domingo, 21 de outubro de 2007

O mundo que encanta e desencanta




O mundo da grande escritora J. K. Rowling volta-nos a espantar com a chegada do último livro da série do mais famoso mago de todos os tempos, Harry Potter.

Neste novo livro, a autora nao só explorou ainda mais o mundo fantástico da imaginação, como também conseguiu dar um grande final à trama, pois nunca se sabe o que irá acontecer até ao final.

Neste livro, o nosso jovem mago (Harry Poter) conta com a ajuda dos seus amigos (Hermione e Ron) para destruir os Horcruxes (pedaços da alma de Voldemorte), como também para desvendar segredos tão malignos e obscuros que remontam ao início dos tempos, que puderam metê-los [???] como mestres da própria MORTE.

Penso que todos os fãs ficarão satisfeitos com este último livro, que não pára de nos supreender. Se fosse a vocês corria já para comprar um, pois podem chegar lá e já terem desaparecido... por obras [artes] mágicas.

Rui Lima 11ºC


sábado, 20 de outubro de 2007

CSI: Criminalistas Sem Investigarem



Todos conhecem a série que "aprisiona" imensos espectadores à televisão e à Internet, uma série com vários desdobramentos: CSI Las Vegas; CSI Miami; CSI Nova Iorque.

CSI é uma série de investigação criminal, em que não se sabe muito bem como é que conseguem encontrar criminosos em 2 ou 3 dias, depois dos crimes.

Na nossa actualidade [realidade], quando um crime acontece, [sujeito?] demoram vários dias até começarem a investigar (talvez por culpa da burocracia, ou talvez não). Depois os resultados de análises conseguem demorar várias semanas ou até meses até serem conhecidos, os inquéritos e todas a complicações, fazem com que estes cheguem a demorar vários meses, ou até anos, e alguns sem uma conclusão.

Como será que estes investigadores conseguem fazer tudo isto em tão pouco tempo?

Esta série também fez com que profissões, tais como, medicina legal, ciência forense, entre outras, que até então estavam ameaçadas de extinção, começassem a ter jovens, já a estudar, para se tornarem futuros profissionais nesta área.

É óbvio que tinham que ser os EUA a inventar uma série tão futurista. Nos EUA, esta série está a ter grande sucesso... entre criminosos. É que o CSI está a consegui que criminosos consigam cometer crimes sem que deixem provas para que sejam incriminados, pois estes andam a "estudar" os episódios para "aprederem" como se realiza um "crime perfeito".

É também conhecido do público geral que 75% dos crimes resolvidos na série têm uma base verídica. Será que as pessoas envolvidas , directa ou indirectamente, nesses crimes, têm o dever de os verem ser tornados público?

Porque será que ninguém pensa nestas questões?


Cátia Vanessa 11ºC

No Signal


Foi no decorrer do ano de 1926 d.C. , que um homenzinho de saias, o escocês John Baird, inventou aquilo que pelo menos até hoje, nós chamamos de televisão. Este aparelho foi evoluindo (conseguindo mesmo chegar a Portugal!), e fez chegar até nós os mais variados, e acima de tudo, os mais importantes acontecimentos da História da Humanidade: o americano que segundo dizem foi MESMO à Lua, a queda daquele monte de pedra na Alemanha, o discurso do King, o descuido da Paris Hilton, que ACIDENTALMENTE mostrou o mamilo, Oops acho que isto não estava na lista, mas deu audiências, portanto que se lixe!!

Mas o grande salto da TV foi quando esta começou a ser utilizada naquela pequena província de Espanha, que D. Afonso Henriques conquistou (por motivos alheios às estações portuguesas é impossível fornecer imagens televisivas). É verdade, quem não se lembra da memorável epopeia dos Palancas, oh também quando mostraram aquele monte de pessoas a fazer barulho em meados da Abril, a emissão da adesão tuga à UE , as transmissões memoráveis dos Jogos Sem Fronteiras, dos Festivais da Eurovisão! AH GRANDE RTP !!!

