terça-feira, 27 de maio de 2008

Dinheiro ou felicidade?!




São muitos os que de forma clara mostram aos outro que o dinheiro não tem qualquer importância. Mas esses são, regra geral, os mais ricos. Quem tem dinheiro tende a querer fazer sentir que o dinheiro não tem a menor importância.
Não ter dinheiro pode ser alvo para desesperar, mas não o ter é automaticamente um desespero. Concordar que ter dinheiro é meio caminho andado para a felicidade pode ser “pesado”. A felicidade, de facto, não tem preço, muito menos está à venda, definitivamente não se pode comprar. Tal como a inteligência. Mas também é realidade que qualquer “burro” com dinheiro pode ser feliz. Na verdade, e apesar das desvantagens, também tem o seu lado positivo ser pobre. O facto de ter de eliminar, em vez de ter um “CLK 200” (Mercedes), tem um “PUNTO” (Fiat)[?]. É certo que a pobreza pode chegar a causar morte, mas a riqueza também [?]. Para o rico, o que é novo, é sempre novo. Mas, para o pobre o usado, na sua mão nova, tem sempre sabor a novo.
Em suma nada se compra, mas com dinheiro qualquer um pode ser feliz.


Paula Costa, 11º E

A sociedade portuguesa

Pelo título desta crónica parece que vou redigir um enorme texto sobre a nossa sociedade, as suas características, blá blá blá..... Enganam-se porque eu não vou falar sobre isso.
Quando a professora nos pediu para fazer este trabalho, não sabia sobre o que escrever...pensei, pensei, se calhar pensei demais, pois os problemas da nossa sociedade e as críticas que se fazem a esta, estão bem à vista de todos. O pessimismo característico dos portugueses… pensando melhor, até nem será muito típico, pois realmente, o país está mal e o poder de compra dos portugueses diminui, os produtos básicos para a existência humana carecem, as contas em casa aumentam, o desemprego aumenta. Ainda li no fim de semana, num jornal português, que com os lucros do imposto sobre o petróleo o nosso governo podia construir, a cada três meses, uma ponte Vasco da Gama. Dizem que isto está mal, e na realidade está, os ricos cada vez estão mais ricos e os pobres empobrecem cada vez mais. Existirá ainda em Portugal uma classe média estável? Crescemos com muito, nunca nos faltou nada, queríamos água, necessitávamos de comida, ali tínhamos…mas não estaremos nós a ser demasiado egoístas? Ligamos a T.V. e são só noticias sobre a subida dos preços disto e daquilo, sobre o custo de vida a aumentar escandalosamente, mas e a guerra? A fome? Felizmente vivemos num continente onde ainda nos é permitido viver em paz e em liberdade [?]...o país está mal, em decadência económica, mas também existem países que precisam da nossa ajuda, países cujas realidades são bem diferentes da nossa e que contam com a nossa ajuda.
Não é pedir muito que a nossa sociedade, egoísta, egocêntrica, centrada em grandes ‘conquistas’ económicas ajude os que mais precisam dela. Nós temos em abundância, existem pessoas que carecem de meios de sobrevivência, porque não partilhar?
Hoje em dia verificamos que o país está mal, é um facto; a economia piora, a cada dia que passa, o desemprego aumenta, os salários não aumentam, o custo de vida aumenta e muitos de nós perguntamo-nos se arranjaremos emprego no fim do tão desejado curso. Anteriormente, ter um curso superior garantia imediatamente emprego, agora a realidade é muito diferente.
O cepticismo de uma sociedade descrente de melhorias é notório.
Uma sociedade repartida onde só os ‘grandes’ beneficiam.
As melhoras para uma sociedade em crise.



Ana Raquel Vieira
11ºE

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Atraso de Vida

Caro leitor, observando o título desta crítica, já deve imaginar qual o tema que vou abordar, o Nosso Amável Portugal.
Vivendo neste país, orgulho-me de dizer que somos recordistas. Recordistas de tudo o que é mau, recordistas das situações mais degradáveis da Europa.

