segunda-feira, 19 de março de 2007

Onze Minutos


Paulo Coelho, autor do livro que escolhi, também autor de muitos outros livros, conheceu uma mulher que havia trabalhado nas boates da cidade, usando o nome de guerra Maria. Após ouvir a sua história - e a de várias outras moças - o escritor concluiu que ela seria uma excelente base para a abordagem do assunto que há tanto tempo o interessava. "Para escrever sobre o lado sagrado do sexo, era necessário entender por que ele tinha sido tão profanado", explica.

A Maria da ficção é do nordeste brasileiro e teve uma adolescência pontuada por frustrações na província. Passou por várias fases na sua vida, em que o seu sonho era ser rica nem que para isso tivesse de fazer de tudo. E fez. Maria para tentar concretizar o seu sonho foi capaz de tudo. E apaixonou-se pela pessoa errada que lhe prometia tudo o que ela sonhava. apaixonou-se por alguém que além de ser um homem mais velho, levou-a para um país que não conhecia na promessa de uma vida magnífica.

Maria por amor acabou sendo uma simples prostituta que tentava mudar a sua vida.
Pedro Sá Nº 12 10º C

O TRIUNFO DOS PORCOS


O livro que eu li durante o segundo período foi "O Triunfo dos Porcos", de GeorgeOrwell.O livro fala acerca do comunismo e, de todos os livros que li, que foram muito poucos, este foi do que mais gostei. Eu acho que George Orwell conseguiu fazer um grande livro, pois ele fala sobre um tema muito importante para toda a humanidade, como o Comunismo, mas não de uma maneira formal e aborrecida, pois o livro é fácil de ler, é pequeno e as personagens são animais, o que também ajudou pois foi principalmente aí, que o lado mais formal da história desapareceu
Para quem não gosta de ler, principalmente livros grandes e aborrecidos, na minha opinião, este e o melhor livro que podem escolher!!!!!!!!!!!



Zé Pedro RAMIÃO Nº 14 10ºC

domingo, 18 de março de 2007

Auto da Barca do Inferno




A obra a que me irei referir será “O Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente.
Este autor nasceu no reinado de D. Afonso V, alguns anos antes, ou depois de 1465 e faleceu entre 1536 e 1540. Ignora-se a profissão e a condição social de Gil Vicente, existindo várias teorias acerca da sua identidade. Sabe-se, no entanto, que alcançou uma situação de prestígio na corte, o que lhe permitiu criticar os usos e costumes, especialmente relativos à nobreza e ao clero. Assim, as suas obras encontram-se repletas de uma apurada crítica social.
A obra “O Auto da Barca do Inferno” é um auto de moralidade, em que as almas, depois da morte, serão salvas ou castigadas. Estas chegam a um cais onde se encontram dois bateis: o do Paraíso, com um Anjo na proa e do Inferno, com um “arrais infernal” e um Companheiro. Por este cais desfilam várias personagens, tais como: o Fidalgo, o Onzeneiro, o Parvo, o Sapateiro, o Frade, a Alcoviteira, o Judeu, o Corregedor e o Procurador, o Enforcado e os Quatro Cavaleiros. Cada uma destas personagens serve de alegoria a uma série de virtudes, mas principalmente de defeitos e vícios criticados na obra. Assim, as personagens-tipo que nos são apresentadas representam a critica à classe social a que pertencem, à tirania, à ambição, ao roubo, à vida mundana, ao não cumprimento dos preceitos religiosos, à corrupção e ao pecado em geral
Pessoalmente, considero esta obra de fácil leitura, pois o tempo dispendido torna-se agradável e divertido. A grande particularidade da obra reside na sua intemporalidade. Deste modo, ao lê-la, conseguimos identificar as personagens com figuras que conhecemos actualmente, comprovando que os pecados morais e os vícios sociais representados na obra ainda hoje se mantêm.
Aconselho a todos a sua leitura pois, sendo uma obra do passado, se torna bastante actual, para além de divertida.




Ana Cristina Novo nº1 10ºC

Viagem ao Centro da Terra


O livro apresentado intitula-se "Viagem ao Centro da Terra" e foi escrito por Jules Verne.

Em Hamburgo, na Alemanha, um disciplinado cientista, o professor Lidenbrock, encontra no interior de um livro antigo, um indecifrável manuscrito. O volume histórico havia sido adquirido num sebo. O seu sobrinho e aprendiz, Axel, é quem consegue decifrar a mensagem escrita no documento. Trata-se de uma revelação bombástica do cientista islandês Arne Saknussemm, que se apercebe de um suposto caminho que levaria ao centro da terra.
O marco zero da expedição era o vulcão extinto Sneffels, localizado na ilha natal de Saknussemm. Axel mostra-se céptico quanto à possibilidade. Todavia, os argumentos de Lidenbrock, com a sua enorme bagagem intelectual, conduzem ambos à jornada.

