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domingo, 21 de outubro de 2007

“ A Conspiração do Graal ”



Lynn Shooles e Joe Moore


Lynn Sholes dá cursos de ficção e de escrita. Foi o seu extenso trabalho na área da arqueologia, que o inspirou para este livro.
Joe Moore é um executivo de marketing, com 25 anos de experiência em televisão, o que lhe proporcionou dois prémios Emmy. Este livro é o reflexo de quatro anos de experiência teológica num seminário.
A Conspiração do Graal é uma empolgante história que se centra num artefacto recentemente descoberto no Iraque, o Santo Graal.
Esta fascinante história, envolve chefes de estado, que vêem a sua reputação posta em causa. Trata-se
[???] de uma organização secreta que põem em prática um minucioso plano para roubar o cálice Sagrado.
O cálice contém sangue de Cristo, e com esse sangue a organização tenta preparar a chegada sacrílega do Segundo Advento de Cristo.
Para a execução do plano contam com a ajuda de um importante Bispo do Vaticano que, ao aperceber-se do grande erro que foi roubar o Cálice Sagrado e entregá-lo à organização, é morto quando tenta avisar Cotton Stone que o seu tio, a pessoa em que ela mais confiava, é um dos chefes desta conspiração e que faz parte daqueles que já a tentaram matar por ser um entrave na execução do grande plano.
No fim do livro, a verdadeira história é revelada e Cotton Stone chega a tempo de evitar o Apocalipse.

De facto, o livro é bastante bom. A narrativa é empolgante e consegue manter o interesse do leitor até ao fim da história.
Como em muitos romances termina com um final feliz, mas não o final que Cotton Stone, personagem principal, desejava.
O livro é, efectivamente, muito bom, tem uma narrativa bem estruturada, uma história que nos faz sentir como se estivéssemos dentro acção do livro.
Recomendo vivamente a que todos o leiam. Se gostaram de “O Código Da Vinci”, certamente irão gostar deste livro.

Ana Vieira, 11ºE

O olho que a pouco sabe


"O Olho do Mundo" é um dos poucos livros que, além de criar um universo novo, consegue fazer-nos querer viver nesse universo onde o bem e o mal lutam para todo o sempre, em batalhas que se repetem à medida que a roda do tempo gira.

A receita é a mesma do Senhor dos Aneis: personagens ingénuas descobrem que são feitas para ter grandes efeitos na vida das pessoas, são acompanhadas por algumas personagens com algum estatuto e entram numa aventura épica, mas os pequenos pormenores, como as culturas, as criaturas , a mitologia única e as pequenas aventuras fazem com que este livro seja único.

No entanto, o livro fica a saber a pouco e faz-nos querer ir a correr comprar o próximo livro da colecçao"A Roda do Tempo" porque só livros destes conseguem sobreviver nesta era de tecnologia.

Tiago Cordeiro 11ºC

O mundo que encanta e desencanta




O mundo da grande escritora J. K. Rowling volta-nos a espantar com a chegada do último livro da série do mais famoso mago de todos os tempos, Harry Potter.

Neste novo livro, a autora nao só explorou ainda mais o mundo fantástico da imaginação, como também conseguiu dar um grande final à trama, pois nunca se sabe o que irá acontecer até ao final.

Neste livro, o nosso jovem mago (Harry Poter) conta com a ajuda dos seus amigos (Hermione e Ron) para destruir os Horcruxes (pedaços da alma de Voldemorte), como também para desvendar segredos tão malignos e obscuros que remontam ao início dos tempos, que puderam metê-los [???] como mestres da própria MORTE.

Penso que todos os fãs ficarão satisfeitos com este último livro, que não pára de nos supreender. Se fosse a vocês corria já para comprar um, pois podem chegar lá e já terem desaparecido... por obras [artes] mágicas.

Rui Lima 11ºC


sábado, 20 de outubro de 2007

CSI: Criminalistas Sem Investigarem



Todos conhecem a série que "aprisiona" imensos espectadores à televisão e à Internet, uma série com vários desdobramentos: CSI Las Vegas; CSI Miami; CSI Nova Iorque.