Mas como diz o povo, "Os últimos são sempre os primeiros". Ao menos isso...
Será Portugal um país assim tão "desenvolvido"? Não vejo nada... Coincidência do "caraças"!!! Outros dez milhões, também não vêm... Acho que é preciso ir a Cuba, tratar os problemas de visão!!!
Ao longo dos últimos anos, Portugal tem coleccionado cada vez mais brilhantes recordes. É na Economia, é na Educação, é nas Finanças, é no Desemprego, é no Desenvolvimento e Progresso do País e, saliento ao caro leitor, que estes são apenas alguns.
Com um desenvolvimento incomparável a nível de recordes, temos de admitir... é absolutamente fantástico, este nosso Portugal.
Vejamos o seguinte exemplo: Se o caro leitor bem se lembra, Portugal e os "nuestros hermanos" (Espanha, para os mais ignorantes), entraram para a Comunidade Europeia, na mesma data. Mas, quando observamos Espanha, podemos tirar a seguinte e breve conclusão: Espanha, torna-se a cada dia, uma grande potência mundial. Portugal encontra-se, literalmente, na "MERDA".
Será que nem com tanto recorde, somos capazes de sair da cauda da Europa? Não, claro que não... porque viver em Portugal é um verdadeiro atraso de vida. E, como o povo diz: "o pior cego é aquele que não quer ver o que está a acontecer.




Ivan, 11ºB

sábado, 24 de maio de 2008

Sociedade “negra”




Se pensarmos bem, poucos de nós se preocupam com as sociedades antecedentes, e até mesmo, com as que ainda estão para vir. É como se o mundo girasse apenas, em torno de cada um de nós, cada um só se preocupa consigo, olhando apenas para o seu umbigo. Sem a mínima noção do que é ajudar quem quer que seja, é assim que vivemos.

Realmente, vivemos num país bastante egoísta. Quantas vezes passamos na rua, vemos uma pessoa necessitada e não está lá ninguém para a ajudar?! Quantas e quantas vezes são feitas angariações de fundos para ajudar os mais necessitados e algumas pessoas respondem “Não tenho tempo!” (sim, infelizmente, já ouvi!). Não há tempo para ajudar?! Então também não deveria existir um tempo para “destruir” o país. Sim, porque o nosso país está “destruído”, temos uma grande desigualdade de classes sociais, ou seja, temos pessoas que cada vez enriquecem mais, e outras que cada vez estão mais pobres. Afinal, que país é este se não temos sequer um minuto para ajudar os outros?! Se fosse connosco, com certeza que gostaríamos de ser ajudados. Mas lá vem a “velha história”, cada um só se preocupa consigo. Ninguém gosta de ouvir mas, alguns, fazem aos outros aquilo que não gostavam que lhes fizessem a eles. Ao fim e ao cabo não fazem, pois se não ajudam, em nada contribuem para que o país possa “evoluir”.
Além de tudo isto, vivemos numa sociedade em que muitas pessoas julgam estar ainda na “idade da pedra”. Mentalidades fechadas e pensamentos retrógrados predominam ainda na “cabeça” de muitos. Não somos um país moderno, e muito menos avançado. E da forma como as coisas estão, talvez nunca o chegaremos a ser.
Apesar de vivermos mal, em termos económicos (e não só), o país pode ainda ser considerado “feliz”, pois com todos estes problemas, ainda conseguimos sorrir.
Agora pergunto-me se, com esta sociedade, existem ainda motivos para sorrir?!


Sílvia Santos, 11ºE

Sociedade Estratificada

“Em nome do progresso, as sociedades do ter alimentam a inveja, a ambição desmedida, o egoísmo, o medo, a vergonha, o orgulho e a corrupção, enquanto as sociedades do ser prosperam através do respeito, da comunhão, do humanismo, da compaixão e da coragem. As sociedades do ter aprofundam o fosso entre ricos e pobres, entre poderosos e “pés descalços”, enquanto as sociedades do ser tendem a repartir riqueza com a máxima equidade”.

Li estas palavras com entusiasmo, publicadas num jornal, pois sabia que eram a pura realidade da nossa sociedade. E, portanto, decidi que seriam as palavras ideais para dar início à minha crítica, não incluindo os portugueses na sociedade do Ser, mas na sociedade do Ter.
Todos sabemos que Portugal é um país lento no que diz respeito a factos necessariamente questionáveis. O nosso país não é o causador dos problemas, mas sim as pessoas, pois possuem uma mentalidade retrógrada e são incapazes de ajudar quem necessita. Como todos ouvimos dizer: o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. Só sobrarão os mais fortes, aqueles que para sobreviverem passam por cima dos restantes de modo a agradar quem lhes convém, como exemplo disso temos os árbitros.
Portugal está em más mãos. Quem o governa tem uma única pretensão, o seu próprio bem-estar e o dos que lhe são próximos. Será que Portugal não vai evoluir? Ou será que não quer evoluir? Será que quer ficar para sempre conhecido como um país de retardados?
Está nas nossas mãos a oportunidade de mudar, de lutar e tornar Portugal um país melhor.





