quinta-feira, 15 de março de 2007

Querida “Almofadinha”,

Lembras-te daquele livro que há meses me foi aconselhado pela minha colega Inês? Pois é! Hoje acabei de o ler.
Este é um livro muito comprometedor (?), pois a sua autora só agora dá os primeiros passos no mundo da escrita. E se bem me recordo, acho que nunca te falei da identidade da mesma. Talvez porque, eu própria, nunca tive grande consideração pela esta…
Fátima Lopes é licenciada em Comunicação Social, estreou-se como cronista para o Diário Popular e ainda escreveu vários guiões para filmes institucionais.
“Amar Depois de Amar-te” é um livro com uma linguagem bastante coloquial e que relata as histórias de Carolina, Filipa e Teresa, que incessamente partem à procura da felicidade.
Neste seu primeiro livro, a autora dá-nos a conhecer histórias verídicas de pessoas em que a essência do amor é vivida de formas diferentes, desde o sofrimento, o carinho, a dor, à paixão.
A vida sem amor não faz sentido, mas menos sentido fará, perder o sentido à vida quando um amor, mesmo aquele que se julgava eterno, ficou para trás.
Este livro ajudou-me a perspectivar a vida no seu lado mais complexo e, ao mesmo tempo, apaixonante - o amor - mas também a olhar o mundo destas mulheres vítimas de violência doméstica (maus tratos físicos e psicológicos) e que, mesmo assim, não deixaram de amar.
Sendo este um tema bastante alarmante aconselho vivamente este livro.

Querida “Almofadinha”, deixo-te agora uma pequena citação de livro, em que a personagem tem a coragem de renascer para o amor, depois de uma relação falhada:
“Tiago ainda surpreendido, perguntou-lhe o que tinha ido fazer.
­­­­­­-Buscar a minha felicidade – respondeu Teresa”

Da tua, Sara
Decidi falar-vos de um livro que li quando tinha cerca de 12 anos:
A Lua de Joana.
Não foi por acaso que o escolhi, desde sempre que este livro me ficou na memória, um livro que me marcou bastante. Sei que grande parte já o leu.
A realidade do grande flagelo que a droga representa para todos – para o infectado e para os afectados.
Senti-me na obrigação de alertar os jovens como eu, do que realmente é esse mundo!
“A Lua de Joana”, de Tereza Maria Gonzalvez, retrata a história de uma jovem determinada, responsável e bastante inteligente, que quando perdeu sua melhor amiga, Marta, vítima de overdose, decidiu escrever-lhe “cartas” contando-lhe tudo!
Desde a perda da amiga o seu mundo desabou.
Joana afasta-se cada vez mais da sua família, perdeu sua avó, e toda aquela determinação que a caracterizava, desapareceu aos poucos.
Sua vida arruinou-se completamente, no momento em que começou a namorar com o irmão de Marta…
Joana, tal como Marta, seguiu o caminho errado… Deixou-se influenciar pelo mundo das drogas, tornando-se dependente de cocaína.
Depois de tanto rancor que sentia pela amiga por se ter deixado acabar pela droga, ela mesma acabou por o fazer!
E é para o mundo da toxicodependência que o leitor é transportado, um universo de ideias controversas, de família ausente e de valores que se perdem.
Para mim torna-se difícil compreender como alguém se inicia numa vida que certamente não terá um final feliz…

terça-feira, 13 de março de 2007

“Os Filhos da Droga” de F., Christiane

O mundo da droga
Sobre isto fala o livro.

Feito a partir de uma adolescência
Infeliz, retrata a vida
Leviana oriunda de uma opção
Herege. Uma rapariga com esta vivência
Obriga-se a entrar na prostituição.
Sob o pretexto de arranjar dinheiro.

Desde o haxixe ao banco dos réus
Aventura-se numa cura com o seu companheiro.

