento sobre tudo o que se passa na vida das elites (não falo, obviamente, das elites políticas ou culturais, mas daquelas que “fazem coisas”). Raramente encontramos, é quase como andar à caça de pérolas, gente que por algum milagre é capaz de discursar duas palavras seguidas sem ter que olhar de forma quase impulsiva para o telemóvel. Mas não quero falar desses. Quero apontar o dedo aos outros, aos idiotas. 

A todos vocês que se vão tornar na próxima maré de contribuintes dos estádios, da falta de cultura e que vão concluir o ensino inferior, espero que sejam enganados. Eu olharei com desprezo para vós, enquanto carrego um estandarte em vosso nome.

O povo é idiota e eu também sou por o defender em vez de me aproveitar dele.


por Tiago Faria (ex-aluno - conclusão 12º, 2009)

domingo, 22 de março de 2015

Da Imagem - A terra dos livres, o lar dos bravos - por Maria Simões





Leitura da Imagem


A fotografia foca-se num indivíduo de raça negra, com uma camisola com a bandeira americana estampada, numa mão tem um saco de batatas fritas, na outra, mais importante, uma lata de gás lacrimogénio. Ele está a atirá-la de volta à polícia. É uma fotografia dos protestos em Ferguson, que começaram após a morte de Michael Brown, um negro de 18 anos que se estava a render, quando foi morto por Darren Wilson, um polícia que os protestantes acreditavam ter matado o jovem por causa da sua raça. 



Criação de texto a partir da imagem


A terra dos livres, o lar dos bravos


A 29 de Agosto de 2014, Michael Brown roubou uns cigarros e empurrou o empregado de uma pequena mercearia. Wilson ouviu no rádio da polícia o que sucedera e a descrição do suspeito. Enquanto descia a rua com um amigo, Brown foi abordado pelo polícia e, apesar do primeiro contacto com os jovens não ter sido relacionado com o assalto à mercearia, Wilson reconheceu-os e impediu a sua passagem. Os jovens tentaram escapar e separaram-se, o polícia seguiu Brown e, segundo testemunhas, Michael Brown estava desarmado, com as mãos no ar a implorar que Darren Wilson não disparasse, quando este disparou 12 tiros contra o jovem de 18 anos. Crê-se que o último tenha sido fatal.

Poder-se-á dizer que o rapaz merecia ter morrido? Afinal, ele assaltou uma mercearia, ele cometeu um crime e o polícia estava a fazer o seu trabalho. Ou dever-se-á pensar que foi uma medida exagerada? Um rapaz morreu por roubar uns cigarros.

Há uns anos atrás, tirou-se uma fotografia a um polícia com a mão na garganta de um rapaz branco e o polícia foi despedido no dia seguinte. Em 2014, testemunhas viram um rapaz levar 12 tiros, enquanto implorava por misericórdia, e/mas o homem que disparou, um polícia, não foi considerado culpado. Em 2014, filmou-se outro indivíduo de raça negra, Eric Garner, a ser morto pela polícia, enquanto gritava "não consigo respirar", e o polícia que o matou não foi considerado culpado. Em 2014, o negro John Crawford, de 22 anos foi morto pela polícia, por estar a agarrar uma pistola de brincar - nas câmeras de vigilância vê-se a polícia a disparar imediatamente e sem qualquer aviso - ao contrário do que reportaram. Em 2014, Tamir Rice, uma criança de 12 anos, brincava no parque com uma pistola de brincar, um polícia disparou sobre ele nesse dia, ele morreu no dia seguinte no hospital.

Após as referidas ocorrências foram organizadas várias marchas onde se ouvia "hands up, don't shoot" ("mãos no ar, não disparem" - referindo-se à morte de Michael Brown) ou "I can't breath" ("não consigo respirar" - referindo-se à morte de Eric Garner), ou até mesmo protestos relativamente violentos que duraram mais de duas semanas. Por fim, três activistas criaram o movimento Black Lives Matter (as vidas dos negros importam), que já promoveu 670 demonstrações deste movimento em todo o mundo.

Estas pessoas morreram. Não foi por filmarem que não morreram. Não foi por terem testemunhas que não morreram. Não foi por não serem culpados que não morreram. Não foi por serem crianças que não morreram. Morreram, porque as injustiças raciais ainda são frequentes. Estas pessoas morreram, porque não são brancas.



Maria Simões, 12º C