quinta-feira, 22 de março de 2007

Viagem ao mundo da droga de Charles Duchaussois



Charles Duchaussois descreve neste livro a terrível experiência de um drogado, a partir da sua vivência pessoal. Vagabundo, traficante, marginal em relação à sociedade, aventureiro internacional profundamente envolvido no negócio, Duchaussois, ele próprio um viciado, chegou à derradeira miséria física e moral.

Em França, no Médio e no Extremo Oriente, o autor narra uma vida entrecortada de incidentes, dos quais a pouco e pouco, principia emergir. E desse modo, o que era descrição de uma queda vertical no abismo, é também a narrativa de uma recuperação, se não mesmo de uma cura. Duchaussois faz-nos viajar ao mundo da droga para nos mostrar a degradação a que nos conduz.


Cristiano Ferreira 10º G

A dor da distância!!!

Esta foi, sem dúvida, a mais bonita história de amor que alguma vez li. Trata-se de uma rapariga que conheceu o grande amor da sua vida quando menos esperava. O amor é mesmo assim! Imprevisível!
Ambos queriam o amor um do outro, mas o destino parecia não estar de acordo com os seus sentimentos. Então, esta resolveu escrever-lhe um diário. Diário esse que transmitia os momentos que passaram, os seus sentimentos quando ele lhe tocava ou quando se chegava perto dela. Pois é, coisas do amor! Às quais ninguém tem acesso para que o efeito não seja tão "devastador".

A distância é outro grande problema dos casais apaixonados. Quanto mais longe estão, mais se suplicam! Outro dos principais motivos da sua revolta em relação ao amor, é o facto da pessoa de quem gosta não acreditar nos seus sentimentos.

Já Margarida Rebelo Pinto refere na sua obra que "é mais fácil esperar do que desistir, é mais fácil desejar do que esquecer". Por vezes, tentamos dar o primeiro passo, mas na verdade, estamos sempre à espera que a outra pessoa o dê. Por isso, é que a protagonista deste romance vive com a esperança de algum dia o encontrar. Para ela a esperança, a espera, o desejo, não são defeitos das pessoas, mas sim, os efeitos do amor que entram nas nossas vidas sem pedir licença, como se o nosso coração estivesse de braços abertos para os receber!!! Na verdade, são como vírus que as pessoas respiram e que se agarram às células... apenas o tempo os consegue controlar.

Mas, o amor é tão lindo, é tão bom sentirmo-nos especiais na presença de outrem. Tudo nos parece perfeito, de cores cintilantes e atraentes. Daí este livro se dedicar a todas as mulheres apaixonadas, com o objectivo de ensinarem os homens a acreditar no seu amor.

Por isso, para todo o pessoal apaixonado, esta é a minha "receita médica": "Diário da tua Ausência". Apresenta frases maravilhosas que definem o amor na perfeição. É, simplesmente, lindo!!!
Joana 10º A

quarta-feira, 21 de março de 2007

O Retrato de Dorian Gray


Depois de muito tempo à procura de um livro que valesse mesmo a pena ser comentado para avaliação, decidi escolher O Retrato de Dorian Gray...
Oscar Wilde, sendo o seu autor, é considerado como um dos maiores escritores ingleses do século XIX... Nasceu em 16 de Outubro de 1854 ,em Dublin, Irlanda, e foi educado no Trinity College, em Dublin, e mais tarde em Oxford.
Com a publicação de Retrato de Dorian Gray, Wilde dá começo à sua verdadeira carreira literária ... Porém, sua vida privada não fica imune diante das regras estritas do conservadorismo vitoriano! Quando passa a viver a vida ambígua de homossexual e de homem casado, o risco de um escândalo torna-se cada vez maior. Como a homossexualidade era por si só ilegal, Wilde acaba por ser preso e condenado a cumprir dois anos de trabalhos forçados.
Libertado em 1897, deixa a Inglaterra e vai para a França, onde assume o nome "Sebastian"... Morre arruinado, em 30 de Novembro de 1900...
O Retrato de Dorian Gray surge em em 1890, com uma segunda edição no ano seguinte, a que o escritor acrescentou seis novos capítulos e um prefácio... A história discute (problematiza) o desejo da imortalidade e da beleza eterna com os próprios valores morais da vida, ligando-os de uma forma brilhante e, diria até, venenosa...
Agora, na minha opinião, achei o início do livro um tanto enfadonho... discurso lento e organizado com poucas emoções à mistura. Mas rapidamente constatei que valera mesmo a pena ter começado aquele romance! À medida que vamos avançando, o livro confronta-nos com uma noção de “perfeição impossível” em que a beleza se mistura com as leis morais e sociais da vida... Quando tudo começa a ganhar “corpo”, já as personagens estão cravadas na mente do leitor, o que, no meu caso, acelerou o ritmo da leitura, sem dúvida Razz...
E mais! Impressionou-me a frieza de algumas passagens do livro!!! Passagens tão cruas, mas tão incrivelmente saborosas de ler! Quem já leu o livro deve saber que falo das suas teorias: diz-se até que Wilde conseguiu chocar a sociedade vitoriana com elas, em que muitos viram nelas um espelho dos seus defeitos... pois consegue ser “politicamente incorrecto”, como diria a Prof. Razz
Acredito... =S Cheguei até a chamar-lhe “livro sem alma” quando ia nas últimas páginas!!! Grande erro meu... Cheguei à última frase e até me arrepiei! x)
É bom... aconselho o livro a quem deseja ter a mente, momentaneamente, assombrada pelos ditos de Oscar Wilde... Wink

