sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Um significado Indescritível


Tenho de confessar que esta tarefa está a ser mais complicada do que alguma vez imaginei. Talvez por envolver uma infinidade de sensações e pensamentos impossíveis de transcrever para uma simples folha papel marcada pelo tempo. Para mim estas férias foram muito emotivas, marcantes... intensas. Vivi as férias com vida! Foi a reler as cartas sem remetente, escritas por poetas que fazem parte da minha vida. Cartas antigas... ou não tão antigas assim... Reviver momentos, no meu coração, que serão infinitamente inolvidáveis... Foi olhar o passado, com a alma de quem também sente o presente, e ver reflectidos todos os momentos que aparentavam ser insignificantes no quotidiano de uma estudante… Foram as tardes passadas ao som da música e de lápis a riscar o papel, de traços que ganhavam forma a cada segundo. Foram as gargalhadas no meio da rua e os momentos passados com os amigos e a família. Foi o cheiro a desconhecido... Posso dizer que as férias foram uma enorme diversificação de sensações jamais compreendidas por mim, mas ao mesmo tempo, que me souberam de uma forma muito especial.

Apesar de todos os momentos que vivi, um dos momentos que vai ficar escrito na minha mente para toda a eternidade foram os passados na praia. Mas, porquê a praia? Porquê a areia e as conchas e os búzios... porquê todo o encanto do mar? Será da tranquilidade e segurança que me transmite? Ou talvez por todo o seu encanto e pelos marcantes e ternos momentos passados em família? Talvez estivesse predestinado a ser assim...

A brisa que correu da maré limpava a água do mar que cobria o meu rosto de saudade. A saudade dos tempos em que o tempo corria devagar. O cheiro a maresia envolvia os meus pensamentos e sonhos antigos de pura magia. Era como se voltasse a ser criança... Sentia a areia quente entranhar-se por entre os meus dedos e a água fria do mar cobrir-me a pele de uma fina camada de sal. Foi sentir, novamente, a inocência de um ser que desconhece tanto o seu mundo como o mundo que o rodeia. E vivi aqueles momentos infinitos, que se prolongam até hoje, como uma verdadeira criança, sem pudores dos pensamentos alheios das almas que não têm a capacidade de sonhar.

Enquanto estive sentada na areia e contemplava o mar, todo o meu mundo parecia tão claro! É nestes acontecimentos que, para mim, são tão indefinidos e tão marcantes, que penso. Pensei numa infinidade de coisas, desde as mais simples acções do quotidiano, até um patamar mais complexo, onde ainda não encontrei as respostas às minhas questões. E provavelmente nunca encontrarei uma resposta. Faço perguntas constantemente ao meu ego, ecoando por todo o meu ser, sem nenhuma resposta aparente. E talvez sejam esses momentos em que me encontro somente comig,o que tornam a praia tão mágica e inesquecível.

Senti que estas férias foram diferentes. Não sei bem porquê, mas também acho que nunca virei saber...


Catarina Ribeiro 10ºA

não, meio termo.



Realmente, bom tema para começar o ano lectivo. Férias. Quando li o tema, pensei de uma maneira repentina e sem ter a noção, que seria fácil. E, para mim, é-o.
Gosto e desgosto das férias, não sei o porquê. Escrevi bastante, é umas das coisas que semanalmente faço, e várias vezes. Li, ou tentei ler. Prefiro sempre escrever. É como se fosse algo que tenha mesmo que fazer, para tentar "atenuar" a dor que já vivi. Tenho 15 anos, e tenho mais que contar que um jovem de 25 anos, é verdade.
Mas bem, voltemos ao tema. Vi bastantes séries e filmes. Passei boas horas, deitada na cama, em chamada, a dizer palavras bonitas e verdadeiras, ao namorado.
Posso caracterizar as minhas férias, em palavras, sendo elas: Amor e Saudades. Especialmente, são estas as que escolho. Por serem as primeiras palavras que me surgem. Amor? Amor. Senti e ainda sinto. E Saudade, de quem já partiu, não, nada de ter morrido, mas partiu do meu coração, e da minha vista.
Lembro-me perfeitamente, do dia em que vi a minha melhor amiga, aquela que me fez acreditar que nada é para sempre, mas sim até quando houver algum sentimento mútuo, entrar em minha casa com um sorriso e os braços bem abertos, para me dar o primeiro abraço de duas semanas de convivência diária.
Mas, também, da expressão dele, ao me ver pela primeira vez, da mão dada, do bom de namorar com alguém de quem se gosta mesmo.
Passei a maioria das férias, em casa. E é assim, que eu as prefiro passar.
Fui a tantos sítios, conheci lugares lindos e matei saudades de locais que marcaram, de certa forma. Foi lindo, simplesmente o acho.