Depois veio a SIC e a TVI, e por fim a TV por Cabo! Ora o que me pediram, aliás o que me obrigaram a fazer, foi elaborar uma crítica sobre um filme ou programa que me tivesse marcado e não contar a Historia da Televisão. Mas vá, quem sou eu para criticar um programa ou filme, que tanto trabalho deu ao seu criador, que derramou sangue e lágrimas para nos fazer chegar o seu tão obsoleto trabalho. Nada melhor que dedicar o meu tempo à televisão portuguesa. Temos 4 canais generalistas que procuram ter programas interessantes para nos ocupar grande parte do tempo e agradar toda gente. Mas, como falamos da TV portuguesa, temos apenas 4 canais generalistas que emitem programas exactamente iguais, à mesma hora. Eles de generalistas não têm nada, já que visam sempre o mesmo público. Enfadonhas e fatigantes são aquelas emissões que se estendem pela manhã e voltam à tarde.
Depois, há sempre as notícias. São iguais durante dias e, de um dia para o outro, todo mundo as esquece.
Ah!... e depois temos as novelas. Sempre os mesmos actores com os mesmos tiques tristes, a contar mais uma história à boa maneira mexicana /venezuelana. UhUh e a TV continua a descer com aqueles reality-shows que enriquecem as nossas pobres mentes, e nos mostram como é bom viver numa quinta ou talvez num circo.
Pergunto-me porque é que as boas séries e filmes passam tão tarde, à semana…

A verdade é que estamos cada vez mais próximos da sociedade americana, alimentando uma cultura ligada aos escândalos e ao jornalismo sensacionalista que não tem mais nenhum objectivo do que deformar as nossas mentes.

Gonçalo Larangeira, 11ºG

Sem Espinhas... Tudo o que podia ser este livro é...


Ninguém Escreve ao Coronel

Gabriel Garcia Marquez

Alegorias do mal viver, ou do viver bem uma má vida, podiam ser, perfeitamente, o título desta obra. O autor conseguiu com este livro transpor perfeitamente a barreira do papel, utilizando uma escrita de tal forma descritiva que, seguramente, todos os afortunados que o leram se acharam a imaginar o cheiro a terra molhada num ar quente, abafado e saturado de pobreza.

Este conto, um dos primeiros de Gabriel Garcia Marquez, desenrola-se em volta da vida de um Coronel de uma Revolução que tem um Galo de combate e espera uma Carta. O Coronel é já velho e quase tão doente como a sua esposa, a Revolução foi há mais que uma vida atrás, o Galo é a herança do filho, cuja vida começou e feneceu durante a epopeia da Carta, sendo esta supostamente uma pensão vitalícia para quem deu a vida pelo remetente.

Este conto retrata de forma mais que perfeita a vida de um velho, em toda a extensão da palavra, que viu a sua vida perder sentido com o desaparecimento de tudo o que conseguiu durante a mesma, e pior, um velho orgulhoso, com todas as virtudes contrárias às anátemas que foi recolhendo.

A sua existência resumia-se a tentar arranjar um punhado de milho para o galo, algo para por na mesa, pelo menos um par de vezes por semana, e ir todas as sextas-feiras esperar o homem da barca, que supostamente lhe traria o pináculo da sua vida, selado num envelope de papel.

Bruno Senra, 11ºG


BÊ-A-BA



Para dar início ao meu breve artigo crítico devo só explicar um ponto fulcral: eu quis matar o senhor Hans Weingartner (Goodbye Lenin). E porquê? Porque este é, na minha opinião, um muito bom realizador austríaco. Não, não sou chauvinista. É que, como estudante de alemão, fui remetida para o anfiteatro da escola a fim de ver OS EDUKADORES (justamente na aula dos 135 minutos, que sagra...erradamente deveria ocupar a dormir). Pois são evidentes os meus motivos: em vez de me comprazer num (klein) descanso, colei os olhos (e o cérebro e tudo o que de Liliana havia) à tela, durante todo o filme, obtendo uma complexa (Senhora) Lição.

Os Edukadores (protagonizado por Daniel Bruhl), retrata a história de três jovens personagens com uma visão política tendencialmente liberal, que não se limitam a criticar o sistema capitalista: eles põem em causa todo o conceito de liberdade (a vários níveis, entenda-se) num mundo economicamente globalizado… o que lhes confere o estatuto de revolucionários… ou terroristas.