CSI é uma série de investigação criminal, em que não se sabe muito bem como é que conseguem encontrar criminosos em 2 ou 3 dias, depois dos crimes.

Na nossa actualidade [realidade], quando um crime acontece, [sujeito?] demoram vários dias até começarem a investigar (talvez por culpa da burocracia, ou talvez não). Depois os resultados de análises conseguem demorar várias semanas ou até meses até serem conhecidos, os inquéritos e todas a complicações, fazem com que estes cheguem a demorar vários meses, ou até anos, e alguns sem uma conclusão.

Como será que estes investigadores conseguem fazer tudo isto em tão pouco tempo?

Esta série também fez com que profissões, tais como, medicina legal, ciência forense, entre outras, que até então estavam ameaçadas de extinção, começassem a ter jovens, já a estudar, para se tornarem futuros profissionais nesta área.

É óbvio que tinham que ser os EUA a inventar uma série tão futurista. Nos EUA, esta série está a ter grande sucesso... entre criminosos. É que o CSI está a consegui que criminosos consigam cometer crimes sem que deixem provas para que sejam incriminados, pois estes andam a "estudar" os episódios para "aprederem" como se realiza um "crime perfeito".

É também conhecido do público geral que 75% dos crimes resolvidos na série têm uma base verídica. Será que as pessoas envolvidas , directa ou indirectamente, nesses crimes, têm o dever de os verem ser tornados público?

Porque será que ninguém pensa nestas questões?


Cátia Vanessa 11ºC

No Signal


Foi no decorrer do ano de 1926 d.C. , que um homenzinho de saias, o escocês John Baird, inventou aquilo que pelo menos até hoje, nós chamamos de televisão. Este aparelho foi evoluindo (conseguindo mesmo chegar a Portugal!), e fez chegar até nós os mais variados, e acima de tudo, os mais importantes acontecimentos da História da Humanidade: o americano que segundo dizem foi MESMO à Lua, a queda daquele monte de pedra na Alemanha, o discurso do King, o descuido da Paris Hilton, que ACIDENTALMENTE mostrou o mamilo, Oops acho que isto não estava na lista, mas deu audiências, portanto que se lixe!!

Mas o grande salto da TV foi quando esta começou a ser utilizada naquela pequena província de Espanha, que D. Afonso Henriques conquistou (por motivos alheios às estações portuguesas é impossível fornecer imagens televisivas). É verdade, quem não se lembra da memorável epopeia dos Palancas, oh também quando mostraram aquele monte de pessoas a fazer barulho em meados da Abril, a emissão da adesão tuga à UE , as transmissões memoráveis dos Jogos Sem Fronteiras, dos Festivais da Eurovisão! AH GRANDE RTP !!!

Depois veio a SIC e a TVI, e por fim a TV por Cabo! Ora o que me pediram, aliás o que me obrigaram a fazer, foi elaborar uma crítica sobre um filme ou programa que me tivesse marcado e não contar a Historia da Televisão. Mas vá, quem sou eu para criticar um programa ou filme, que tanto trabalho deu ao seu criador, que derramou sangue e lágrimas para nos fazer chegar o seu tão obsoleto trabalho. Nada melhor que dedicar o meu tempo à televisão portuguesa. Temos 4 canais generalistas que procuram ter programas interessantes para nos ocupar grande parte do tempo e agradar toda gente. Mas, como falamos da TV portuguesa, temos apenas 4 canais generalistas que emitem programas exactamente iguais, à mesma hora. Eles de generalistas não têm nada, já que visam sempre o mesmo público. Enfadonhas e fatigantes são aquelas emissões que se estendem pela manhã e voltam à tarde.
Depois, há sempre as notícias. São iguais durante dias e, de um dia para o outro, todo mundo as esquece.
Ah!... e depois temos as novelas. Sempre os mesmos actores com os mesmos tiques tristes, a contar mais uma história à boa maneira mexicana /venezuelana. UhUh e a TV continua a descer com aqueles reality-shows que enriquecem as nossas pobres mentes, e nos mostram como é bom viver numa quinta ou talvez num circo.
Pergunto-me porque é que as boas séries e filmes passam tão tarde, à semana…

A verdade é que estamos cada vez mais próximos da sociedade americana, alimentando uma cultura ligada aos escândalos e ao jornalismo sensacionalista que não tem mais nenhum objectivo do que deformar as nossas mentes.

