sábado, 17 de março de 2007


O Amor…

“Recados da Mãe” é o livro de que vos venho falar. Uma obra escrita por Maria Teresa Maia Gonzalez, nascida em Coimbra no ano de 1958. Licenciou-se em Línguas e Literaturas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Escreveu sucessos como “A Lua de Joana”, o “Guarda da Praia”, e foi co-autora da colecção “O Clube das Chaves”.
Este livro fala de duas crianças que perderam a mãe muito cedo, e consequentemente tiveram de aprender a coexistir. Esta obra demonstra que o amor fala mais alto pois, uma dessas crianças consegue transmitir o carinho e o conforto que só uma mãe pode dar.
Fiquei emocionada com esta história, porque não me imagino sem a protecção da minha mãe.
Apesar de ser ficcionada, esta história não está muito longe da realidade. É um livro que aconselho a todos os leitores, pois ensina-nos que o amor faz parte das nossas vidas.

ESTE TEXTO FOI ESCRITO PELA DANIELA DO 10ºG.

sexta-feira, 16 de março de 2007

O ANCIÃO


E Christopher Paolini continua a dar-lhe, no segundo livro d’ A Trilogia da Herança, Eldest.Depois da quase morte do herói, a saga continua na iminência de uma guerra continental onde as forças rebeldes depositam cada vez mais esperança em Eragon e no seu dragão, que agora iniciam o seu treino com um dos últimos cavaleiros de dragão.Numa história onde já quase não se sabe quem é amigo ou inimigo, muitas surpresas acontecem e muitos segredos são revelados.O autor ainda não tem data marcada para o terceiro livro, mas mal posso esperar por ele.







Tiago Cordeiro nº 25 10ºC

O SEGUNDO SENHOR DOS ANEIS


Tolkien ficaria orgulhoso do seu legado ao ler o livro, Eragon.Este é um livro escrito por um escritor jovem, portanto tem ideias frescas e originais.Este jovem que, tal como Tolkien, inventou novas línguas, está a fazer sucesso nos Estados Unidos e já não é um principiante. O título é de um fantástico livro de fantasia que nos leva para um universo paralelo, onde a realidade é alterada e tudo pode acontecer.Um livro em que o herói é demasiado jovem para ser maturo e que viu os tutores morrer. Nele e no seu pequeno dragão esta encerrada a esperança da sobrevivência deste mundo fantástico. Este é o primeiro livro duma trilogia (A Herança) da qual não se conhece o terceiro livro.Tudo isto, mais a pequena percentagem, se não nula, de sucesso do herói faz de este livro algo altamente recomendável.


Rui Lima nº 21 10ºC

“Minha Raça Sou Eu Mesmo”

O livro que escolhi foi “ Cada Homem é uma Raça” de Mia Couto. Do meu ponto de vista, é um livro muito interessante, que anteriormente eu já tinha lido, no entanto, tive necessidade de o reler uma vez que já não tinha a história muito presente.
Este livro fala sobre histórias de várias pessoas que são excluídas pela sua diferença. Esta realidade é muito frequente. O ser humano, muitas vezes, exclui, crucifica e humilha os que não são parecidos com a maioria, esquecendo-se que aquele que ele humilha é exactamente igual a ele. Os humilhados têm sentimentos e quando são discriminados sentem-se mal, “ Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”.
Segue um pequeno resumo do primeiro capítulo, os outros deixo para quem quiser ler o livro.
O primeiro capítulo fala sobre uma rapariga que tinha uma deficiência e, por isso, era excluída por todos, apesar desta também se isolar um pouco. Todos a humilhavam dado que ela falava com as estátuas, julgando-a maluca. Vivia numa pequena casa. A vida dela fora estragada devido a ser corcunda, mesmo tendo uma cara bonita toda a gente lhe virava as costas, não era amada por ninguém.