Um nativo fiel, com o nome de Hans, serve de guia. A aventura desenrola-se de forma contagiante, misturando momentos de euforia com lapsos de preocupação e aflição por parte dos protagonistas. Dificuldades como a falta de água potável, são superadas, e a viagem segue a uma enorme profundidade, desmentindo, na ficção de Verne, as leis estipuladas pela ciência até os dias de hoje, como a consolidada teoria do calor interno.
A saga é interrompida por um acidente de percurso, que milagrosamente, os leva de volta a face da terra, mais precisamente por meio do vulcão Etna, na Sicília.
Por fim, o professor torna-se célebre e o seu sobrinho também adquire prestígio, mas principalmente, volta aos braços de sua amada, a bela e dedicada Graubem.

Trata-se de um dos maiores clássicos da literatura universal.

O escritor francês e autor de outros sucessos como A Volta ao mundo em 80 dias e Vinte mil léguas submarinas, entre outros.



Cristiano, 10ºG



sábado, 17 de março de 2007

O Silêncio Contínuo




Quando se lembra de continente asiático, qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça? Maior continente da Terra? Muita população? Comidas com um sabor ardente? E em prostituição na Ásia, nunca pensou? Pois então, se nunca reflectiu acerca disso, posso já dizer-lhe que é o oposto do que vê nos catálogos das agências de viagens. Quer ver? Tem muita população, aliás cada vez mais, comidas insossas, praias? (Não!) Só bordeis ou rua, mesmo!!!


Mesmo sendo um continente, acaba por se afirmar como um mundo onde a pobreza e prostituição rimam em simbiose.

O livro As Escravas do Sexo ilumina a verdade e desperta algumas das famílias tradicionais asiáticas, em que a “utilização” das prostitutas e o sexo ainda são um tabu (???).

Louise Brown, a escritora deste magnífico livro, que trabalhou durante muitos anos na Ásia, aborda os pontos mais importantes da problemática, desde discriminação perante a mulher, a ignorância, a dor, a vergonha, o vírus da SIDA, o ataque constante da sociedade, a forma como manipulam, tirando proveito de qualquer situação, conduzindo-as ao “mundo do sexo”… As guerras civis e as calamidades da natureza produzem abundantes colheitas para a "indústria do sexo"… como podem ver, caso ainda não tenham percebido, este livro de letras pretas, páginas brancas apresenta-se com um conteúdo negro, de ponta a ponta.

Meninas, moças, mulheres, como lhes quiserem chamar (!), afinal há de todas as idades, tipos e gostos, são manipuladas, enganadas, levadas para o mundo do sexo “às cegas”, tratadas como objectos.
Tal como as pastilhas elásticas, que depois de gastas se deitam fora, assim acontece com as prostitutas - à medida que envelhecem e o corpo “apodrece”, tornam-se “inúteis”, não servem para nada.


E então, depois disto tudo, vamos para as praias paradisíacas, comer uma comida com tempero picante??????!!






Mariana, nº 15 10ºG

O Amor…

“Recados da Mãe” é o livro de que vos venho falar. Uma obra escrita por Maria Teresa Maia Gonzalez, nascida em Coimbra no ano de 1958. Licenciou-se em Línguas e Literaturas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Escreveu sucessos como “A Lua de Joana”, o “Guarda da Praia”, e foi co-autora da colecção “O Clube das Chaves”.
Este livro fala de duas crianças que perderam a mãe muito cedo, e consequentemente tiveram de aprender a coexistir. Esta obra demonstra que o amor fala mais alto pois, uma dessas crianças consegue transmitir o carinho e o conforto que só uma mãe pode dar.
Fiquei emocionada com esta história, porque não me imagino sem a protecção da minha mãe.
Apesar de ser ficcionada, esta história não está muito longe da realidade. É um livro que aconselho a todos os leitores, pois ensina-nos que o amor faz parte das nossas vidas.

ESTE TEXTO FOI ESCRITO PELA DANIELA DO 10ºG.

sexta-feira, 16 de março de 2007

O ANCIÃO


E Christopher Paolini continua a dar-lhe, no segundo livro d’ A Trilogia da Herança, Eldest.Depois da quase morte do herói, a saga continua na iminência de uma guerra continental onde as forças rebeldes depositam cada vez mais esperança em Eragon e no seu dragão, que agora iniciam o seu treino com um dos últimos cavaleiros de dragão.Numa história onde já quase não se sabe quem é amigo ou inimigo, muitas surpresas acontecem e muitos segredos são revelados.O autor ainda não tem data marcada para o terceiro livro, mas mal posso esperar por ele.