Gonçalo Larangeira, 11ºG

Sem Espinhas... Tudo o que podia ser este livro é...


Ninguém Escreve ao Coronel

Gabriel Garcia Marquez

Alegorias do mal viver, ou do viver bem uma má vida, podiam ser, perfeitamente, o título desta obra. O autor conseguiu com este livro transpor perfeitamente a barreira do papel, utilizando uma escrita de tal forma descritiva que, seguramente, todos os afortunados que o leram se acharam a imaginar o cheiro a terra molhada num ar quente, abafado e saturado de pobreza.

Este conto, um dos primeiros de Gabriel Garcia Marquez, desenrola-se em volta da vida de um Coronel de uma Revolução que tem um Galo de combate e espera uma Carta. O Coronel é já velho e quase tão doente como a sua esposa, a Revolução foi há mais que uma vida atrás, o Galo é a herança do filho, cuja vida começou e feneceu durante a epopeia da Carta, sendo esta supostamente uma pensão vitalícia para quem deu a vida pelo remetente.

Este conto retrata de forma mais que perfeita a vida de um velho, em toda a extensão da palavra, que viu a sua vida perder sentido com o desaparecimento de tudo o que conseguiu durante a mesma, e pior, um velho orgulhoso, com todas as virtudes contrárias às anátemas que foi recolhendo.

A sua existência resumia-se a tentar arranjar um punhado de milho para o galo, algo para por na mesa, pelo menos um par de vezes por semana, e ir todas as sextas-feiras esperar o homem da barca, que supostamente lhe traria o pináculo da sua vida, selado num envelope de papel.

Bruno Senra, 11ºG


BÊ-A-BA



Para dar início ao meu breve artigo crítico devo só explicar um ponto fulcral: eu quis matar o senhor Hans Weingartner (Goodbye Lenin). E porquê? Porque este é, na minha opinião, um muito bom realizador austríaco. Não, não sou chauvinista. É que, como estudante de alemão, fui remetida para o anfiteatro da escola a fim de ver OS EDUKADORES (justamente na aula dos 135 minutos, que sagra...erradamente deveria ocupar a dormir). Pois são evidentes os meus motivos: em vez de me comprazer num (klein) descanso, colei os olhos (e o cérebro e tudo o que de Liliana havia) à tela, durante todo o filme, obtendo uma complexa (Senhora) Lição.

Os Edukadores (protagonizado por Daniel Bruhl), retrata a história de três jovens personagens com uma visão política tendencialmente liberal, que não se limitam a criticar o sistema capitalista: eles põem em causa todo o conceito de liberdade (a vários níveis, entenda-se) num mundo economicamente globalizado… o que lhes confere o estatuto de revolucionários… ou terroristas.


Com bastante acção e retórica, as diversas personagens vêem-se estranguladas num regime quase despótico por si mesmo: um círculo vicioso de conflitos morais, em que uns fraquejam pela adesão – e os outros, que assistem abismados ao fosso para o qual a Humanidade mergulha, radicalizam a sua posição, com o intuito de disseminar valores maiores.


Privilegiando a Moral como tema mestre, o filme reserva lugares interessantes para a idiossincrasia de cada personagem, como para a banda-sonora: embora a musicalidade seja pouco presente (suportando a austeridade), somos banhados com a Hallelujah, qual cereja no topo do bolo.


Extasiada e a repetir a plenos pulmões JEDES HERZ IST EINE REVOLUTIONARE ZELLE, aconselho a que vejam o filme… ou invado-vos as casas...





