quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Cortes nos subsídios e apoios as touradas





Depois de todas as medidas de autoridade [austeridade?] impostas, subsídios cortados, feriados extintos e muitas mais medidas, continuam milhares de euros de dinheiro público a serem investidos nas touradas.

Estremoz vai gastar 2.5 milhões de euros  na remodelação da praça de touros, dinheiro esse de todos os contribuintes deste país , juntamente com a A.C.M Azambuja que também vai gastar 600 mil euros.
Sendo uma atividade “cultural” que não agrada a todos, como é que é possível a informação de que os nossos impostos a patrocinam não estar explícita e bem divulgada.
É um assunto que deixa qualquer jovem de 18 anos confuso e revoltado, que [pois] sofre os cortes orçamentais na educação e na saúde e patrocina, ao mesmo tempo, involuntariamente, a tortura a animais.








André Amaral Pereira, 11ºF

Emigração dos Jovens Portugueses







Eu escolhi este tema porque, para além de ser relevante e de todos os jovens da minha idade terem o mesmo pensamento do que o meu, penso que é o grande problema deste país. Com [Os] jovens licenciados, que talvez pudessem ter um grande futuro no seu país, não, não podem continuar aqui, graças aos nossos ministros, que de forma indireta nos dizem para emigrar. Se é isto que querem para os jovens, então estamos mal.
Na minha opinião, eu não quero ficar num país destes, em que nós, a sociedade, tentamos lutar pelos nossos direitos, mas não conseguimos.
Mas é claro que o Sr. Presidente da República acha que o nosso país está muito bem, porque só olha para os seus bolsos e não entende o que este país está a passar.
Quanto aos outros não sei, mas eu não me orgulho de estar neste país e se surgir uma oportunidade de sair desta miséria, eu saio! E é óbvio que tantos jovens que já saíram de Portugal não devem querer voltar, porque para olhar para a cara destes ministros, que tanto gozaram com eles, e ainda continuam a gozar, não vale a pena. Eles sim, esses ministros, é que são os culpados do país estar nesta situação
É pena que o país perdeu [tenha perdido ]tantos talentos. Talentos que poderiam melhorar [???] se estivessem em Portugal, e não noutros países. Esses talentos pertencem ao nosso país.
Hoje em dia, só penso num futuro, mas que seja noutro país, como Inglaterra. Aí apostam na carreira dos estudantes, não desperdiçam os seus talentos e aproveitam para dar lhes um melhor futuro para eles. E espero que ainda possa ter um grande futuro.
Contudo [??? porquê a adversativa?], eu acho que existem cada vez mais jovens a emigrar por falta de trabalho. O que nos leva a pensar que esse será o nosso destino um dia. E cada vez se aproxima mais esse dia. 
E o Sr. Primeiro-Ministro, que pense bem, antes que destrua a nossa sociedade, ainda mais do que ela já está …





Ana Costa, 11ºF

Amo-te ao pequeno-almoço




  Amo-te? Que palavra tão banal. Certa manhã, estava eu a beber café numa esplanada, e ao meu lado encontrava-se um casal ao qual [?] muito apaixonado. Essa manhã foi marcante para mim, nunca pensei ouvir a palavra “amo-te” tantas vezes num minuto, até parecia um rádio a precisar de ser consertado.
  Creio que a palavra “amo-te” é bastante proferida e com muito sentimento [???]. Ora bem, em relação a tal situação vejo que a população cada vez mais desvaloriza o pouco que temos de importante.
  Nas redes sociais, conversas de café ou de autocarro, as amiguinhas gritam aos quatro cantos “amo-te e sem ti não consigo viver” (por momentos, até penso se namoram com o oxigénio). A palavra “amo-te” não é mais aquela palavra que esperávamos ouvir do(a) homem (mulher) das nossas vidas, prestes a colocar a aliança no nosso dedo. Hoje em dia
, as pessoas amam tudo: canetas, chocolates, roupa, acessórios, cabelo… Essa palavra requer um compromisso que a própria expressão fornece, mas nem todos conseguem ver isso.
  Na minha opinião, isto cada vez mais vai piorar, hoje é a palavra “amo-te”, amanhã é o sexo e eu penso, se continuarmos,
assim onde é que isto vai parar? Espero que pare por aqui.