Durante o livro, estão descritos
Relatos da mãe sobre os momentos
Oriundos de um sofrimento
Gerado por uma história comovente
Acerca de uma vida dependente


P.S.: Esta é uma história verídica que retrata a má e perigosa adolescência que esta narradora sofreu, devido a problemas familiares.

terça-feira, 6 de março de 2007

Bela Simplicidade





Em frente da estante, a urgência que sentia em tomar uma decisão tornava-me cada vez mais indecisa. Não há nada pior do que escolher um livro! Após percorrer várias hipóteses, surgiu um título que me cativou desde logo – “Quase gosto da vida que tenho”. A capa, criativa. O autor, Pedro Paixão, desconhecido, o que pouco importa. Com o tamanho ideal que um livro requer, também o resumito, atrás, instigou a minha curiosidade. Aparentemente, parecia um livro simples, em que alguém expõe parte da sua constante viagem e descoberta, pedaços da sua vida.
Contudo, depois de ler este livro, descobri-o como muito mais que um relato de uma vida. O autor repartiu-o em 36 capítulos, sendo alguns de uma página apenas, e sem qualquer ordem cronológica entre eles. À partida, quanto mais curtos mais fáceis, é o que se pensa de imediato. Porém, acabam por se tornar muito mais complexos, profundos, fortes, enigmáticos. E foi esta a beleza que encontrei na simplicidade de escrita de Pedro Paixão. Em pequenas frases é capaz de transportar totalmente o nosso pensamento para outra dimensão, obrigando a uma reflexão brilhante sobre pequenos assuntos, meras ocasionalidades do dia-a-dia. A sensibilidade com que aborda tanto temas actuais, como a influência da televisão no mundo ou os conflitos na palestina, como outros pessoais, como a morte da mãe, são notórias e mostra de grande inteligência.
Mas, se os recantos de pura reflexão pessoal, filosófica até, próprios de quem mais do que existir, procura viver, me encantaram completamente, o carácter nojento e pormenorizado com que relata momentos de intimidade, provocaram-me um desinteresse total. Também a maneira como fala orgulhosamente de traições ou a opinião que mostra constantemente de que se deve ter mais do que uma mulher e, amar muitas em simultâneo, me desagradou bastante.
No entanto, sou obrigada a reconhecer a grande qualidade desta obra, que inevitavelmente adorei, pois possibilitou-me preciosos instantes de enriquecimento intelectual, como um bom livro, quanto a mim, deve fazer. E, por isso, a simplicidade inicial, aparente, acaba por ser um mero passaporte para a incrível viagem que é ler este livro. Porque o difícil é mesmo escolher o livro, depois, é só deixar-se encantar por ele!

sábado, 3 de março de 2007

Estamos Famosos!!!!




Vejam que fantástico!!! Aparecemos na Revista Única, do Expresso de hoje! Temos motivo, TODOS, para estarmos MUITO orgulhosos! Bom trabalho, pessoal! ;-)


(Se clicarem na imagem podem ver em tamanho grande )

O Poder de um voto branco...


“Ensaio Sobre a Lucidez”. Mais um livro de José Saramago, o controverso, amado por uns, criticado por outros. Nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, concelho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial mencione o dia 18. No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo depois exercido diversas outras profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance ("Terra do Pecado"), em 1947. Foi laureado com o Prémio Nobel da Literatura em 1998.
A acção desenrola-se na capital de um país não identificado, onde ocorrem umas eleições dentro da normalidade, ou pelo menos, parecia. Após a contagem dos votos, eis o descalabro: mais de setenta por cento dos votos que foram depositados nas urnas estavam em branco. O governo, perplexo, exigiu que as eleições fossem repetidas oito dias depois. Assim foi, mas o número de votos brancos aumentou, desta vez para oitenta por cento. O governo, em vez de procurar descobrir o porquê desta deliberação popular, desencadeia uma operação policial para apurar o, ou os responsáveis por este atentado à democracia. Embora o país não esteja identificado, o nosso imaginário, é mauzinho, e tem tendência a reconhecer o país como se fosse o nosso. Vai-se lá saber porquê!“Ensaio sobre a Lucidez” vem na sequência de “Ensaio sobre Cegueira”, onde esta capital havia sido assolada por uma epidemia de cegueira, à qual só uma pessoa tinha escapado: uma mulher. Traço característico de Saramago, que faz em quase todas as suas obras referência a uma mulher. Mas continuando, esta operação policial desencadeada pelo governo de direita, numa clara crítica de José Saramago a esta orientação partidária, governo este opressor e ditatorial, chega ao ponto em que a mulher que havia escapado à cegueira é descoberta. Esta mulher é perseguida, acusada de ter chefiado toda esta operação que deixou no caos a democracia daquele país.Qual será o seu destino? Não desvendarei este facto,mas posso já adiantar que, quanto a mim, não foi a melhor opção do autor, uma vez que a mulher poderia ser a chave para descodificar outros mistérios a relatar numa obra futura.
Para quem leu “Ensaio sobre a Cegueira”, “Ensaio sobre a Lucidez” não passa disso mesmo, de um ensaio, uma vez que não há tanta acção, e quem gosta mesmo de acção, provavelmente irá achar este livro uma seca. Mas para quem é fã de Saramago, gosta de política, ou mesmo para quem gosta de debater as questões de fundo da democracia mundial, é um livro interessante.
Despeço-me com uma citação (estão na moda!!)
“Todas as artes só produziram maravilhas: a arte de governar só produziu monstros” (Saint-Just, Louis).