Mia Couto é o nome literário de um dos escritores moçambicanos
mais conhecidos no estrangeiro. António Emílio Leite Couto ganhou o nome Mia do irmãozinho que não conseguia dizer "Emílio". Segundo o próprio autor a utilização deste apelido tem a ver com sua paixão pelos gatos e desde pequeno dizia a sua família que queria ser um deles. Nasceu na Beira, a segunda cidade de Moçambique, em 1955. Ele disse uma vez que não tinha uma "terra-mãe" - tinha uma "água-mãe", referindo-se à tendência daquela cidade baixa e localizada à beira do Oceano Indico para ficar inundada. Iniciou o curso de Medicina ao mesmo tempo que se iniciava no jornalismo e abandonou aquele curso para se dedicar a tempo inteiro à segunda ocupação. Foi director da Agência de Informação de Moçambique e, mais tarde, tirou o curso de Biologia, profissão que exerce até agora.


Um Mundo Em Que Vivi






O livro fala da infância de uma adolescente, num campo de
concentração, na altura da I Guerra Mundial .
Teve uma infância difícil: o pai morreu de cancro,
passando a viver com os avós, Marcos e Ester.
O que mais gostei no livro foi a maneira como Rose encarou
a vida, sabendo que teve uma adolencência má.
O que menos gostei foi constatar como os alemães trataram os judeus.
O livro fala de muitas personagens, mas as mais importantes, para mim, são o pai que morre de cancro, os avós(Marcos e Ester) e Paul, que estando para casar com Rose, acaba tudo porque se deixou influenciar pela sua irmã.
Ilse losa nasceu na Alemanha. Frequentou o liceu em Osnabruk e Hildesheime e, depois, um Instituto Comercial, em Hannover. A sua qualidade de judia criou-lhe embaraços no seu país, de onde foi forçada sair. Na Inglaterra, teve os primeiros contactos com escolas infantis e com os problemas das crianças. Refugiando-se em Portugal, aqui se casou, adquirindo a nacionalidade portuguesa.


Feito por Rui Nelson, do 10º A





Querido Diário,

Acabei de ler o livro que te tenho falado, o “Fortaleza Digital” de Dan Brown. Acho que ainda não te disse que Dan Brown é um escritor norte-americano, que nasceu a 22 de Junho de 1964.O seu maior sucesso foi o polémico best-seller O Código Da Vinci, mas seus outros três livros também tiveram uma grande venda. É um dos escritores mais famosos no globo, actualmente, tendo seus livros sido traduzidos e vendidos em grande escala em diversos lugares do mundo.
Bom, voltando ao “Fortaleza Digital”, o livro fala sobre uma criptógrafa que trabalha na NSA- National Security Agency, uma das organizações governamentais mais influentes do mundo, apesar de quase ninguém ter conhecimento da sua existência (97% da população americana). Esta dedicava-se à prática de espionagem electrónica a nível mundial e a proteger informação confidencial dos EUA. A criptógrafa recebe um telefonema da NSA para se dirigir à Cripto (local onde trabalha) porque tinha acontecido uma emergência. Esta deslocou-se até lá e descobriu que o computador decifrador de E-mails estava encravado por um E-mail misterioso...
Uma história desenrolada em volta da procura, quase desesperada, da chave que abriria a porta ao controverso vírus, misturada com sentimentos de amor e ódio inevitavelmente confundidos.
"Tudo é possível. O impossível só demora um pouco mais de tempo."

Agora, vou-te deixar um código básico que aprendi no livro para tu decifrares:

ANZ MNHSD D ZSD ZLZMGZ

[Para decifrares o código só precisas de avançar uma letra no abecedário, à correspondente. «A» torna-se «B», «B» torna-se «C», e assim sucessivamente.]

Da Tua, Filipa

ONZE MINUTOS





"O escritor brasileiro Paulo Coelho nasceu em 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Antes de dedicar-se inteiramente à literatura, trabalhou como diretor e ator de teatro, compositor e jornalista.
Paulo Coelho escreveu letras de música para alguns dos nomes mais famosos da musica brasileira, como Elis Regina e Rita Lee. " (é citação)

Como escritor, apesar das críticas (???), ocupa as primeiras posições no ranking dos livros mais vendidos no mundo.


Autor de livros como O Alquimista, A Bruxa de Portobello, O Zahir, Verónika decide morrer.



