Será que todas as pessoas têm direito a estas oportunidades? Ou a conta bancária influencia muito? Pois agora a sociedade é um local onde os interesses se sobrepõem ao valor real das pessoas. Mas podem dizer que “o sonho comanda a vida”, que é verdade. Este filme ensina muitas lições de vida, como, por exemplo, que não devemos de desistir dos nossos sonhos pois, quando tudo parece perdido, há sempre uma chama acesa.
Este é um espaço para os meus alunos de Português... os que o são, os que o foram... os alunos da Escola Secundária de Barcelos... (e seus amigos que, se "vierem por bem", serão muito bem recebidos!)... Poderá vir a ser um ponto de encontro, onde a palavra escrita imperará, porque acreditamos, ao contrário de Torga, que escrever não é "um acto inútil"... inútil é calar.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Império dos Sonhos
Será que todas as pessoas têm direito a estas oportunidades? Ou a conta bancária influencia muito? Pois agora a sociedade é um local onde os interesses se sobrepõem ao valor real das pessoas. Mas podem dizer que “o sonho comanda a vida”, que é verdade. Este filme ensina muitas lições de vida, como, por exemplo, que não devemos de desistir dos nossos sonhos pois, quando tudo parece perdido, há sempre uma chama acesa.
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Senhor dos Anéis

Realizador: Peter Jackson
Género: Guerra/Aventura
Actores: Sean Bean, Orlando Bloom
O filme “Senhor dos Anéis” é uma trilogia rodada na Nova Zelândia. Baseado no livro de J.R.R. Tolkien, com um elenco de luxo como Sean Bean, Hugo Weaving e Orlando Bloom, entre outros.
Foi bem realizado e isso manifestou-se no sucesso que teve, sendo capaz de superar as expectativas dos fãs e da academia dos Óscares, pois teve 11 Óscares, entre os quais de melhor filme e de melhor actriz.
Muito longe de ser uma história real, pois não existem árvores falantes nem muito menos feiticeiros, poderá dizer-se que é um sonho ou pesadelo do realizador transformado em filme, já que este dedicou sete anos da sua vida profissional ao mesmo.
A banda sonora é adequada a cada momento, fazendo com que os espectadores se sintam personagens secundárias.
O elenco foi extraordinário, pois conseguiu fazer com que o “irreal” fosse [se tornasse] real para os espectadores.
É pena que Peter Jackson, tenha realizado este filme com intuito de ter fama e poder económico, e não com “paixão” à sétima arte. Apesar de ter prestígio junto do público, não conseguiu passar nenhuma mensagem concreta.
Assim, o bom cinema perde muito com este tipo de filmes, que são realizados com um fim tão pouco digno.
“Senhor dos Anéis” foi uma grande revelação.
Diana Fumega, 11ºG
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O Reino
É esta a premissa inicial de “O Reino”, o novo filme de Peter Berg, um dos filmes mais esperados desta estação. Juntando no seu elenco nomes sonantes como Jamie fox, que se começa a impor como um dos nomes mais requisitados para este tipo de filmes nos EUA, Jenifer Gardner uma veterana de filmes de acção, Chris Cooper e Jason Bateman, este é um filme que aborda um tema actual: o terrorismo.
Este filme consegue contudo passar um pouca a fronteira do simples filme de acção dando-nos uma perspectiva politica do problema e do conflito entre duas culturas enquanto estas tentam trabalhar no mesmo sentido, sem nunca perder o rumo da narrativa e sem descurar as sequencias de acção que são umas das melhores partes do filme.
Uma das surpresas do filme é a interpretação de Ashraf Barhom no papel do coronel Al ghazi, responsável da policia local pela investigação, que consegue transmitir os sentimentos de toda uma comunidade que apesar de combater o problema do terrorismo não tem o reconhecimento da comunidade internacional.
Consegue ser um bom filme, conseguindo contar uma história que se poderia tornar banal, de uma maneira consistente e criando suspense além do óbvio.
Tiago Barbosa 11ºB
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A culpa é da Tvi!

