segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Da Imagem - Violência Doméstica - por Cristiana Gonçalves






Leitura da Imagem: 


            Nesta imagem podemos observar quatro personagens de histórias de encantar. Estas têm no seu rosto cortes e traumatismos. Para além disso, as suas expressões mostram sofrimento e tristeza. Outrora, respeitados, amados e vistos como exemplos de perfeição são agora violentados e desrespeitados. Deste modo, esta imagem tem a função de informar e denunciar a violência doméstica. Alertando as pessoas para a realidade, pois a vida nem sempre é um conto de fadas como as histórias dos personagens acima transmitem. A célebre frase “e viveram felizes para sempre” nem sempre se aplica a todos os casais, por vezes, estes perdem o respeito um pelo outro, como companheiros e como seres humanos, levando a episódios de violência. 




Criação Textual:


Violência Doméstica



A violência esteve sempre presente, tanto no passado como nos dias de hoje. Apesar de a violência ser quase sempre contra as mulheres, com o passar das décadas o “feitiço virou-se contra o feiticeiro”. Outrora vistas como o símbolo da docilidade, dependência e insegurança, as mulheres passaram a ficar cada vez mais independentes, tornando-se “senhoras do seu nariz”. Conquanto, a desigualdade ainda persiste.

Sem embargo, a violência doméstica é algo que abrange todas as pessoas, como mulheres, homens, crianças e até idosos, e ninguém tem o direito de exercê-la. Primeiro, porque a violência doméstica é um atentado à dignidade do Ser Humano. Segundo, porque causa cicatrizes irreparáveis na pessoa agredida e nas pessoas ao seu redor. Vejamos o caso de uma criançax que presencia os episódios violentos entre os seus progenitores. Esta criança irá ter a conceção errada do que é realmente uma relação familiar. E, por sua vez, irá provocar os mesmos sentimentos de medo e sofrimento ao seu futuro companheiro.  

O álcool e os ciúmes estão quase sempre “de mãos dadas” a este tipo de comportamento, pois o agressor vê a agressão apenas como uma ferramenta para controlar a vítima.

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Doméstica  – que apresenta, regra geral, três fases: "primeiro, há o aumento de tensão, onde as tensões acumuladas no quotidiano, as injúrias e as ameaças tecidas pelo agressor, criam, na vítima, uma sensação de perigo eminente; depois, existe um ataque violento e o agressor maltrata física e psicologicamente a vítima - estes maus-tratos tendem a escalar na sua frequência e intensidade; e por último, há uma espécie de “lua-de-mel” , na qual o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência). Este ciclo caracteriza-se pela sua continuidade no tempo, isto é, pela sua repetição sucessiva ao longo de meses ou anos, podendo ser cada vez menores as fases da tensão e de apaziguamento e cada vez mais intensa a fase do ataque violento. Usualmente este padrão de interação termina onde antes começou. Em situações limite, o culminar destes episódios poderá ser o homicídio." (cf. APAV)

Concluindo, na vida de um homem só uma tristeza existe: a tristeza de não saber amar. 




Cristiana Gonçalves, 12ºG

Da Imagem - I hate mondays - por Filipe Silva




Leitura da imagem:

Banksy  é um artista de rua britânico , cujos trabalhos em estêncil  são facilmente encontrados em ruas de várias cidades por todo mundo, mas em maior quantidade em Londres, Inglaterra. Banksy, além de muros e paredes, também gosta de invadir o Museu Britânico e “vandalizar” obras de arte.
Nesta pintura podemos visualizar duas crianças num plano principal e dois adultos num plano secundário. Na imagem encontra-se destacada, na camisola vestida por uma criança, a frase “ I HATE MONDAYS”, contrastando com os tons cinzas que a rodeiam. Na cara da criança com a camisola vestida podemos observar o sentimento de tristeza, revolta e fúria, enquanto a criança agachada ao seu lado mostra indignação perante aquela frase absurda.
A pintura retrata a paisagem de uma lixeira, possivelmente uma lixeira em África, em que duas crianças estão coletando o que para muitos é considerado lixo. Mostram ser extremamente pobres e passarem fome, pois apresentam-se bastante magras e quase sem roupa. Uma delas está praticamente nua enquanto a outra tem vestida a polémica camisola, que possivelmente encontrou no lixo.
A pintura pretende passar a mensagem de que, enquanto algumas pessoas, estando no “paraíso”, se queixam de coisas estúpidas, como, por exemplo, irem trabalhar na segunda-feira, outras não têm nada e de nada se queixam.

