segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Da Imagem - I hate mondays - por Filipe Silva




Leitura da imagem:

Banksy  é um artista de rua britânico , cujos trabalhos em estêncil  são facilmente encontrados em ruas de várias cidades por todo mundo, mas em maior quantidade em Londres, Inglaterra. Banksy, além de muros e paredes, também gosta de invadir o Museu Britânico e “vandalizar” obras de arte.
Nesta pintura podemos visualizar duas crianças num plano principal e dois adultos num plano secundário. Na imagem encontra-se destacada, na camisola vestida por uma criança, a frase “ I HATE MONDAYS”, contrastando com os tons cinzas que a rodeiam. Na cara da criança com a camisola vestida podemos observar o sentimento de tristeza, revolta e fúria, enquanto a criança agachada ao seu lado mostra indignação perante aquela frase absurda.
A pintura retrata a paisagem de uma lixeira, possivelmente uma lixeira em África, em que duas crianças estão coletando o que para muitos é considerado lixo. Mostram ser extremamente pobres e passarem fome, pois apresentam-se bastante magras e quase sem roupa. Uma delas está praticamente nua enquanto a outra tem vestida a polémica camisola, que possivelmente encontrou no lixo.
A pintura pretende passar a mensagem de que, enquanto algumas pessoas, estando no “paraíso”, se queixam de coisas estúpidas, como, por exemplo, irem trabalhar na segunda-feira, outras não têm nada e de nada se queixam.

 Criação de texto a partir da imagem:
   
Nos dias de hoje, as pessoas, em geral, queixam-se da sua vida, ou é porque não têm dinheiro, ou porque têm azar no amor, ou até, simplesmente, porque têm que trabalhar (muitas vezes por causa das escolhas profissionais que fizeram.
Eu, em particular, acho a palavra odiar uma palavra muito forte e que só deve ser usada em casos extremos. As pessoas vulgarizam muito essa palavra e são estúpidas ao ponto de dizerem que odeiam uma pessoa e que adoram algo estupidamente idiota e repugnante.
Para mim, aquelas crianças teriam razão em dizer “eu odeio ter fome”, pois a fome é algo negro e mortal. Recorrendo mais uma vez à imagem, acho absurdo alguém se queixar e dizer que odeia as segundas-feiras, pois, para mim, acordar uma segunda-feira de manha, é sinal de alegria, pois quer dizer que vou viver mais um dia e que o vou passar da melhor maneira, podendo estudar, luxo que nem todos têm, e podendo estar com quem mais gosto.


Filipe Silva, 12º C

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Da Imagem - Sonho - por António Cardoso







 

Leitura da imagem

Nesta imagem vemos um rapaz a olhar para o “infinito”, para uma paisagem sem fim, num mundo solitário onde este é capaz de pensar por si, aumentar a vontade e determinação dos seus sonhos, isto tudo sem a interferência de outras pessoas.
Para mim, esta é uma imagem inspiradora, profunda e que nos leva a pensar um pouco nas possibilidades que temos e nos sonhos que poderemos, um dia atingir. Esta retrata bem alguns momentos que as pessoas deveriam ter, sem exceção, para interiorizar e ganhar um pouco mais de motivação para a sua vida, passar a vivê-la um pouco mais intensamente e com muita mais “energia” do que vivê-la como sendo mais um dia, consecutivamente.
Com esta imagem complementar podemos aprofundar um pouco mais acerca da matéria do sonho. Como a imagem diz, o sonho não custa e não vale a pena as pessoas serem pessimistas, nunca se sabe, mas um dia, esse tal sonho poderá se realizar.
Todos os dias devemos, como seres humanos, como portugueses, como tugas, estar determinados em lutar pelos nossos sonhos e não desistir deles ao primeiro obstáculo.


 Texto argumentativo

O sonho é algo que imaginamos, algo que tentamos obter, é qualquer coisa que nos dá grande motivação, que nos faz ter vontade para “sair da cama”, lutar pelos nossos objetivos.
Se falamos de um atleta, de qualquer modalidade, nós conseguimos perceber um pouco mais do significado da palavra sonho e do que ele provoca em nós. O sonho de um dia atingir um pódio, um lugar numa seleção, ganhar uma grande competição dá grande motivação para treinar, para deixar o suor na camisola, kimono, etc.
Por outro lado, se falamos numa pessoa com uma doença, que poderá ser terminal ou não, esta tem o sonho de um dia vir a superar a doença, curar-se, de fazer com que desapareça aquela praga que a persegue todos os dias e com isto, com estes sonhos, ela ganha motivação para se levantar, para lutar pela sua vida.
Com isto a conclusão que se pode tirar e que todos devemos adotar na vida, como diz na imagem, é que sonhar não custa e toda a pessoa deve sonhar, pois esse sonho poder-lhe-á dar um pouco de motivação e, nunca se sabe, um dia poderá esse sonho tornar-se realidade.