Liliana Freitas, 11º G




sexta-feira, 19 de outubro de 2007

“Floribella” cada vez pior !




Há pouco mais de um ano, a estação de televisão SIC tentou fazer com que as suas audiências subissem em “flecha” ao passar a telenovela “Floribella”, para conquistar o público português.
Uma telenovela feita a pensar essencialmente em miúdos, mas também em graúdos. Foi com esta telenovela que a estação decidiu uma vez mais tentar a sua sorte, mas sem sucesso, visto que, hoje em dia, é vista por muitos como uma verdadeira “palhaçada”.
A princípio poderia parecer uma telenovela com alguma magia, para cativar os mais novos, fazendo-os acreditar em contos de fadas e coisas do género. Mas, como tudo na vida, esta telenovela perdeu também a sua pouca piada, pois como diz o ditado “o que é demais enjoa.” E cá estamos nós, nos dias de hoje, a “gramar” ainda este “tremendo circo” que passa todos os dias na SIC.
Na minha modesta opinião, esta telenovela tem uma estrutura completamente ridícula. Quem, nos dias de hoje, acredita em bruxas, fadas e outros milagres relacionados com as mesmas?! Quem acredita em árvores que falam e em espíritos capazes de encarnar nas pessoas?! Agora, pergunto-me se haverá alguém que ainda perde algum do seu precioso tempo a assistir a esta telenovela… Será que existe alguém?!
Desde já quero felicitar a SIC, por ter atingido o mais baixo nível ao passar esta telenovela, apenas para alcançar um pouco mais de audiências.




Sílvia Santos 11ºE

Irmão que salva irmão tem 100 anos de perdão



Prison Break não é mais uma série é a série. Prison Break é uma genial, intrigante e envolvente série que se passa numa prisão. É um drama recheado de suspense e tensão que apresenta o mundo dentro de uma prisão, que é bem mais complexo do que todos imaginam.

Esta série conta-nos a história de Michael Scofield (Wentworth Miller), um homem desesperado numa situação extrema. Seu irmão, Lincoln Burrows (Dominic Purcell), está no corredor da morte e será executado, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem opções e sem muito tempo, Michael assalta um banco para que ser preso e levado para a penitenciária estadual onde o seu irmão está preso, Fox River. Uma vez lá dentro, Michael (um engenheiro civil com as plantas da prisão tatuadas no corpo e uma inteligência bem acima da média) começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar a inocência dele.

Prison Break é uma série de ficar colado ao sofá, gravado e rodado numa das prisões mais famosas do mundo a "Juliet,Ilinois" nos E.U.A, cujo "único" defeito é a sua banda sonora que podia estar um bocachinho melhor.

Prison Break é uma série a não perder, principalmente, para os amantes do suspense, em que ao fim de cada episódio só dá vontade de ver o outro.



Michael Silva, 11º A

A vida por um fio...



Strings, é um filme dinamarquês de 2004, realizado por Anders Rønnow Klarlund, e tem o mérito de ser a primeira longa metragem exclusivamente “interpretada” por marionetas, em que os próprios fios das marionetas fazem parte do argumento. Precisou de 4 anos de preparação e 23 semanas de filmagens. A ideia surgiu quando Anders Klaklund queria fazer um filme sobre terrorismo e como os EUA reagiram aos atentados de 11 de Setembro.
A morte do imperador The Kahro, e uma trama pelo poder, levam Hal Tara, o filho do imperador e herdeiro do trono, a deixar a segurança da cidade de Hebalon na busca do seus maiores inimigos, e presumíveis responsáveis pela morte do imperador, os Zeriths. Durante a sua demanda de vingança pelo seu pai, Hal descobre a verdade sobre o seu passado e o seu povo…
Munido de excelentes “actores”, que se poderão dizer bicéfalos (é de louvar todo o trabalho por parte dos titereiros e também dos actores que fazem as vozes), e aliado a uma excelente história, num mundo em que “fios do Céu criam toda a vida na Terra”, Strings é sem dúvida uma excelente produção, digna de todos os recursos e tempo gastos.
Nuno Areia 11º C

O amontoado de chamadas de um estranho




O realizador dos bastante aceitáveis filmes Tom Raider e Con Air, Simon West, estraga a sua mini-reputação, aventurando-se no “difícil de satisfazer” género de Terror. Lança, então, “When a Stranger Call” (chamada de um estranho), com a medíocre, irrisória, mas bonita, Camilla Belle, que tenta protagonizar uma indefesa adolescente com implantes mamários.