 Criação de texto a partir da imagem:
   
Nos dias de hoje, as pessoas, em geral, queixam-se da sua vida, ou é porque não têm dinheiro, ou porque têm azar no amor, ou até, simplesmente, porque têm que trabalhar (muitas vezes por causa das escolhas profissionais que fizeram.
Eu, em particular, acho a palavra odiar uma palavra muito forte e que só deve ser usada em casos extremos. As pessoas vulgarizam muito essa palavra e são estúpidas ao ponto de dizerem que odeiam uma pessoa e que adoram algo estupidamente idiota e repugnante.
Para mim, aquelas crianças teriam razão em dizer “eu odeio ter fome”, pois a fome é algo negro e mortal. Recorrendo mais uma vez à imagem, acho absurdo alguém se queixar e dizer que odeia as segundas-feiras, pois, para mim, acordar uma segunda-feira de manha, é sinal de alegria, pois quer dizer que vou viver mais um dia e que o vou passar da melhor maneira, podendo estudar, luxo que nem todos têm, e podendo estar com quem mais gosto.


Filipe Silva, 12º C

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Da Imagem - Sonho - por António Cardoso







 

Leitura da imagem

Nesta imagem vemos um rapaz a olhar para o “infinito”, para uma paisagem sem fim, num mundo solitário onde este é capaz de pensar por si, aumentar a vontade e determinação dos seus sonhos, isto tudo sem a interferência de outras pessoas.
Para mim, esta é uma imagem inspiradora, profunda e que nos leva a pensar um pouco nas possibilidades que temos e nos sonhos que poderemos, um dia atingir. Esta retrata bem alguns momentos que as pessoas deveriam ter, sem exceção, para interiorizar e ganhar um pouco mais de motivação para a sua vida, passar a vivê-la um pouco mais intensamente e com muita mais “energia” do que vivê-la como sendo mais um dia, consecutivamente.
Com esta imagem complementar podemos aprofundar um pouco mais acerca da matéria do sonho. Como a imagem diz, o sonho não custa e não vale a pena as pessoas serem pessimistas, nunca se sabe, mas um dia, esse tal sonho poderá se realizar.
Todos os dias devemos, como seres humanos, como portugueses, como tugas, estar determinados em lutar pelos nossos sonhos e não desistir deles ao primeiro obstáculo.


 Texto argumentativo

O sonho é algo que imaginamos, algo que tentamos obter, é qualquer coisa que nos dá grande motivação, que nos faz ter vontade para “sair da cama”, lutar pelos nossos objetivos.
Se falamos de um atleta, de qualquer modalidade, nós conseguimos perceber um pouco mais do significado da palavra sonho e do que ele provoca em nós. O sonho de um dia atingir um pódio, um lugar numa seleção, ganhar uma grande competição dá grande motivação para treinar, para deixar o suor na camisola, kimono, etc.
Por outro lado, se falamos numa pessoa com uma doença, que poderá ser terminal ou não, esta tem o sonho de um dia vir a superar a doença, curar-se, de fazer com que desapareça aquela praga que a persegue todos os dias e com isto, com estes sonhos, ela ganha motivação para se levantar, para lutar pela sua vida.
Com isto a conclusão que se pode tirar e que todos devemos adotar na vida, como diz na imagem, é que sonhar não custa e toda a pessoa deve sonhar, pois esse sonho poder-lhe-á dar um pouco de motivação e, nunca se sabe, um dia poderá esse sonho tornar-se realidade.


António Cardoso, 12º C

Da Imagem - Pais e Filhos - por António Brito






Leitura de imagem

Nesta imagem podemos observar dois bonecos, um dos bonecos sendo adulto e o outro criança. Destaca-se a preocupação do boneco adulto (o pai) com o mais pequeno (o filho), para não cair. No adulto podemos ver o ar de preocupação que tem pelo mais pequeno.


Texto argumentativo

Relação entre pai e filho

Nesta imagem vê-se a ajuda entre pai e filho.
A relação de um pai para um filho é das coisas mais simples e puras que podem existir. O apoio que ele nos dá é incondicional, tem um instinto de proteção em relação a nós, apesar de, a maior parte das vezes, nem sequer nos apercebermos. Muitas das vezes nós fazemos os piores erros, más escolhas, temos más atitudes. Mas, mesmo assim, eles, pais, na hora, tentam arranjar solução para que não soframos tanto. Quanto mais novos somos, mais ele nos querem proteger devido a não termos tanta noção das coisas. Quando crescemos, essa preocupação continua, mas já tentam não interferir tanto, porque nós só aprendemos se errarmos. Um pai tenta transmitir afeto, carinho através das suas preocupações. E tenta mostrar-nos como sermos alguém mais compreensivo e amável no futuro. Como, por exemplo, um pai ensina um filho a andar, tem o instinto de o proteger com as mãos para não cair, sendo as mãos para segurança, porque o pai quer que ele aprenda a andar, mas se o proteger demais ele nunca vai saber andar, dai os braços não estarem na criançaà mas sim a volta da criança. 


António Brito, 12º D