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

O eflúvio mais concreto


Barcelos, 26 de Fevereiro 2007


Querido Matthias,

Como estás? Por aqui está tudo óptimo. =)

O Carnaval já passou e agora voltamos à escola com mais ânimo… ou não!

Ao contrário de todas as outras cartas, esta não conterá novidades nas palavras que seguem – em vez disso, falarei de um livro que aconselho, desde já, a leres.

Que ironia! Escrevo-te para comentar e aconselhar um livro da literatura do teu país. “O Perfume” (1989) é o romance de que te falo.

Se o escritor alemão Patrick Süskind (Munique, 1949) atingiu o seu apogeu com esta obra digna de admiração e, por isso mesmo, possamos considerá-lo um génio – por se ter mantido fiel ao leitor e às personagens, descrevendo sempre cada pormenor com rigor e perspicácia – é justo dizer que foi merecido o estatuto de best-seller que o livro atingiu, ainda que tenha sido o primeiro romance do autor.

Aliada à impressionante descrição e desenrolar da acção, está a marcante densidade psicológica do protagonista. Se procuras um herói convencional, escusas de tirar o livro da estante, pois o que te espera é um vilão, um anti-herói incapaz de amar e, contudo, perfeitamente apto para matar em prol do seu maior desejo – a concretização do odor perfeito.

Jean-Baptiste Grenouille ambicionava possuir um odor capaz de despertar o amor dos outros, capaz de o tornar superior aos outros… mais do que já considerava ser.

“ (…) De facto, os homens podiam fechar os olhos ante a grandiosidade, ante o louvor, ante a beleza e fechar os ouvidos a melodias ou palavras lisonjeiras. Não podiam, no entanto, furtar-se ao odor, dado que o odor era irmão da respiração. Penetrava nos homens em simultâneo com ela: não podiam erguer-lhe obstáculos, caso lhes interessasse viver. E o odor penetrava directamente neles, até ao coração e ali tomava decisões sobre a simpatia e o desprezo, a repugnância e o desejo, o amor e o ódio. Quem controlava os odores, controlava o coração dos homens. (…)”

E foi assim que Süskind me deu a conhecer uma das mais maléficas personagens (ficcionais) francesas do século XVIII, transportando-me para um mundo odorífero, onde a palavra (do) eflúvio impera, arrebatando-me com a trama de um tal horror que se convertia numa macabra e sombria beleza.

Não te ocuparei mais tempo. Vai dando notícias.

Com saudades, um beijo,

Lili.


“O mistério do Mundo está no visível, não no invisível...” (Oscar Wilde)