Luísa Rodrigues 11ºE

O pecador invisível




Há pouco tempo, a Igreja Católica publicou um artigo que indicava os novos pecados mortais pelos quais os cristãos devem pedir perdão. Para além dos famosos 7 pecados (que os pequerruchos têm de decorar na catequese: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça) apareceram mais alguns, como a manipulação genética, uso de drogas, desigualdade social e poluição ambiental.
Logo depois da publicação, em entrevista ao Observatore Romano, monsenhor Gianfranco Girotti, responsável pelo tribunal da Cúria Romana e pelas questões internas do Vaticano, diz que os pecados passaram a ser de dimensão social, pois principalmente no campo da bioética estão a violar direitos da natureza. Mas a manipulação genética não será boa para a religião? Podemos utilizar a clonagem para criar mais dois ou três papas, ou introduzir genes dos católicos “assíduos” e assim, daqui a pouco tempo, teríamos o mundo todo cristão.
Mas este “monsenhor” surpreende-me quando, relativamente ao uso das drogas, refere que “a droga enfraquece a psique e obscurece a inteligência, deixando muitos jovens fora do circuito da Igreja” - afinal o uso de drogas é pecado, pois o importante é os jovens irem à Igreja... a saúde dos jovens não importa. Tem lógica. Este senhor também referiu que na sociedade actual há uma grande desigualdade social porque os ricos tornam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Mas quanto dinheiro as pessoas dão para a Igreja? De vez em quando, lá tocam à campainha e dizem aquelas frases já gastas: “ Não quer dar uma esmola para a Igreja?”. Apenas mudam o destino do dinheiro: ou porque não têm dinheiro para realizar as festas populares, ou porque querem construir uma Igreja nova. Enfim, tudo para ficarem cada vez mais ricos (como na sociedade).
Talvez a Igreja tenha apresentado estes pecados para tentar esconder o que faz, mas acho que os pecados que publicitou ela mesmo os comete. Mas quem vai perdoar os pecados se são os próprios padres que os cometem? Vai ser o povo?


Rui Nelson, 11º A

Raça Mortífera





Assisti a algo que me sensibilizou, mas sobretudo, que me revoltou ainda mais. Teremos nós o direito de invadir a vida dos outros seres vivos? Só pelo facto de sermos racionais, não pensamos? [?]
Os costumes mudaram, as desnecessidades [?] também. Enquanto que no passado, num passado bem longínquo, a espécie humana, enquadrada numa rede alimentar, matava para sobreviver, no presente, neste presente macabro e assustador, mata para fazer sobreviver as necessidades do olhar e da inveja. Pergunto-me: - Como será o futuro? Talvez não exista.
Quanto aos costumes religiosos, diz-se que o mais adoptado pelos indivíduos é o catolicismo [?]. Quem a segue, crê plena e cegamente em Deus, não praticando o pecado, pelo menos à vista desarmada. Mas quando estes indivíduos se sentam para uma refeição festiva, não dispensam beber o sangue derramado de um inofensivo ser vivo, que nasceu para encher quem os digere. Estes grandes banquetes de que falo, não servem para enganar a fome, mas sim para matar o desejo louco e absurdo de querer sentir o paladar da abundância. Nestas alturas, esta gente pequena não se lembra, ou faz para se esquecer, das leis de Deus. Leis essas em que há o direito de abater para saciar a forte fome, sendo interdita a toma do líquido. Nesta sociedade desgraçada só se ouve e só se faz aquilo que se quer, não ouvindo e não fazendo aquilo que não lhes apetece.
Muitas realidades me revoltam. “Abriu a caça à foca”. Assisti à longa notícia, no telejornal. Espancar até à morte, uma foca ou outra vida, para muita gentinha é um acto de assistência [?], pois acham algo de surreal. Aquelas senhorecas bem apresentadas, com amontoados de pérolas e diamantes, por vezes de fantasia, não são assim, pois quando vêem um animal a ser morto desviam o olhar, porque sentem que se está ali a fazer uma grande crueldade. Mas, na prática, não olham a meios e são incapazes de não usufruir de um belo e rico casaco de peles. Como já dizia, por outras palavras, Sophia de Mello Breyner Andresen, num dos seus poemas, quem não gosta de ver nem de matar animais, também não deveria gostar de os comer, neste caso, não deveriam gostar de andar com eles às costas. Mas a mentalidade do povo é curta e está longe de progredir.
Teria motivos para escrever, quase, até ao infinito. Mas a mentalidade é curta [?].
Posso parecer uma pessoa dramática, mas peço a quem me critica (são várias as pessoas), que se ponha no lugar de um ser inocente, que apenas veio para ter umas curtas férias que a morte lhe proporciona e que possa ser portadora do mesmo tormento. [?]
Posso parecer uma pessoa sensível pela parte irracional [?], mas não, sou feita de uma revolta que me indigna.