Com bastante acção e retórica, as diversas personagens vêem-se estranguladas num regime quase despótico por si mesmo: um círculo vicioso de conflitos morais, em que uns fraquejam pela adesão – e os outros, que assistem abismados ao fosso para o qual a Humanidade mergulha, radicalizam a sua posição, com o intuito de disseminar valores maiores.


Privilegiando a Moral como tema mestre, o filme reserva lugares interessantes para a idiossincrasia de cada personagem, como para a banda-sonora: embora a musicalidade seja pouco presente (suportando a austeridade), somos banhados com a Hallelujah, qual cereja no topo do bolo.


Extasiada e a repetir a plenos pulmões JEDES HERZ IST EINE REVOLUTIONARE ZELLE, aconselho a que vejam o filme… ou invado-vos as casas...





Liliana Freitas, 11º G




sexta-feira, 19 de outubro de 2007

“Floribella” cada vez pior !




Há pouco mais de um ano, a estação de televisão SIC tentou fazer com que as suas audiências subissem em “flecha” ao passar a telenovela “Floribella”, para conquistar o público português.
Uma telenovela feita a pensar essencialmente em miúdos, mas também em graúdos. Foi com esta telenovela que a estação decidiu uma vez mais tentar a sua sorte, mas sem sucesso, visto que, hoje em dia, é vista por muitos como uma verdadeira “palhaçada”.
A princípio poderia parecer uma telenovela com alguma magia, para cativar os mais novos, fazendo-os acreditar em contos de fadas e coisas do género. Mas, como tudo na vida, esta telenovela perdeu também a sua pouca piada, pois como diz o ditado “o que é demais enjoa.” E cá estamos nós, nos dias de hoje, a “gramar” ainda este “tremendo circo” que passa todos os dias na SIC.
Na minha modesta opinião, esta telenovela tem uma estrutura completamente ridícula. Quem, nos dias de hoje, acredita em bruxas, fadas e outros milagres relacionados com as mesmas?! Quem acredita em árvores que falam e em espíritos capazes de encarnar nas pessoas?! Agora, pergunto-me se haverá alguém que ainda perde algum do seu precioso tempo a assistir a esta telenovela… Será que existe alguém?!
Desde já quero felicitar a SIC, por ter atingido o mais baixo nível ao passar esta telenovela, apenas para alcançar um pouco mais de audiências.




Sílvia Santos 11ºE

Irmão que salva irmão tem 100 anos de perdão



Prison Break não é mais uma série é a série. Prison Break é uma genial, intrigante e envolvente série que se passa numa prisão. É um drama recheado de suspense e tensão que apresenta o mundo dentro de uma prisão, que é bem mais complexo do que todos imaginam.

Esta série conta-nos a história de Michael Scofield (Wentworth Miller), um homem desesperado numa situação extrema. Seu irmão, Lincoln Burrows (Dominic Purcell), está no corredor da morte e será executado, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem opções e sem muito tempo, Michael assalta um banco para que ser preso e levado para a penitenciária estadual onde o seu irmão está preso, Fox River. Uma vez lá dentro, Michael (um engenheiro civil com as plantas da prisão tatuadas no corpo e uma inteligência bem acima da média) começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar a inocência dele.

Prison Break é uma série de ficar colado ao sofá, gravado e rodado numa das prisões mais famosas do mundo a "Juliet,Ilinois" nos E.U.A, cujo "único" defeito é a sua banda sonora que podia estar um bocachinho melhor.

Prison Break é uma série a não perder, principalmente, para os amantes do suspense, em que ao fim de cada episódio só dá vontade de ver o outro.



Michael Silva, 11º A

A vida por um fio...