Até aqui tudo bem, eu não ligava nenhuma à Tvi e fui para a minha Mtv. Qual foi o meu espanto quando, no outro dia, abri a revista que estava a ganhar pó na mesinha da sala, a “Maria”, para fazer o sudoku e resolvo dar uma vista d’olhos muito rápida pelo meio. O que encontrei fez-me dar voltas ao cérebro, mas ao menos deu-me um tema para a crítica que tinha que escrever para português. Era uma sondagem entre os 3 mais conhecidos canais abertos portugueses, de quem tinha tido mais audiências naquela semana e quais os programas desse mesmo canal que foram mais vistos.
Como eu estava a dizer, o meu espanto foi que o canal mais visto era, precisamente, a Tvi, com “As Tardes da Júlia”, em terceiro no ranking e o supra-sumo “Morangos com Açúcar”, em segundo. Mas está tudo tolo? É isto que o povo português anda a ver? O canal que, até nas notícias, passa mais notícias sobre o José Mourinho do que sobre o aumento do preço do petróleo, com mais tertúlias cor-de-rosa e publicidade que programas informativos e debates era o mais visto (com larga margem) pelos portugueses.
Uau! É assim que o país anda para a frente? Preferimos uma “A ilha dos Amores” (muito interessante) aos “Prós e Contras”?
André Matos, in qualquer uma menos a “Maria” (11º A)
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Entusiasmo pago!

Um destes dias dei por mim ( eu que não sou nada dada a este tipos de anúncios futebolísticos ) a seguir o novo anúncio do Benfica.
A minha alma ficou estupefacta! Não pelo facto dos jogadores jogarem bem ou algo do género, mas pela mensagem do anúncio. Este visa promover a adesão ao cartão de sócio do clube, oferece anuidade e bilhetes para os jogos, nada fora de série - digamos que, o que captou realmente a minha atenção, foi a sua nova promoção.
A nova técnica de marketing consiste em oferecer aos assinantes do cartão de sócio 2€ por cada golo que o clube marque.
Certamente esta medida levará mais adeptos a aderir ao dito cartão e, consequentemente, a ver os jogos.
Tenho como óbvio que, depois disto, cada jogada será vivida com uma dose de entusiasmo bastante mais elevada, na esperança que os “nossos” queridos meninos nos encham os olhinhos de golos.
Uhm… Que entusiasmo estonteante!!!!
Algo que me apoquenta é a paga. Será que o clube possui fundos para pagar a tantos adeptos?!? Visto que há bem poucos meses atrás, este estava em risco de ser “vendido” a um accionista…
Mas digamos que talvez possa pedir um empréstimo, desses fáceis, com juros baixos, basta uma mensagem…( Como apregoam na publicidade. )
Será que o amor pela “bola”, que desde sempre faz parte da vida do povo português, um dia os vai deixar com mais dinheiro no bolso?? É que até hoje sempre se verificou o contrário…
Estaremos perto da mudança?
Qualquer dia isto ainda se torna uma “bolsa de mercados”!!!
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The Hard Corps

Realizador:Brad Krevoy e Donald Kushner
Género:Acção
Origem:EUA
Actores Principais: Jean-Claude Van Damme, Vivica A.Fox, Raz Adoti, Viv Leacock, Peter Bryant, Adrian Holmes, Mark Griffin, Ron Selmour...
É sobre o quê?
Os actores Jean-Claude e Vivica A. Fox unem-se pela primeira vez neste filme cheio de acção.Van Damme é um soldado especial (Philip Sauvage) numa missão no deserto.
A certa altura, Sauvage foi contratado para proteger um reformado jogador de "Boxe", Wayne Barclay, e a sua família, de um "rapper" que saiu da prisão procurando vingar-se deste, pois Barclay tinha sido o principal responsável pela sua detenção. Para assistir à protecção da família, Sauvage forma uma equipa de jovens lutadores e de alguns soldados. A esta equipa dá-se o nome de "The Hard Corps".
Um filme bem redigido [dirigido?], com actores fantásticos, e com uma banda sonora apropriada ao género.
Por isso, dou os meus parabéns ao Brad Krevoy e ao Donald Kushner(realizadores).
Rosa Daniela 11ºG
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Casamento de Pesadelo...

Iniciou-se há pouco mais de duas semanas um “reality show” na TVI que se intitula “Casamento de Sonho”. Este programa consiste em manter catorze casais, fechados numa mansão, em provas, durante três meses, sendo todas as semanas expulso um casal. O casal que chegar ao fim terá como prémio o casamento e a lua-de-mel pagos e mais cem mil euros.
A nova aposta da TVI foi comprada a uma cadeia televisiva norte-americana.
Desde já dou os meus parabéns à produção deste programa, pois é uma das produções mais ridículas alguma vez vistas na televisão pública portuguesa, não desconsiderando também a escolha da apresentadora, que não se enquadra num programa daqueles, primeiro por esta ser muito subjectiva, e segundo, pela sua pergunta habitual, que passo a citar: “Que almoçou hoje?” algo que não se enquadra num programa que passa à noite.
Os casais são autênticas marionetas, pois deixam-se manipular pela produção, vêm a público expor a sua intimidade e o que de bonito tem uma relação. Já para não falar na mansão em que vivem, que parece o mercado municipal, com cada um apregoar o seu produto, e trocando lamentos entre si, como fazem os comerciantes quando o negócio não corre bem.
É tempo desperdiçado ao ouvir juras de amor eterno, sendo a eternidade, para estes casais, três meses, ou até, bem considerado, um puro jogo, em que o dito amor não passa de dados ou cartas lançadas num jogo de poker…
E, como diz o Sérgio Sousa na revista VIVA+, do dia doze de Outubro de 2007: “ Se o casamento é uma estrada, como dizem os postais chineses, então aquela gente meteu-se no IP4 e em contra mão”.
Inês Fernandes 11º G nº 9
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domingo, 14 de outubro de 2007
Quanto mais velho melhor…