Jéssica Cardoso,11ºF

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O futebol moderno





Um título, sem dúvida, curioso e que move toda a sociedade a pensar um pouco e tentar perceber quais são as consequências que este título traz a todos os amantes do futebol.
Será que me refiro a novas tecnologias? Novos árbitros? Novos treinadores ou novos métodos de praticar o futebol? Não!
O futebol encontra-se em decadência para toda a sociedade [?], acho engraçado, quando alguém quer ir assistir a um jogo ao vivo os preços dos bilhetes serem insuportáveis [insustentáveis] para o bolso dos portugueses. É inadmissível um jogo desta modalidade ter o preço de, normalmente, num jogo da primeira liga, o custo de quinze euros a entrada. Para uma família de classe baixa é insuportável, mas ninguém consegue perceber isso, e parecem estar muito bem com isto, pois os estádios costumam estar cheios e tudo.
O futebol, neste momento, tem o [é] sinónimo de dinheiro, todos os dirigentes veem dinheiro à volta do futebol. E o amor pela modalidade? E as pessoas que nasceram à volta disto e agora não conseguem nem sequer assistir a um jogo de futebol pela televisão devido à privatização dos direitos de transmissão, e apenas quem tem televisão paga, com a Sport tv, consegue assistir aos jogos? É, sem dúvida, um avanço muito grande neste país.
Existe outro lado do futebol moderno. Virando-me novamente para o nosso país, acho engraçado quando ligo o rádio, televisão e vejo notícias sobre a modalidade - já sei o que vou ver e ouvir: notícias sobre Porto, Benfica e Sporting. Não entendo porque desvalorizam as outras equipas, teoricamente mais pequenas e com orçamentos mais baixos, sem receitas televisivas, acho isto, de facto, interessante. 
Há uns dias atrás, queria ouvir o relato Arouca vs Penafiel. É claro que não deu, mas na hora a seguir estava a dar Porto vs Estoril. Esta desvalorização mexe com a sociedade arouquense, porque a desvalorização? Acho que isto agrada [???] a todos os amantes do desporto rei português, o futebol.
Porém, penso que começam a existir mudanças. Hoje ouvir falar na rádio em ‘’quatro grandes’’, penso que o quarto grande é o Braga, o valor e reconhecimento é merecido. Mas não consegui entender a expressão dos ‘’quatro grandes’’, será que os analistas da modalidade ainda contam o Sporting como um grande? Vou ter que explorar esse tema.
O que é certo é que isto é uma vergonha, ninguém se revolta, e isto terá uma consequência grave, a falência dos ‘’pequenos clubes’’.



Daniel Coelho, 11ºF

Preconceito Social





Na nossa sociedade, o preconceito social, apesar de ter vindo a diminuir, ainda se nota bem em algumas zonas do nosso país.
O preconceito social é uma forma para determinadas classes sociais que dividem [??] a sociedade da classe dominante da classe dominada. A discriminação surge das pessoas acreditarem que as classes mais pobres são inferiores às classes mais ricas. Em que muitas vezes está associado a discriminar uma pessoa por não ter um bem que a outra tem. Numa sociedade tão avançada, isso não devia acontecer, pois nós somos todos iguais, independentemente do dinheiro que tenhamos ou não.
No século XII e XIII isso era muito visto nas classes sociais, onde no topo se encontrava o rei, depois o clero, a seguir a nobreza e por fim o povo. O rei fazia as leis, executava-as e julgava. O clero e a nobreza eram os mais privilegiados com isso. O povo, apesar de ser o mais pobre, é o que sofria mais com essas leis. Nos nossos tempos, essa diferença ainda existe, como o exemplo das [como são exemplo as...] favelas e dos condomínios. Num lado, temos os condomínios enormes e luxuosos e, no outro, as favelas onde as pessoas mais pobres nem sequer têm as condições básicas para viver.
Esta discriminação devia acabar, não devia haver distinção entre os mais ricos e os mais pobres, pois o mundo deviam aceitar as pessoas pelo o que são e não pelo que têm ou possuem.



Sara Picas, 11ºF