Strings, é um filme dinamarquês de 2004, realizado por Anders Rønnow Klarlund, e tem o mérito de ser a primeira longa metragem exclusivamente “interpretada” por marionetas, em que os próprios fios das marionetas fazem parte do argumento. Precisou de 4 anos de preparação e 23 semanas de filmagens. A ideia surgiu quando Anders Klaklund queria fazer um filme sobre terrorismo e como os EUA reagiram aos atentados de 11 de Setembro.
A morte do imperador The Kahro, e uma trama pelo poder, levam Hal Tara, o filho do imperador e herdeiro do trono, a deixar a segurança da cidade de Hebalon na busca do seus maiores inimigos, e presumíveis responsáveis pela morte do imperador, os Zeriths. Durante a sua demanda de vingança pelo seu pai, Hal descobre a verdade sobre o seu passado e o seu povo…
Munido de excelentes “actores”, que se poderão dizer bicéfalos (é de louvar todo o trabalho por parte dos titereiros e também dos actores que fazem as vozes), e aliado a uma excelente história, num mundo em que “fios do Céu criam toda a vida na Terra”, Strings é sem dúvida uma excelente produção, digna de todos os recursos e tempo gastos.
Nuno Areia 11º C

O amontoado de chamadas de um estranho




O realizador dos bastante aceitáveis filmes Tom Raider e Con Air, Simon West, estraga a sua mini-reputação, aventurando-se no “difícil de satisfazer” género de Terror. Lança, então, “When a Stranger Call” (chamada de um estranho), com a medíocre, irrisória, mas bonita, Camilla Belle, que tenta protagonizar uma indefesa adolescente com implantes mamários.

Este filme é mais uma das tentativas fracassadas de plágio de “Screen”, onde uma simples adolescente tem problemas em pagar as contas de telemóvel (pois a seguir a ter bateria no telemóvel, este é o segundo problema dos adolescentes), emprega assim o cargo de tomar conta de duas crianças, para saldar assim as suas inúmeras despesas. Ao longo dos primeiros 20 longos e estafantes minutos do filme, o protagonista (telefone) entra em acção de 30 em 30 segundos, tornando assim o filme mais expectante para os assistentes de linhas telefónicas. Contudo, surpreendentemente, durante os seguintes 30 minutos, a acção está ao rubro, o telefone começa a tocar de 20 em 20 segundos, recebendo a adolescente ameaças e indicações contínuas. Admiravelmente, inicia-se o que não se esperava, um sucessivo jogo do gato e do rato, com um rato bonito e com implantação mamária [???]. Enfim, no meio desta bola de neve de clichés, servirá de consolo a majestosa e magnífica habitação onde se desenrola a “acção”, que é um regalo para os nossos olhos. Aconselho então, quem gosta de assistir e/ou ter uma boa conversa ao telefone e que esteja a pensar em construir uma habitação, a ver este esplendoroso e magnifico “filme”.


Luis Loureiro, 11ºB

A LUZ DE PARIS!


Era uma vez Paris, uma cidade conhecida pelas suas luzes ofuscantes de beleza, pelo seu glamour incondicional, chefes de cozinha “parfect”,”oui,oui”. Porém nascia uma outra Paris a 17 de Fevereiro de 1981 em Nova Iorque. Hilton, Paris Hilton, um ser humano conhecido por ser reconhecido em qualquer parte do mundo, uma rapariga de cabelos longos e louros, olhos azuis, corpo esbelto e diamantes na carteira. E assim fez-se a futilidade em pessoa. Paris tem como “empregos” ser actriz, modelo, empresária e cantora, dedica-se 100% a todas estas actividades, mas é pena o resultado não ser tão óbvio. O seu passatempo preferido é gastar dinheiro, mas deixando ironias à parte, Paris Hilton representa tão bem, ao ponto de ser nomeada para pior actriz do ano umas duas vezes. É uma cantora sensacional, capaz de fazer frente à Mariza, é pena nunca ter sido convidada para cantar em grandes eventos musicais. Herdeira de uma das maiores cadeias de hotéis a nível mundial, foi entre estas que cresceu.
Neste Verão, Paris, por algumas infracções, foi para a cadeia “de grades”, onde pode continuar o seu crescimento, porque a lei, minha gente “toca a todos”.
Mas acredito que se o seu nome fosse Etiópia Hilton, talvez a sua vida de “socialite” e colorida ficasse com uma só cor, negra, o seu glamour tornar-se-ia em humildade, o seu dinheiro em areia, em pó.


Porém, como não posso escolher o nome que tenho, contento-me com o meu!!!


Mariana Cassamá 11ºG