Ângela Gandra, 11º B

Até onde vamos chegar?


Será que só paramos quando estivermos todos mortos, ou quando estivermos uns contra os outros...? Vivemos num mundo que está em constante mudança, mas numa mudança extremamente rápida. A nível político, social, ambiental, religioso.
Politicamente, focando principalmente Portugal, estamos a passar por uma fase em que os ministros conseguem com que toda a gente fique contra eles, seja pelo não cumprimento das promessas feitas antes da suas eleições, seja pelo fazerem o que mais lhes convém e não olharem aos interesses das pessoas, do povo.
Socialmente, podemos observar que as pessoas estão cada vez mais focadas em si mesmas e não nos outros, mesmo dentro das próprias famílias, cada um puxa o melhor para si, nem que para isso tenha que passar “por cima” de alguém.
As “pequenas” guerras multiplicam-se pelo mundo. Mas agora, pegando nas guerras, não serão elas um bem essencial à vida? Repare que, sem as guerras, não teríamos muitas das coisas que temos hoje em dia, como por exemplo a Internet. Quem conhece a história da Internet sabe que esta começou com o exército americano, para que os soldados pudessem comunicar entre si... Outro exemplo é o GPS, que também foi inventado para fins militares, entre outras tecnologias. Ao que nós chegamos, a ser preciso morrer gente para conseguirmos algum desenvolvimento tecnológico!
Mas há mais, ambientalmente falando estamos mesmo, mas mesmo, muito mal. Isto do aquecimento global tem muitas consequências más que a maioria das pessoas nem imagina. O que umas pessoas pensam é que a temperatura está a aumentar e, por isso, o gelo dos glaciares está a derreter e mais nada. E o resto? A extinção de inúmeras espécies de animais plantas? A destruição de milhões de habitats? E todas as outras consequências? Não é estranho que vulcões que não estavam em actividade há milhares de anos comecem agora a dar sinais de vida, locais onde não nevava mais de setenta, oitenta anos neva hoje em dia, inúmeros furacões todos os dias, uns com mais intensidade do que outros,sismos com muita frequência. Isto tudo são consequências directas e indirectas do que nós estamos a fazer ao nosso planeta.
Religiosamente, não estamos tão mal... ou será que estamos? Será que os padres hoje em dia são fiéis seguidores da fé de Deus? Sim, claro que são! Eles estudam para isso! Mas, infelizmente, nem todos cumprem com os seus deveres. Vemos regularmente na televisão casos de padres que cometem pedofilia. Ou, se não vemos, é porque os casos são abafados... pois, claro que fica sempre mal dizer que o senhor abade fez indecências com uma criança que foi tão adorada por Jesus, ou, que já não fica tão mal e até se fazem filmes sobre isso, que é dizer que, o senhor abade cometeu indecências com uma mulher adulta!
Como podemos ver, em tudo o que nos rodeia, e com tudo com o que nós lidamos diariamente, está a haver uma brusca mudança no sentido de piorar as coisas. Por isso, acho que devemos reflectir um pouco no que fazemos para assim vivermos todos num mundo melhor.


Tiago Luso Coelho, 11ºC

“Se eu não gostar de mim, quem gostará?”


Civismo é uma palavra que temos de integrar no nosso ADN.