Amandine
10º B

A Dádiva


23 de Dezembro de 2006

Querida Mónica,

Mais um dia te escrevo. Eu sei que já não te escrevo a alguns dias, mas esta minha ausência deve-se a um livro ao qual tenho dedicado metade do meu tempo, livro que se chama “A Dádiva”, e como sei que, se estivesses aqui, gostarias de o ler, vou contar-te um pouco da história.
O livro fala de duas famílias muito distintas. Uma das famílias era muito feliz e essa felicidade centrava-se toda na filha mais nova do casal, até que, um dia, essa menina morreu, e essa família tornou-se monótona e infeliz.
A outra família era muito diferente: era uma família machista (dominadora? prepotente? arrogante?) o seu maior objectivo era ser superior a tudo o resto, tornar-se a família ideal.
Este livro é da autoria de Danielle Steel, uma das minhas escritoras preferidas, e digo-te que tenho pena de ainda não o teres lido, porque é um dos livros que fazem que as histórias pareçam reais! É como se estivessemos a vivê-las… é simplesmente fascinante e sensibiliza todas as pessoas que o lêem.
Lermos este livro lembra-nos que histórias como estas acontecem todos os dias e não nos apercebemos disso, nem pensamos na dor que sentimos quando perdemos alguém muito querido, ou o que é sentirmo-nos presos porque temos de ser a pessoa perfeita, idealizada por alguém autoritário a quem se deve obediência.
Como sei que adoras ler, resolvi falar-te deste livro que li.
Foi bom escrever-te outra vez e partilhar mais um bom momento contigo, apesar de não saber se me ouviste.



Até amanhã,
Da tua Carla.


ESTE TEXTO FOI ESCRITO PELA CARLA DO 10ºG

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá


O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá é um livro da autoria de Jorge Amado. Jorge Amado é um autor bem conceituado a nível nacional. Nasceu em 1912, mais precisamente, no dia10 de Agosto. Jorge Amado era natural de Itabuna-BA. Morreu no dia 6 de Agosto, no ano de 2001.
O livro retrata uma história de amor entre uma andorinha e um gato, que é uma coisa muito estranha, mas por esse motivo é que é, para mim, um livro muito interessante. Mais não vou revelar para deixar em aberto o suspense e a curiosidade

Eu decidi ler este livro devido a várias razões. Li o livro por ser um livro do GRANDE Jorge Amado e também por ser um livro romântico, que é o tipo de livros que eu gosto mais. Aconselho todas as pessoas a ler este livro porque é realmente muito bom.

A Dádiva

“A Dádiva” é um livro fascinante, da autoria de Danielle Steel, uma escritora que nasceu em Nova Iorque. Autora de mais de trinta romances, trezentos milhões de livros vendidos, traduzida em cinquenta línguas e publicada em oitenta países.
Danielle Steel retrata, neste livro, a vida de duas famílias.
Primeiramente, apresenta uma família unida pela felicidade e pelo amor. Uma família em que a felicidade predomina e em que o amor e a união prevalecem. Até que um dia, algo de especial desapareceu e tudo se tornou num mundo negro, onde a palavra “ausência” assumia um significado imperativo.
A segunda família era uma família marcada pela autoridade e o sexismo, que nega às mulheres a oportunidade de formação escolar.
É fascinante como a autora compara um filho a uma dádiva. Como a perda de algo especial pode causar tanta dor e destruição a uma família em que a dor era vencida pela felicidade e que agora é a felicidade que é vencida pela dor e pela angústia.
Uma citação do livro que retrata como foi angustiante a perda do bem mais precioso daquela família, a sua dádiva:

“… a dádiva tinha-lhes sido retirada…”


Diana 10ºG Nº7

terça-feira, 20 de março de 2007

Diário Imaginário...