Assim é o clássico La Amistad, que em 1997, Steven Spielberg se encarregou de trazer ao grande ecrã. De sua realização, marca a estreia do realizador na DreamWorks. Diga-se de passagem, que Spielberg não poderia ter feito melhor escolha, já que da luxuosa combinação de Morgan Freeman, Anthony Hopkins, Matthew McConaughey, Djimou Hounson, Pete Postlethwaite, Anna Paquin, Chiwetel, Ejiofor, entre muitos outros, resulta uma grandiosa produção, que conseguiu a indicação para quatro óscares da Academia como melhor actor coadjuvante (Hopkins), melhor música, melhor figurino e melhor fotografia.
Baseado numa história verídica de 1839, este filme retrata a saga de uma embarcação negreira vinda de Cuba que, durante a viagem, organiza um motim, sob a liderança do negro Cinqué (Hounson), deixando apenas dois dos traficantes vivos. Na esperança que os espanhóis os conduzissem de volta à sua terra, em África, entregam-lhes o controlo do barco, acabam por ser capturados pela guarda costeira norte-americana. Em terra, presos e sujeitos a julgamento, vêem-se no meio de um jogo de interesses financeiros e políticos, salientando-se a luta entre abolicionistas e conservadores. Acabam por ser apoiados por Theodore (Freeman) e Tappan, dois abolicionistas que, juntamente com Roger Baldwin (McConaughey), um ambicioso advogado, fazem tudo para devolver a liberdade aos escravos, desde quebrar os entraves da comunicação, pois os negros falam Mende, até mesmo recorrer à ajuda de um velho ex-presidente dos EUA, John Q. Adams (Hopkins), quem acaba por ter um papel decisivo no desfecho da trama.
La Amistad é uma brilhante produção, que inteligentemente conjuga vários aspectos de grande relevo que giram em torno da escravatura. É, sem dúvida, de salientar a maneira cordial como a realidade interesseira do sistema legislativo é denunciada, contrapondo-a com a desesperada defesa de valores morais supremos, urgentes para a sobrevivência e convivência. O poder é desafiado pela luta pela igualdade dos homens e consequente atribuição a todos daquela que é a verdadeira condição humana: a liberdade.
Destaca-se, assim, Anthony Hopkins, num desempenho brilhante e comovente, em que representa a sabedoria, a dignidade, a honestidade, a honra que não apenas um patriota, mas acima de tudo um homem devem ter. Para além deste, todo o restante elenco consegue interpretações tecnicamente, ao ponto de conquistar totalmente a plateia.
Em suma, Hopkins, tal como La Amistad, pertencem à fabulosa velha guarda do cinema que permite afirmar que quanto mais velho melhor!
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Vida boa a nossa? Claro que não!
Relativamente, toda a gente acha que vive mal por alguma razão, os miúdos queixam-se que os pais e, até mesmo professores, lhes dão umas “sapatadas”, que são apenas para os repreender. Quanto ao caso dos professores baterem cada vez mais, esse assunto tornou-se capa de jornais, porque quase todos os dias professores são suspensos por serem acusados de bateram num aluno e a grande maioria das vezes sem razão. Então, imagine que vive numa casa com mais 5 irmãos, um deles é rapaz, na Cisjordânia. Acha que teria uma vida do género da que tem todos os dias?
Se acha que sim, vou desiludi-lo, pois nós queixamo-nos do pouco que temos, mas existem pessoas com muito menos que nós.
Este testemunho leva-nos a uma realidade diferente da nossa, onde não levar com o cinto ou com a bengala era algo estranho, pois toda a gente (do sexo feminino) já estava de tal modo habituada que, se tal não acontecesse, algo se passava.
Esta obra está muito bem conseguida, pois a autora conseguiu contar pormenorizadamente tudo aquilo que passou, por muito que custe voltar ao passado, mas em contrapartida esta obra contem alguns erros ortográficos.
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A Lista de Schindler
Eduarda Trigueiros 11º G
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