Onze Minutos é o titulo enigmático para um livro onde Paulo Coelho mistura o sonho e realidade. Um significado a descobrir.


Como é possível uma prostituta amar? A vida de uma prostituta a nu, com um sabor encantado que torna as trevas em algo doce... Em que revela o que é realmente ter sexo e amor. Coisas distintas...


Uma história desenrolada no “Copacabana”, onde Maria era a inveja das colegas - para além de vender o corpo, era culta, sabia ouvir e aconselhar, ser amiga e até mãe...

“...uma rapariga inteligente, que tinha tudo para ser bem-sucedida, mas que geralmente tomava as decisões erradas.”


E amou...


Paulo Coelho tem sido, desde há muito tempo, o meu escritor preferido. Os livros dele fazem-me sonhar...“Onze Minutos” foi quase como que um desafio, pensei que ele não ia conseguir, mas conseguiu, a magia está aliada à realidade...


Ele fez-me sonhar...



ESTE TEXTO FOI ESCRITO PELA EVA DO 10ºG.

ATENCIOSAMENTE, LILI.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Um recadinho para ti.






Barcelos, 14 de Março de 2007


Querido diário:




Mais uma vez te escrevo. Desta vez, não para te falar das minhas preocupações ou medos, mas sim de um livro que despertou em mim grande interesse e curiosidade. Este livro, intitulado Recados da Mãe, relata a história de duas crianças que perdem a mãe, e são enviadas para um colégio interno, pela avó.
A sua autora, natural de Coimbra (1958), licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, Estudos Franceses e Ingleses, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Escreveu já sucessos como A Lua de Joana ou O Guarda da Praia e foi co-autora da colecção O Clube das Chaves.
Após a leitura deste livro, posso concluir, que o amor consegue ser muitas vezes um motivo de união. É fascinante que uma criança com apenas 10 anos queira reconfortar a irmã, tentando minimizar os danos afectivos causados por uma perda, que a também a lesou.
Esta história despertou (?) tocou-me, porque no fundo, tem um pouco a ver com a minha história. Daí o meu interesse em te falar dela.
Apesar de ficcional, esta história tornou-se, para mim, pessoalmente importante, pois todo o enredo de mentiras que a irmã mais velha conta à mais nova, para a fazer acreditar que a sua mãe está viva (ainda que apenas no seu íntimo), originou a certeza de que, apesar da ausência física permanente, a pessoa em questão nunca deixará de ter valor como ente querido e amado. E, acima de tudo, a certeza de que com o amor, até as famílias que por motivo de força maior se encontram fragilizadas, podem atingir um nível de coesão, capaz de superar dificuldades e contratempos.

"(...)é frequente lembrar-me de muitos episódios que aconteceram no colégio de Santa Isabel, quando Clara era a única pessoa que me fazia sentir em casa e jamais me deixava afundar no desgosto de pensar que a Mãe tinha partido para sempre.
Na verdade, até eu fazer 10 anos, a minha irmã partilhou quase sempre diariamente comigo os sonhos que inventava ao acordar, para que eu pudesse crescer sentindo a proximidade da nossa mãe, que tão cedo nos deixara..."

Despeço, desta forma, com um beijo.


Inês.


Inês, 10ºG.