E agora, de volta aos livros, e a Português. Pois, ninguém queria, não é?







foto: fotografada por Diana Meira, imagem que simboliza as minhas férias.


Diana Meira, 10º A


Cada um especial a sua maneira



Olá a todos os leitores.  Hoje estou perante um desafio, no mínimo, diferente. Não vai ser como em todas aquelas aborrecidas redacções que escrevemos após terem terminado as nossas férias “grandes”, esta não vai ser mais uma daquelas muitas descrições chatas, espero eu.
Algo mudou, deixou de ser a triste redacção e passou a ser, de certa forma, o empolgante texto escrito, onde podemos recordar aquilo que, de certa forma, mais nos marcou , e é isso que o torna especial , vamos poder recordar e RECORDAR E VIVER !
Podia estar aqui a maçar-vos “n” de tempo , mas quero poupar-vos de textos enormes e sem fim. Não quer dizer que não o conseguisse, porque a data de coisas importantes que aconteceram neste verão dava para escrever uma 2ª edição da bíblia !!!
Bem, então, depois desta alongada introdução, que apenas a fiz para decidir do que vos falar, decidi falar-vos de algo diferente: campismo e hotéis. Não, não estou a copiar algo que a professora fez e já vão perceber porquê.
Se calhar, muitos estão a perguntar: campismo porque aquilo é mesmo bom, poder ouvir o chilrear de um pássaro o barulho folhas em contacto com a brisa do vento, ou até o som do rio correndo. Claro, tudo isto é óptimo, mas será que perde algum do seu valor quando o fazemos demasiadas vezes ? No ano que passou, apenas dormi 25 noites numa tenda com os escuteirinhos, isto a juntar às noites que fazia com os meus pais. Será que se tornou cansativo?
Agora voltam a questionar-se, mas aquilo de ir acampar com amigos é tão bom, podes cantar e dançar em volta de uma fogueira... é aqui que eu entro, para vos dizer que sim. Tudo isto é óptimo e também vos posso dizer que dormir em temperaturas negativas é óptimo, andar 30Km, comer por vezes aquela comida intragável feita por um de nós, ou até terem um chefe por vezes um pouco repetitivo a gritar-vos aos ouvidos, 450000 mil vezes, a mesma coisa, qualquer coisa do género: MOTAAAA, O RAIO DA COMIDA AINDA NÃO ESTÁ PRONTA !!! POR ESSE ANDAR SÓ COMEMOS AS 24h! Ou então: SIGA, TOCA A ANDAR MEUS LERDAS, JÁ ESTAMOS A MEIO DO CAMINHO, SÓ FALTAM 20Km! E muitas outras frases motivadoras que, por vezes, ouvimos que é melhor não as citar.
Acreditem que tudo isto é óptimo, é uma grande escola de vida, aprendi muito e tenho muita coisa a agradecer à minha segunda família, mas o que me traz aqui hoje é mostrar que, por vezes, mudar é bom.
Por isso é que todas aquelas manhãs de grandes pequenos-almoços num hotel, aquela piscina relaxante, o sol a bater-nos na face escaldada, o som, desta vez não do rio, mas do mar, aquelas noites a jogar as cartas sentado numa espreguiçadeira, tudo isso se torna especial apenas por uma coisa, a DIFERENÇA. Porque eu aposto que, se fizesse isso todos os dias, ao fim de algum tempo, estaria cansado.
É assim que vos tento mostrar que a unicidade de um acontecimento o faz tornar tão especial na nossa vida, ou então outros que não nos cansamos de o fazer. Deixo-vos a pensar que cada coisa e cada um dos acontecimentos é especial, à sua maneira!