Dan Brown nasceu a 22 de Junho de 1964, em Exeter. Sendo autor de vários romances, ficou mais conhecido devido ao best seller “O Código da Vinci”. Além deste, escreveu ainda “Anjos e Demónios”, “Fortaleza Digital” e “Conspiração”. Denominados de policiais, estes livros seguem a mesma linha de pensamento: um professor de Simbologia de Harvard e sempre a persongem principal (Robert Langdon) procura decifrar códigos, enigmas ou símbolos secretos, pertencentes, regra geral, a seitas, orgaizações ou grupos secretos, cuja história se perde nos tempos, ou cuja existência, mesmo sendo actual, é envolta em secretismo.
Suscitando o mistério e a busca da “verdade”, o autor mistura ciência, ficção, religião, ateísmo e realidade de tal ordem “entrelaçados” que, não se sabe, muitas vezes, onde acaba um e começa o outro... No seu género literário é “adorado” por uns e contestado por outros, principalmente no que diz respeito à falta de rigor científico. No entanto, um pouco por todo o mundo, tem suscitado polémicas e debates e tem, inclusivé, o dom de levar algumas centenas de leitores à investigação sobre os assuntos abordados, à visita a locais onde tiveram lugar diversas narrativas e à adaptação do livro “O Código da Vinci” ao cinema.
A análise ou apreciação de um livro em muito depende da subjectividade do indivíduo, ou seja, da forma como o próprio vê o mundo, do seu grau de cultura, das suas crenças, das suas interrogações e até, do seu gosto literário.
Na análise do livro “Anjos e Demónios” é a minha subjectividade que é posta em evidência. Outros terão outras opiniões... No género literário de Dan Brown reflectido em toda a sua obra, não existe meio termo: há os que o detestam e há os que o “adoram”, “percorrendo” este últimos, as páginas, numa leitura “devoradora” da história.
Na minha opinião, todo o romance de “Anjos e Demónios” se desenvolve tendo por base a dualidade, quer ao nível do Cosmos, quer na procura de equilíbrio entre os opostos. Esta dualidade está, nitidamente, identificada através de simples palavras, símbolos, enigmas ou através das próprias personagens (ou aquilo que eles podem representar):
  • Anjos/Demónios;
  • Génesis/Big Bang;
  • Matéria/Anti-matéria;
  • O bem/O mal;
  • O real/O imaginário;
  • A morte/A vida;
  • A construcção/A destruição;
  • O ateu/O religioso.



Neste romance todas as personagens giram num efeito de suspense e conspiração. O tema central e fio condutor de toda a narrativa reside, quanto a mim, na dualidade ciência/religião. Para a análise desta dualidade recorri à Filosofia, uma vez que é nesta ciência que podemos reflectir sobre os opostos evidenciados nesta obra. Já as personagens do livro representam esta dualidade, quer a nível colectivo, quer a nível individual.
Robert Langdon, Leonardo Vetra e Vittoria Vetra simbolizam um colectivo científico, que tentam através da ciência beneficiar a humanidade. Representam um particular porque cada um deles, em alguns ramos da ciência, põem o seu “cérebro” ao serviço dos outros...serão os Anjos?
Camerlengo Ventresca, por oposição, é o vilão do romance. Através de um plano diabólico, e seguro da verdade das suas convicções e ideais, usa os benefícios da ciência como arma de arremesso para a destruição e o caos, neste caso específico, a destruição do próprio Vaticano. É também uma personagem que funciona ao nível colectivo e individual. Colectivo, pois simboliza as seitas, as organizações, os ideais políticos e/ou religiosos que geram conflitos mundiais a vários níveis. Do ponto de vista particular, Camerlengo é marcado por um ideal atraiçoado, carregando dentro de si o “peso do mal” e a vingança, devido (não só, mas também) ao facto da sua mãe , Maria, ter sido vítima de um atentado terrorista, numa igreja. Pensa ele que, só através da destruição, só após a passagem pelo caos, o mundo se salvará. Esta personagem torna-se, assim, um fanático religioso. Ele mata por uma ideia e igualmente morre por ela.
Leonardo Vetra, dividido entre o amor a Deus e o amor à Ciência – padre e físico – tenta mostrar que a ciência e a religião podem coexistir lado a lado. Tentou em laboratório demonstrar que o Big Bang provaria o Génesis da Bíblia. Desenvolve uma fonte de energia tão poderosa, comparável àquela que esteve na origem do Big Bang e consequentemente, na origem da recriação do Génesis. Um leigo ou um ateu jamais poderia perceber como estas duas visões se poderiam conciliar. Mas para um cientista nenhuma destas duas teorias podem ser dadas como definitivas, pois apesar de todo o avanço do conhecimento, a dúvida ainda persiste.
Para finalizar a minha análise do livro, falta referir o papel da Igreja Católica ao longo dos séculos e a perseguição desta a todos os iluminados, ou seja, aos Homens da Ciência. Os Illuminati eram uma fraternidade ou “grupo-clandestino” do qual faziam parte Homens da Ciência. Ao longo da História e durante séculos, a Igreja Católica perseguiu os Homens da Ciência, principalmente através do Tribunal da Inquisição.
Como conclusão, direi apenas que vivemos numa época em que a ciência – apesar das perseguições – nunca foi tão poderosa, conquistadora e sábia mas, ao mesmo tempo, tão contestada e criticada.