António Cardoso, 12º C

Da Imagem - Pais e Filhos - por António Brito






Leitura de imagem

Nesta imagem podemos observar dois bonecos, um dos bonecos sendo adulto e o outro criança. Destaca-se a preocupação do boneco adulto (o pai) com o mais pequeno (o filho), para não cair. No adulto podemos ver o ar de preocupação que tem pelo mais pequeno.


Texto argumentativo

Relação entre pai e filho

Nesta imagem vê-se a ajuda entre pai e filho.
A relação de um pai para um filho é das coisas mais simples e puras que podem existir. O apoio que ele nos dá é incondicional, tem um instinto de proteção em relação a nós, apesar de, a maior parte das vezes, nem sequer nos apercebermos. Muitas das vezes nós fazemos os piores erros, más escolhas, temos más atitudes. Mas, mesmo assim, eles, pais, na hora, tentam arranjar solução para que não soframos tanto. Quanto mais novos somos, mais ele nos querem proteger devido a não termos tanta noção das coisas. Quando crescemos, essa preocupação continua, mas já tentam não interferir tanto, porque nós só aprendemos se errarmos. Um pai tenta transmitir afeto, carinho através das suas preocupações. E tenta mostrar-nos como sermos alguém mais compreensivo e amável no futuro. Como, por exemplo, um pai ensina um filho a andar, tem o instinto de o proteger com as mãos para não cair, sendo as mãos para segurança, porque o pai quer que ele aprenda a andar, mas se o proteger demais ele nunca vai saber andar, dai os braços não estarem na criançaà mas sim a volta da criança. 


António Brito, 12º D

Da Imagem - Aquecimento Global - por Alexandre Carvalho






Leitura da imagem:


Esta imagem ilustra, esplendidamente, a natureza humana como sendo egoísta, egocêntrica e descrente. Três das muitas características que nos trouxeram à triste realidade do AQUECIMENTO GLOBAL.
Na atenta observação da imagem, repara-se que a frase, (“não acredito no aquecimento global”), se encontra no centro. Este facto leva-nos à possível interpretação de que foi a descrença no aquecimento global que originou as catástrofes provenientes desse acontecimento. Esta interpretação é possível, uma vez que o centro simboliza o “princípio”, e, como tal, o egoísmo do ser humano permitiu o nascimento do aquecimento global, e por conseguinte, a subida do nível da água, como mostra a fotografia.
Outro facto interessante que está presente na imagem é o contraste entre a parede branca e a cor escura da água, sendo como uma oposição entre a segurança (parede branca) e a catástrofe (água escura), salientando que a frase está escrita na parede branca e está ser reflectida na água. Tudo isto é um claro sinal de que o desprezo pelos avisos, proveniente da ausência de sinais que comprovem o perigo, levou a que não fossem tomadas medidas e, por sua vez, às terríveis consequências presentes na imagem.


Criação do texto a partir da imagem: 