Este filme é mais uma das tentativas fracassadas de plágio de “Screen”, onde uma simples adolescente tem problemas em pagar as contas de telemóvel (pois a seguir a ter bateria no telemóvel, este é o segundo problema dos adolescentes), emprega assim o cargo de tomar conta de duas crianças, para saldar assim as suas inúmeras despesas. Ao longo dos primeiros 20 longos e estafantes minutos do filme, o protagonista (telefone) entra em acção de 30 em 30 segundos, tornando assim o filme mais expectante para os assistentes de linhas telefónicas. Contudo, surpreendentemente, durante os seguintes 30 minutos, a acção está ao rubro, o telefone começa a tocar de 20 em 20 segundos, recebendo a adolescente ameaças e indicações contínuas. Admiravelmente, inicia-se o que não se esperava, um sucessivo jogo do gato e do rato, com um rato bonito e com implantação mamária [???]. Enfim, no meio desta bola de neve de clichés, servirá de consolo a majestosa e magnífica habitação onde se desenrola a “acção”, que é um regalo para os nossos olhos. Aconselho então, quem gosta de assistir e/ou ter uma boa conversa ao telefone e que esteja a pensar em construir uma habitação, a ver este esplendoroso e magnifico “filme”.


Luis Loureiro, 11ºB

A LUZ DE PARIS!


Era uma vez Paris, uma cidade conhecida pelas suas luzes ofuscantes de beleza, pelo seu glamour incondicional, chefes de cozinha “parfect”,”oui,oui”. Porém nascia uma outra Paris a 17 de Fevereiro de 1981 em Nova Iorque. Hilton, Paris Hilton, um ser humano conhecido por ser reconhecido em qualquer parte do mundo, uma rapariga de cabelos longos e louros, olhos azuis, corpo esbelto e diamantes na carteira. E assim fez-se a futilidade em pessoa. Paris tem como “empregos” ser actriz, modelo, empresária e cantora, dedica-se 100% a todas estas actividades, mas é pena o resultado não ser tão óbvio. O seu passatempo preferido é gastar dinheiro, mas deixando ironias à parte, Paris Hilton representa tão bem, ao ponto de ser nomeada para pior actriz do ano umas duas vezes. É uma cantora sensacional, capaz de fazer frente à Mariza, é pena nunca ter sido convidada para cantar em grandes eventos musicais. Herdeira de uma das maiores cadeias de hotéis a nível mundial, foi entre estas que cresceu.
Neste Verão, Paris, por algumas infracções, foi para a cadeia “de grades”, onde pode continuar o seu crescimento, porque a lei, minha gente “toca a todos”.
Mas acredito que se o seu nome fosse Etiópia Hilton, talvez a sua vida de “socialite” e colorida ficasse com uma só cor, negra, o seu glamour tornar-se-ia em humildade, o seu dinheiro em areia, em pó.


Porém, como não posso escolher o nome que tenho, contento-me com o meu!!!


Mariana Cassamá 11ºG

Mas que grande anatomia!