Tiago Cordeiro nº 25 10ºC

O SEGUNDO SENHOR DOS ANEIS


Tolkien ficaria orgulhoso do seu legado ao ler o livro, Eragon.Este é um livro escrito por um escritor jovem, portanto tem ideias frescas e originais.Este jovem que, tal como Tolkien, inventou novas línguas, está a fazer sucesso nos Estados Unidos e já não é um principiante. O título é de um fantástico livro de fantasia que nos leva para um universo paralelo, onde a realidade é alterada e tudo pode acontecer.Um livro em que o herói é demasiado jovem para ser maturo e que viu os tutores morrer. Nele e no seu pequeno dragão esta encerrada a esperança da sobrevivência deste mundo fantástico. Este é o primeiro livro duma trilogia (A Herança) da qual não se conhece o terceiro livro.Tudo isto, mais a pequena percentagem, se não nula, de sucesso do herói faz de este livro algo altamente recomendável.


Rui Lima nº 21 10ºC

“Minha Raça Sou Eu Mesmo”

O livro que escolhi foi “ Cada Homem é uma Raça” de Mia Couto. Do meu ponto de vista, é um livro muito interessante, que anteriormente eu já tinha lido, no entanto, tive necessidade de o reler uma vez que já não tinha a história muito presente.
Este livro fala sobre histórias de várias pessoas que são excluídas pela sua diferença. Esta realidade é muito frequente. O ser humano, muitas vezes, exclui, crucifica e humilha os que não são parecidos com a maioria, esquecendo-se que aquele que ele humilha é exactamente igual a ele. Os humilhados têm sentimentos e quando são discriminados sentem-se mal, “ Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”.
Segue um pequeno resumo do primeiro capítulo, os outros deixo para quem quiser ler o livro.
O primeiro capítulo fala sobre uma rapariga que tinha uma deficiência e, por isso, era excluída por todos, apesar desta também se isolar um pouco. Todos a humilhavam dado que ela falava com as estátuas, julgando-a maluca. Vivia numa pequena casa. A vida dela fora estragada devido a ser corcunda, mesmo tendo uma cara bonita toda a gente lhe virava as costas, não era amada por ninguém.


Mia Couto é o nome literário de um dos escritores moçambicanos
mais conhecidos no estrangeiro. António Emílio Leite Couto ganhou o nome Mia do irmãozinho que não conseguia dizer "Emílio". Segundo o próprio autor a utilização deste apelido tem a ver com sua paixão pelos gatos e desde pequeno dizia a sua família que queria ser um deles. Nasceu na Beira, a segunda cidade de Moçambique, em 1955. Ele disse uma vez que não tinha uma "terra-mãe" - tinha uma "água-mãe", referindo-se à tendência daquela cidade baixa e localizada à beira do Oceano Indico para ficar inundada. Iniciou o curso de Medicina ao mesmo tempo que se iniciava no jornalismo e abandonou aquele curso para se dedicar a tempo inteiro à segunda ocupação. Foi director da Agência de Informação de Moçambique e, mais tarde, tirou o curso de Biologia, profissão que exerce até agora.


Um Mundo Em Que Vivi






O livro fala da infância de uma adolescente, num campo de
concentração, na altura da I Guerra Mundial .
Teve uma infância difícil: o pai morreu de cancro,
passando a viver com os avós, Marcos e Ester.
O que mais gostei no livro foi a maneira como Rose encarou
a vida, sabendo que teve uma adolencência má.
O que menos gostei foi constatar como os alemães trataram os judeus.
O livro fala de muitas personagens, mas as mais importantes, para mim, são o pai que morre de cancro, os avós(Marcos e Ester) e Paul, que estando para casar com Rose, acaba tudo porque se deixou influenciar pela sua irmã.
Ilse losa nasceu na Alemanha. Frequentou o liceu em Osnabruk e Hildesheime e, depois, um Instituto Comercial, em Hannover. A sua qualidade de judia criou-lhe embaraços no seu país, de onde foi forçada sair. Na Inglaterra, teve os primeiros contactos com escolas infantis e com os problemas das crianças. Refugiando-se em Portugal, aqui se casou, adquirindo a nacionalidade portuguesa.


Feito por Rui Nelson, do 10º A