Diogo Mota 10ºA

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

À Deriva

 Admito que não gosto de escrever textos quando nos dão o assunto. Admito que prefiro divagar nas palavras com os meus pensamentos. E admito, acima de tudo, o porquê de ter tido tanta relutância em fazer este texto.
A verdade é que, mal li o que nos era pedido fazer, relembrei, mais do que me apercebi, do quanto estas férias foram difíceis, do quanto custou vivê-las. Sinceramente, não sei se cresci, mas sim, vejo as coisas de outro modo. Aprendi que o que damos por certo é apenas efémero e que, quando abrimos as mãos para contemplar o que lá tínhamos fechado, já não o temos, já se foi, esvaiu-se tal como o ar nos meus pulmões.
No início desejava que chegassem, mas quando vieram, senti-me perdida. Vi alguém afastar-se de mim, como de costume, pois estávamos de férias, mas desta vez não nos reencontraríamos nas aulas, pelo menos , não tantas vezes, e eu estava relutante quanto ao que iríamos ser a partir daí.
Por mais promessas que fizéssemos, por mais laços que criássemos, por mais juras de amizade que prometêssemos, nenhuma de nós sabia como seria, e acho que ambas sentíamos que nos íamos separar, quiséssemo-lo ou não. E mesmo que a distância não seja grande, sinto-te como se fosses uma ilha que  mesmo sendo do mesmo arquipélago que eu, me é inatingível. E eu odeio isso. Odeio não ter o controlo das situações, odeio quando não há nada que eu possa fazer, quando não sou eu quem toma as decisões. Odeio tudo isso, porque parecemos barcos à deriva, que cada vez se afastam mais um do outro.
E eu luto para chegar até a ti e lutarei sempre, porque a vida dá muitas voltas e nas que já deu, no que já tivemos de enfrentar, eu nunca desisti de ti. Nunca o fiz, mesmo quando me magoavam as situações em que estávamos, porque eu sabia que desistir de ti magoaria ainda mais. E este verão foi uma prova disso. Uma prova de que preciso de ti como se precisa de oxigénio. E se não te tiver perto de mim, a meu lado, ambas sabemos que eu sufoco. Sem ti, eu ando à deriva.

Inês Silva, 10ºA

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Tardes de Verão plantadas numa piscina à beira-rio


As tardes de Verão… quem não gosta delas? Quem neste vasto mundo não gosta de uma bela tarde de Verão, imaginemos, junto de uma piscina cheia de água límpida e calma…

Decidi então, relatar-vos, uma tarde das muitas que passei nas Piscinas Municipais de Barcelos.

Essas maravilhosas tardes passadas sempre na companhia dos meus amigos, por vezes uns, por vezes outros, mas nunca sozinho. Talvez sozinho teria aproveitado melhor aquele relvado onde pousava a minha toalha, aquela maravilhosa piscina exterior onde os saltos para a água eram os mais diversificados possíveis, sempre com atenção ao nadador salvador é claro…

No entanto, sozinho, não era a melhor maneira de se aproveitar as tardes de piscina naquele relvado beira-rio.

Aliás, era impossível passar uma tarde sozinho nas piscinas, pois a quantidade de gente que decidia ir à piscina era enorme. Todos os dias, salvo raras excepções, o recinto das piscinas municipais enchia e havia quem tivesse que esperar que alguém do interior saísse para poder entrar.

É claro que eu e os meus amigos não tínhamos que esperar, pois possuímos o cartão das piscinas, que nos dá acesso mais fácil e os que de entre nós não possuíam cartão, sempre tiveram sorte na hora de entrada e nunca tiveram de esperar muito.

Essa hora de entrada situava-se entre as três da tarde e as quatro, pois mais tarde já se perdia muito tempo de água, sol e brincadeira.

Saíamos da piscina, uns por volta das cinco, outros por volta das seis, eu gostava de ficar até mais tarde e nadar na piscina interior, onde o sol batia nos vidros e reflectia na água, fazendo-a ficar de um tom dourado. Às vezes parava de nadar e ficava deslumbrado com o que via. 