O Diabo veste Prada

A escolha do meu livro foi fácil, pois já o tinha em vista, mas andava com um pouco de preguiça para começar a aventura.
"O Diabo veste Prada" é o primeiro romance escrito por Lauren Weisberger, licenciada pela Universidade de Cornell. Este livro é já um enorme sucesso de vendas e agora foi adaptado ao cinema.
O título causa uma certa curiosidade, pois será que o diabo veste mesmo Prada? Isso não sei, mas a história vai de encontro aos ideais das pessoas.
A capa original do livro não suscita muito interesse, causa pouco impacto. Contrariamente, a nova capa (capa criada para a adaptação ao cinema) é uma capa muito chamativa. Apresenta-nos um fundo claro com um sapato vermelho brilhante, em que o salto alto do sapato termina com um tridente.
O livro é autobiográfico, é quase como um diário, mas sem a estrutura dele.
Andrea Sachs, a personagem principal, é uma jovem acabada de sair da universidade, que consegue um emprego fabuloso "pelo qual um milhão de jovens seriam capazes de dar a vida", ou seja, é contratada como assistente de Miranda Priestly (um verdadeiro diabo), a mulher mais influente no mundo da moda. Miranda é, simplesmente, a editora da famosa revista Runway, o que confere às assistentes a possibilidade de, após um ano, poderem escolher uma colocação em qulquer outra publicação. Andrea sempre sonhou ser jornalista do The New Yorker, por isso decide sacrificar um ano da sua vida em "troca" de uma ascensão fulminante. No entanto, como assistente pessoal de Miranda, vê-se forçada a suportar toda uma série de abusos, realizando tarefas que em nada contribuem para a sua formação como jornalista: encomendar-lhe o pequeno-almoço, tratar-lhe da roupa suja que tem de ser enviada para a lavandaria, fazer de motorista para a cadelinha buldogue francesa, preparar-lhe as viagens... Resumindo, Andrea tem de estar disponível vinte e quatro horas por dia para atender os seus pedidos, e, ainda por cima, sempre com um sorriso no rosto e uma atitude de quem esta grata por lhe ser permitido servir tal personalidade! Apesar de ela ter todas as roupas, calçados, acessórios e tratamentos disponíveis para si, será que um ano de sacrifício não é um preço demasiado alto a pagar pelo emprego da sua vida?

De todo o livro, só tenho dois aspectos negativos a apontar:

  • são discriminadas, muitas vezes, as marcas de roupa (Manolo, Gucci, Jimmy Choo, Vogue, Prada, Armani, Vercase, Gap, Channel, Judith Leiber, Calvin Klein, Oscar de la Renta, Dior, Smythson, Bottega Venetta, D&G, etc), algumas das quais eu nunca ouvir falar;
  • a narradora descreve alguma acções muito pormenorizadas, embora a maior parte das vezes não fazia muito sentido, pelos menos para mim, isso acontecer, pois torna-se um pouco repetitiva.

É um livro que aconselho a ler, pricipalmente, ao público feminino, apesar de também ser importante o masculino o ler. O Romance vai de encontro ao que nós valoramos mais.

Querida “Almofadinha”,

Lembras-te daquele livro que há meses me foi aconselhado pela minha colega Inês? Pois é! Hoje acabei de o ler.
Este é um livro muito comprometedor (?), pois a sua autora só agora dá os primeiros passos no mundo da escrita. E se bem me recordo, acho que nunca te falei da identidade da mesma. Talvez porque, eu própria, nunca tive grande consideração pela esta…
Fátima Lopes é licenciada em Comunicação Social, estreou-se como cronista para o Diário Popular e ainda escreveu vários guiões para filmes institucionais.
“Amar Depois de Amar-te” é um livro com uma linguagem bastante coloquial e que relata as histórias de Carolina, Filipa e Teresa, que incessamente partem à procura da felicidade.
Neste seu primeiro livro, a autora dá-nos a conhecer histórias verídicas de pessoas em que a essência do amor é vivida de formas diferentes, desde o sofrimento, o carinho, a dor, à paixão.
A vida sem amor não faz sentido, mas menos sentido fará, perder o sentido à vida quando um amor, mesmo aquele que se julgava eterno, ficou para trás.
Este livro ajudou-me a perspectivar a vida no seu lado mais complexo e, ao mesmo tempo, apaixonante - o amor - mas também a olhar o mundo destas mulheres vítimas de violência doméstica (maus tratos físicos e psicológicos) e que, mesmo assim, não deixaram de amar.
Sendo este um tema bastante alarmante aconselho vivamente este livro.

Querida “Almofadinha”, deixo-te agora uma pequena citação de livro, em que a personagem tem a coragem de renascer para o amor, depois de uma relação falhada:
“Tiago ainda surpreendido, perguntou-lhe o que tinha ido fazer.
­­­­­­-Buscar a minha felicidade – respondeu Teresa”

Da tua, Sara