                   AQUECIMENTO GLOBAL

      Desde meados do século XIX que a irresponsabilidade humana tem levado a um aumento das temperaturas médias do planeta. Toda esta sede que o ser humano apresenta por evolução, riqueza, poder e superioridade, leva à emissão de grandes quantidades de gases com efeito de estufa, que acabam por ser nocivos para a atmosfera.
      O Ártico é a região onde o aquecimento global se faz mais notório, sendo que, actualmente, as consequências estão muito mais evidenciadas do que no passado. Cada vez mais se registam, nesta região, temperaturas mais altas e por períodos de tempo mais longos, resultando em verões mais extensos e invernos mais curtos. Isto leva, obviamente, a consequências desastrosas para a fauna e flora residentes. Um exemplo é o mamífero marinho, tão enigmático, o urso polar. Esta criatura belíssima e poderosa encontra-se actualmente no topo da lista de criaturas em vias de extinção.
      O urso polar, maior predador terrestre, vive a maior parte da sua vida no gelo, sobre o oceano. Desta forma consegue obter alimento e criar a sua prole. No entanto, o progressivo degelo do círculo polar Ártico está a levar à destruição do seu habitat e das suas presas, tornando a vida um pleno “inferno” para estes “ursinhos peluches”. Quando estes animais se encontram em terra, (principalmente nos meses de verão), entram em um estado de jejum, chegando a perder um quilo por dia. Torna-se agora possível imaginar e compreender o que acontece a estes animais com o degelo.
      No entanto, a efemeridade do aquecimento global não só afeta os animais. Poderá começar por eles! Mas a natureza funciona através de ciclos e não nos podemos esquecer que fazemos parte deles, por mais que digamos o contrário. Portanto, as desgraças que os outros estão a sentir acabarão por nos atingir, de uma forma muito mais violenta do que podemos pensar.
      Dando jus à nossa capacidade de pensar e de compreensão devemos tomar medidas que invertam os acontecimentos atuais.





José Alexandre Gonçalves Carvalho, 12ºD

Da Imagem - Bomba Atómica - por Carlos Picas





Leitura da Imagem:


A imagem apresentada em cima é de um autor anónimo e é uma imagem feita a computador, não se trata de um acontecimento real.


A imagem ilustra a explosão de uma bomba nuclear no centro de uma cidade, e mostra o início do que tudo indica ser a destruição da cidade e a morte de milhões de pessoas. Podemos reparar que a imagem se divide em duas partes: a parte de cima, onde está situada a explosão da bomba, e por onde a onda de destruição se começa a alastrar e podemos também observar o céu negro e a aura gigante por cima do local da explosão. A outra parte da imagem é a parte de baixo, onde aparece ainda a cidade por destruir, os prédios, as estradas, tudo ainda está intacto e belo, mas está tudo apenas a segundos da total destruição. A cidade vai desvanecendo e ficando menos nítida de cima para baixo da imagem, chegando a um ponto em que encontra o céu negro. Essa "linha" é o que separa as duas partes da imagem, tendo como foco de atenção a bomba no centro.


A imagem não é real, mas foi feita com o intuito de fazer uma crítica ao uso das bombas atómicas e da grande onda de destruição que elas causam: morrem milhões de pessoas nas redondezas, muitas ganham doenças e, onde a bomba cai, num certo raio, torna-se impossível de habitar devido aos elevados níveis de radiação. Tudo indica que, se houver uma terceira guerra mundial, a bomba atómica será a arma utilizada e, caso isso aconteça e tendo em conta que é uma arma extremamente poderosa e devastadora, o mundo como o conhecemos pode deixar de existir, podendo, em caso extremo, o ser humano acabar com a sua própria existência.




Criação textual:



A bomba atómica é um dispositivo explosivo cuja força destrutiva deriva das reações nucleares, que podem ser de fissão ou uma combinação de fissão com fusão. A explosão desta bomba causa uma enorme destruição em todo o seu redor, arrasando, destruindo e matando tudo o que apareça num certo raio de distância. É, sem dúvida, a arma mais mortífera já inventada até aos dias de hoje e, sem dúvida, uma má invenção, tendo em conta todo o terror e destruição que a ela lhe está associado.


Até aos dias de hoje apenas duas bombas nucleares foram usadas em guerras. Foram as duas usadas pelos Estados Unidos da América no final da segunda guerra mundial, em que bombardearam duas cidades japonesas: Hiroshima e Nagasaki.


Quando se pensa nas bombas nucleares estima-se sempre que será esta a principal arma usada caso aconteça uma terceira guerra mundial, levando os países que as possuem a bombardearem-se uns aos outros, levando o mundo ao desespero e à sua destruição devido às elevadas quantidades de radiação. 


Este tipo de bombas deveriam ser todas destruídas, caso contrário, caindo nas mãos erradas, poderão levar a uma catástrofe mundial, levando à destruição do planeta terra e à extinção de todas as espécie que nele habitam, pois estas bombas libertam elevadíssimas quantidades de radiação, impossibilitando a vida a todos os organismos vivos. Penso também que deveriam ser destruídas, porque a elas apenas estão associado terror, guerra e poder, não há nada de bom associado às bombas, logo acho extremamente ridículo haver em tanta quantidade uma arma que facilmente pode acabar com todas as espécies do planeta terra.





Carlos Picas, 12º C