Nunca esquecerei as brincadeiras que fizemos, as gargalhadas que demos e sempre me lembrarei das pessoas, amigos, com quem passei estas fantásticas tardes de Verão.

Sempre que puder, irei repetir estas maravilhosas tardes, talvez com os mesmos amigos, talvez com outros, novos, ou até com todos eles.


Hugo Gonçalves 10º A

Férias de Verão


Nas férias o meu lema é dormir e divertir!

Férias…  é relaxante só de ouvir a palavra, é o deixar da rotina, é o acordar tarde.

Lembro-me de rir às gargalhadas com os meus amigos, das saídas, das noites quentes e emocionantes, das canções que cantava em voz alta, de ir com os amigos ao cinema e sair de lá com o chão cheio de pipocas, de conhecer gente, das caminhadas no Gerês, de andar de bicicleta por caminhos desconhecidos, de jogar futebol à noite. Sinto nostalgia destas coisas boas. Mas, muitas vezes, ficava em casa agarrada ao computador a ter conversas melancólicas, ou então, pegava na mangueira e molhava-me a mim e ao meu irmão. Algumas vezes, como não tinha mais nada para fazer, desenhava e lia, e também ouvia música.
Férias não são férias sem amigos, porque os momentos mais emocionantes são passados com eles. Claro que também não nos podemos esquecer da praia, da brisa à beira-mar no final da tarde, da sineta do homem dos gelados, de ficar sentada na toalha até o sol se pôr e, acima de tudo, do bronzeado. Quem é que não gosta de ter um bronzeado, ou então, de mostrar as marcas do biquíni?!  Férias, férias, férias deixam-nos sempre com boas recordações!

Bom, e vou acabar o meu texto sem acabar de escrever o significado de férias, o que é impossível, porque para se saber o significado temos que sentir, viver, conviver, participar, experimentar e descansar!


Ana Sofia Lomar 10ºA

Férias

Férias... Muitas pessoas classificam-nas como sendo o tempo de ir para a praia, piscina e aproveitar ao máximo o tempo livre. Muitos também dizem, que é o tempo ideal para adolescentes arranjarem os “amores de Verão”.
Tenho que admitir, que a minha definição seja um pouco parecida com estas. Para mim, as férias são o tempo ideal para sair, ler bastante, ir ao cinema e fazer tudo aquilo que nos vai apetecendo.
            Nestas férias, corri, saltei, nadei, ri, saí com os meus amigos e, por vezes, chorava quando estava a sufocar com tanto riso. Tenho que admitir que foram umas férias fantásticas.
            Mas, o momento que me marcou bastante nestas férias, foi o momento que entrei no estádio do Dragão para ver o primeiro jogo a ser jogado em casa. Foi, simplesmente, indescritível. A disposição em volta do estádio, tudo contribuía para tornar aquele momento perfeito.
            Agora, quando olho para trás e revejo as minhas férias mentalmente, sinto-me satisfeita e contente por ter feito tudo aquilo que desejava ter feito, e ter aproveitado bem os três meses que me foram concedidos para descansar da escola.
            Agora, resta-me regressar à escola, apenas com a leve lembrança das minhas férias e esperar pelas próximas.



Ângela Barros, 10º A

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A minha estação favorita é o Inverno