Pois bem, meus amigos, espero que esta minha apresentação do livro "Anjos e Demónios" vos suscite algum interesse por mistérios e desafios... e para quem gosta deste tipo de aventuras, acho que não deve fazer o livro esperar mais tempo na prateleira da livraria!!!

domingo, 25 de fevereiro de 2007

O Sabor do Medo!


Caro leitor, você é daqueles que tem medo da morte? É daquelas pessoas que tem medo do que lhe pode acontecer depois de morto e do que lhe podem fazer? Ou até mesmo daquelas pessoas que não conseguem, por vezes, separar o real do fictício? Se é dessas pessoas, por favor, pela sua saúde e bem-estar, deixe de ler isto. Não se deixe iludir, estou a falar mesmo a sério. Mas já vi que o leitor é uma pessoa persistente... mas olhe que para continuar a ler tem de ser uma pessoa de coragem, pois isto é algo muito sério.
"A Química da Morte" sugere-lhe algo? Bem, creio que deve sugerir, mas é algo que não deve ser boa coisa, pois isto é um titulo de um livro... É um livro que surpreende desde o primeiro ao último parágrafo, que conta pormenores que, por vezes, deixarão as pessoas chocadas por pensarem como isso será possível. É um livro com o qual o leitor irá aumentar o seu conhecimento de antropologia forense e o mistério presente em todo o livro faz com que queira ler mais e mais. O livro é daqueles que faz com que o leitor se sinta como o protagonista da história, sentindo a história toda com o coração. O autor, Simon Beckett, baseou-se em histórias que conhecia e, ao mesmo tempo,, em lugares que estudou, visto ser um jornalista ligado à investigação, como é o caso da Quinta dos Cadáveres, no Tenesse, Estados Unidos da América.
Olhar apenas para a capa pode suscitar variadas reacções... A capa, só em si, penso que cativa alguns tipos de pessoas, pois os insectos, as gotas de sangue, o negro parecendo uma guerra... só isso é sugestivo, mas apenas para quem não tem medo.
Enfim, é um daqueles livros que, quando chegar à ultima página, ficará contente, porque terá a certeza que a história não passou de ficção.
E agora o meu amigo leitor está disposto a testar-se? Estará disposto a provar o sabor do medo? Se é isso que realmente quer, não deixe para amanhã... corra a uma livraria a comprá-lo!

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

AS VOSSAS LEITURAS...


Pois, meus amigos... não se esqueçam que têm até ao fim deste período para me apresentarem um texto crítico, PESSOAL, relativo ao livro que tenham escolhido para ler. Fica ao vosso critério (que também será avaliado) o estilo dessa apresentação.
Será também conveniente que façam uma breve apresentação sobre o autor que tenham escolhido.
Obviamente, podem e devem comentar as leituras dos vossos colegas... especialmente se já tiverem lido a obra e tiverem uma opiniao formada sobre a matéria.
Lembro, também, que este trabalho entra na avaliação do 2º período com a percentagem de 5% atribuida à Leitura (Critérios Específicos de Avaliação)
Instruções:
Lembro a quem não tenha prática "bloguista" que, para postar, tem de estar registado (para comentar não é necessário).
Para este efeito tem de aceitar o convite que já dirigi a todos por email... quem não o recebeu ou não o activou, faça o favor de mo indicar através deste mail: aetheria11@gmail.com.
Depois, para postarem aqui, têm de fazer login:
1º Vão ao Sign in;
2º no username colocam o vosso endereço de email
3º Estando ligados, basta então colocar uma nova postagem.
Fico à espera! ;-)