Oh gente que só sabeis criticar o nosso país, Portugal! Eu pergunto "porquê"? Se o único problema és tu… Vós, nós e até eu não fujo à regra… Mas, principalmente, vós que criticais, que falais, mas não fazeis mais nada, nada para mudar ou tentar mudar… “Falas, falas, não te vejo a fazer nada, com certeza que fico chateado!” …
Hoje saio de casa para a escola, acordo com mais uma discussão matinal, esta minha juventude não quer ficar em Portugal, porque não há oportunidades, porque não há isto e aquilo… Como esta juventude já tem a cabeça feita! Eu só respondo “sim, é por pessoas como tu que Portugal está como está” … Juventude que já aprendeu a criticar, cabeça feita de casa, na escola, em todo o lado …
De tarde passei no café, lá estavam os mesmos clientes de sempre, “velhotes” que vão passar o seu tempo ao tasco, lá estavam eles, a tagarelar mal (como sempre) da política, um assunto que este povo adora criticar. Sempre a deitá-los [?] abaixo. A piada é que está nas mãos deles fazer alguma coisa, votar, - é esse o dever da sociedade - muitos que criticam nem se dão ao trabalho de votar. É como tudo na vida desta gente: “votar? hoje está a chover, não me apetece sair de casa, o fulano que vá”. E como tudo fica para o “fulano”... “reciclar? Para quê? se o outro não recicla”, “manifestações? Para quê se o sicrano não vai”, “votar? Para quê, se não vai valer a pena o meu voto” … Esta país que tem preguiça de levantar o cú da cadeira, é mais fácil falar … Agir, fica para o vizinho …
O civismo tem de começar dentro de nós, nas nossas casas, no que transmitem os nossos pais. Falta exigência connosco mesmos. Em trinta anos de democracia aprendemos a reclamar os nossos direitos, mas não temos vontade de cumprir os nossos deveres.
“Se eu não gostar de mim, quem gostará?” - se os Portugueses não se sentem bem no seu país, se não lutam, se não fazem nada, quem fará ?!


Sara Guimarães, 11ºE

Educação em vias de extinção

Hoje em dia, não há educação! E se há, é pouca! Os filhos acabam por fazerem o que querem!
Mas onde será que se encontra a educação? Na esquina do lado? Ou talvez no outro lado da cidade? Será? Não! Isso é óbvio! Hoje em dia, quase não existe educação! Ela anda perdida, talvez refugiada num pequeno canto do nosso Universo.
Acreditem ou não, há filhos que agridem os pais. Saem quando querem e chegam às horas que bem lhes apetece! Para eles os pais tem a função de um género de banco. Aberto 3600 segundos por hora, 86400 segundos por dia e 604800 segundos por semana.
Antigamente, os filhos eram uma fonte rentável para os pais [?], hoje em dia, são os pais!
Os pais acabam por ser “chicoteados” pelos filhos, quase todos os dias, para darem dinheiro, ganho através do seu esforçado suor, e claro, é mais que essencial para a vida dos nossos queridos jovens, pois eles não podem sobreviver sem ir ao café todos os dias tomar o pequeno-almoço, ou sem aquela roupa de marca, trés intéressant que todos os jovens invejam!
E vocês, caro público, já pensaram como se sentem alguns desses pais?
De certeza que alguns não! Já imaginaram o esforço que eles fazem para, ao fim do mês, trazerem dinheiro para casa! Para vos alimentar, para vos dar todo o conforto possível, e muitas vezes cansados, ao fim do dia, prestar-vos atenção!
No que toca educação, infelizmente, há de tudo. Relembrem-se dos casos de agressão aos professores que houve recentemente. Continua a haver, infelizmente, devido a um objecto não identificado, com aproximadamente 10 centímetros de comprimento, que pode assumir varias cores e que, pelo que se sabe, tem como função realizar chamadas e enviar sms.
Acham que um objecto tão pequeno, merece um acto tão repugnante, como o que aconteceu? Afinal os professores são uma grande via de desenvolvimento, uma vez que promovem o ensino, e se os pais não conseguem controlar os filhos, não vão ser os professores que vão fazer “milagres”! Há que falar também da questão de respeito, sobretudo, pois nem os pais, professores, ou qualquer ser humano merece ser agredido. Isto é uma injustiça!
Para finalizar, acrescento que nem todos os jovens, hoje em dia, padecem de este mal, a falta de educação. Há necessidade que todos os jovens, e todos nós, reflectamos, pois a educação é um factor muito importante, tanto da nossa vida pessoal, como social.



Sara 11ºB