Férias de Verão.
De cada vez que a palavra passa pela minha mente só me apetece fazer uma cara feia.
Não gosto das férias de verão. São longas, cansativas e o clima é insuportável.
Por isso, nestas férias eu não fiz nada.
Absolutamente nada. Não fui à praia (ou piscina), porque está sempre ventoso e não gosto de ver, ou estar, de roupa de banho, além de que a areia é suja e nunca se sabe o que se pode calcar com os pés descalços. Visitei os meus amigos uma, ou duas vezes, embora falasse com eles via internet. Não fui a discotecas nem fiz grandes planos como toda a gente. As únicas alturas em que saía era para ir ao cinema com familiares. Não viajei, porque a minha família tem férias curtas e gosta de aproveitá-las de uma forma mais caseira.
E se querem saber, adorei. Adorei as minhas férias.
Estive em minha casa, que é um sítio bastante fresco no Verão. Adoro ver filmes e, nestas férias, tive a excelente oportunidade para ver tantos quanto queria. A maioria das minhas compras consistiram em bandas desenhadas e/ou material de desenho. Estive no meu computador grande parte do tempo; a ver séries de televisão e blogs que continham assuntos que me interessavam. Aproveitei o meu vasto tempo para me cultivar e explorar alguns dos meus gostos pessoais. Enchi blocos e blocos com desenhos e, no fim do verão, comprei mais dois.
Não posso dizer que tive umas férias fantásticas como toda a gente, mas sinceramente, eu também não tenho exactamente a mesma definição de férias que eles têm.


Carla Gonçalves 10ºA

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Férias aos Momentos




     Férias! Talvez a palavra favorita no dicionário de um estudante. As férias não são dadas, são um direito, um prazer estimulado pelos gostos pessoais e vivências.
      Viver as férias é a coisa mais rara do mundo. Participo nesse "viver"! Quem não gosta de um despertador desligado, de um gelado a derreter pela mão, do som do mar? São estes três meses de Verão que nos fazem observar o lado direito da vida, as particularidades simples, as recordações que ficam das férias, a falta que fazem...
      As memórias que ficam, as músicas das noites quentes de Verão, o sol e o seu calor, as viagens... Sinto toda a nostalgia enchendo o meu ser, fazendo-me recordar o que o Verão tem de melhor, sobretudo, passado nesta inocência de idade, na juventude em que vivo.
      Acho que nem mil linhas iguais a estas onde pousam as palavras que escrevo, seriam suficientes para relatar estas férias, explicar os acontecimentos e apontar pensamentos. Apesar de curtas, como todos notam, servem para aperfeiçoar prodígios, dedicar tempo aos outros, preencher corações e espaços. Eu fiz uso dos mesmos. Conheci gente e locais. Tive conversas brilhantes e ridículas com pessoas que, provavelmente, nunca mais irei ver. Tive oportunidades para viver, conhecer e experimentar. Citando Christopher Mccandless "A alegria da vida vem dos nossos encontros com novas experiências." 
     Férias estas, loucas e confusas! Com stress, correrias e planos de última hora. Deu-me prazer andar por ruas estreitas ao final do dia, quando a luz estava baixa e quente. Houve tempo para relaxar, para gritar e dançar. Não faltou um pouco de calma e perseverança. Quero agora, atenuar as emoções que expulso para este papel, tão fortes e agitadas como ténues e afáveis. Este Verão deixou-me sedenta de vida, deixou-me mais livre que a própria liberdade, livre de sedentarismo, de campainhas e horários! A vida fica instantaneamente melhor nas férias. São simples pormenores que nos fazem viver as férias, viver o Verão! 
     As férias não são feitas de semanas e de meses, são feitas de momentos.




Ana Luísa, 10º A

As minhas férias


Este ano as minhas férias foram espectaculares comparadas com as dos anos anteriores. Nos anos anteriores eu ia, de vez em quando, à praia e raramente saía de casa, ou seja passava as férias fechado em casa, e acabava por stressar.
Este ano eu também fui raramente a praia, o que foi mesmo fixe, pois eu odeio praia. Mas o melhor das férias foram todos os concertos a que eu fui, se pequenos ou grandes não importa, foram todos espectaculares, principalmente, o Milhões De Festa, porque passei três dias com amigos, a ouvir bandas espectaculares, acampámos, fomos à piscina, foi mesmo fixe, e como toda a gente sabe, o melhor ambiente em que se pode estar é com os amigos e, se for em concertos, ainda melhor.
Depois desse festival ainda fui a mais um, ao GSM, que não se compara ao milhões, mas também foi fixe, também teve boas bandas, e DJ de metal, o que foi espectáculo, também jogámos paintball.
É óbvio que fui a mais concertos, mas se falasse de todos estava perdido, não saía daqui. E foram estas as minhas férias.





Renato Barbosa, 10º A