30 De Agosto de 2669…Já estarei morto nessa altura.

Segunda de manhã. A noite foi longa e eu escrevia no meu diário.
As férias estão a acabar e tu nem imaginas o que me aconteceu nestes últimos dias.

Há três dia atrás fui assaltado e deixaram-me nu na rua, com as cuecas, roubaram-me a carteira, mas deixaram o dinheiro e os cartões. No dia seguinte, fui ao restaurante comer e pedi uma boa picanha assada, enquanto comia, engoli uma espinha, fui para o hospital e fui operado à apêndice.

Estes foram os meus melhores três dias de férias.


Cristiano 10º G

OS CAPITÃES DA AREIA


Numa difícil escolha para a leitura de um livro para postar o comentário no blog surgiu lá um na biblioteca da escola!!! Optei por um livro de Jorge Amado, "Os Capitães da Areia", onde este tem a curiosidade de ser o livro do Jorge Amado mais vendido no mundo inteiro.Este livro retrata-nos a vida de um grupo de meninos abandonados nas ruas de Salvador, onde estes formam um grupo de 100 elementos (meninos) que roubam para sobreviver.

Achei o livro muito interessante, porque fala de um tema que é habitual em todo mundo!!! Mas nao foi só pelo aspecto do tema que achei o livro interessante, mas a maneira do escritor dividir em três partes o livro que foi a "Canção da Bahia", "Canção da Liberdade (...) e a forma como é narrada a despedida de um menbro dos capitães da areia.

Aconselho a todos os leitores, pois mostra-nos os problemas que se vivem na sociedade brasileira, em especial.


Luís Oliveira 10º C

Manual do Guerreiro da Luz



A obra de Paulo Coelho, nomeadamente, o “Manual do Guerreiro da Luz” é uma obra interessante, apesar de a sua estrutura não se alterar e ser um pouco repetitiva. Apesar disso, tem algo que deita por terra a sua repetição. A obra de Paulo Coelho, transmite um exemplo de vida, tendo sempre, ao longo da obra, a imagem de Deus bem explícita.
A grande mensagem que a obra nos passa é o lema de vida de um «Guerreiro da Luz». Passo a citar:

«Os Guerreiros da Luz reconhecem-se pelo olhar. Estão no mundo, fazem parte do mundo, e ao mundo foram enviados sem alforge e sem sandálias. Muitas vezes são covardes. Nem sempre agem correctamente.»

«Os Guerreiros da Luz sofrem por tolices, preocupam-se com coisas mesquinhas, julgam-se incapazes de crescer. Os Guerreiros da Luz, de vez em quando, crêem-se indignos de qualquer bênção ou milagre.»

«Os Guerreiros da Luz, com frequência, interrogam-se sobre o que fazem aqui. Muitas vezes acham que as suas vidas não têm sentido. Por isso são Guerreiros da Luz. Porque erram. Porque interrogam. Porque continuam a procurar um sentido. E acabarão por encontrá-lo.»


Hugo Salgueiro, 10º G

Viagem sem Regresso



Querido Diário:

Hoje acabei de ler um livro cuja história é muito dramática e surpreendente. Este livro, que se intitula “Viagem sem Regresso”, que foi escrito por Katy Gardner (formada em antropologia, autora de vários trabalhos académicos sobre a diáspora bengali, estreia-se no mundo da ficção com esta obra), relata a história de duas amigas inseparáveis, mas bastante diferentes: Esther, a rapariga bonita, de "corpo perfeito", extrovertida, que com pouco esforço conseguiu tudo na vida; Gemma, a rapariga de "corpo imperfeito", introvertida e que, apesar de muito esforço nem sempre conseguiu obter tudo o que desejava.

Esther e Gemma fazem a sua primeira e última viagem juntas, à Índia. Dias antes da viagem, Gemma descobre que tinha sido enganada pela Esther e durante a ida à Índia resolve vingar-se. A sua vingança foi de tal maneira cruel e obscura que marcou a vida de Esther para sempre...

Adorei a história deste livro, por um motivo particular, nomeadamente, por esta história provocar no leitor a vontade de descobrir como se dá o desenlace. Mesmo tendo ficado desiludida com o final, é sem dúvida um livro que aconselho a ler.



Tânia, 10ºG