As séries que conjugam a área da medicina com o drama humano provocam em mim um certo fascínio, e a série Anatomia de Grey é algo de fascinante, sem explicação, a sua acção, o seu drama, que relaciona as partes de lazer da vida e trabalho é algo que só um grande criador o poderia fazer (apesar de eu não o conhecer, mas só por ter criado esta série já é grande).
Anatomia de Grey foi criado por Shond Rhimes, tem como protagonista do show Ellen Pompeo, com o papel de Meredith, uma médica cirurgiã que, no dia anterior ao início do seu trabalho; se envolve com um homem que no seu primeiro dia no hospital descobre que é seu patrão. Ambos ficam muito preocupados, pois um envolvimento entre um interno e o seu chefe ia contra o regulamento e de maneira alguma era permitido.
A séria desenvolve muito bem esta história e muitas outras, histórias que podiam perfeitamente acontecer na vida real e ali tratam isso através da medicina que também para mim é uma área espectacular [frase mal estruturada].
Isto tudo numa série? Ai… eu não resisto, é demais, claro que fico presa ao televisor todas as terças feiras, às 10:45 na RTP2.
Este “drama medicinal” está nomeada para 12 Emmys e 4 Globos de Ouro. Dá para acreditar? Não resta dúvida qual o adjectivo que a classifica…grande.



Letícia Fortes 11º C



Um filme cheio de acção e muito sangue, Kill Bill conta a história de Beatrix Kiddo , “A noiva” ou “Mamba Negra”, encenada [interpretada] pela exuberante“Thurman”.


Traída e quase morta no dia de seu casamento, a assassina de elite acorda após ficar quatro anos em coma. Bill jura vingança a quem a traiu. O filme é uma homenagem ao cinema oriental no melhor estilo Bruce Lee, com cenas de pura pancadaria. Quentin baseou-se, ao escrever e dirigir, em HQs japoneses e em velhas histórias de samurais, bang-bang e Kung Fu, lembrando Yakusa e lutas com espadas. O ponto forte deste filme, sem dúvida, são as cenas de acção e a trilha [banda] sonora, além de serem usados, em algumas cenas, cortes e closes rápidos de câmeras lembrando séries japonesas dos anos 80.


Por mais que, em algumas cenas, o filme pareça uma carnificina japonesa, não é de tão estranho você [?] o semelhar [comparar] com um belo baile ou um conjunto de dançarinos. Este filme ainda conta com Lucy Liu, Daryl Hannah e Vivica Fox.


Indispensável para quem ama cinema.




Luis 11ºE nº 16

O Eterno Incompreendido

Kurt Donald Cobain nasceu a 20 de Fevereiro de 1967 e faleceu a 5 de Abril de 1994.
Seu cadáver foi encontrado em sua casa em Seattle.
Kurt morreu vítima de um tiro de espingarda na boca e existiram fortes indícios que levavam a crer que Kurt foi [tinha sido] assassinado. Contudo, o caso foi encerrado sendo a causa de morte, o suicídio.
Kurt Cobain foi músico, vocalista e compositor da banda Nirvana, criada em 1987, juntamente com o baixista Krist Novoselic e o baterista David Grohl.
Bem, passemos aos factos que me levaram a falar sobre este artista, que pessoalmente aprecio bastante.
Seus escritos revelam um artista que amava a música, que conhecia a história do Rock e que tencionava fazer parte dessa mesma história.
“Odeio-me e quero morrer” é das melhores provas disso mesmo, é um incomparável auto-retrato do mais influente músico dos anos 80.
Este livro fala-nos sobre o pesadelo que foi a infância de Kurt, as memórias dos primeiros tempos dos Nirvana, a dependência de heroína, estimulada ou causa de agravamento dos dolorosos problemas gástricos de Kurt, e até mesmo sobre a sua relação com a sua esposa Courtney e seus fãs.
É um livro um pouco confuso para quem não sabe muitas coisas acerca de Kurt, mas acho um livro bastante interessante para todos aqueles que são fãs de Kurt e dos Nirvana, ou até mesmo, para quem tem curiosidade em saber algo mais sobre a banda e o vocalista mais influente dos anos 80.




Paula Fernandes 11º G

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Simplesmente Genial






Prison Break é uma série fantástica, que retrata o mais variado tipo de presidiários, praticantes dos mais diversos tipos de crimes. Mas onde está o caso mais interessante e empolgante é num que a maioria das pessoas já ouviram falar. Estou a falar de um assassinato que um presidiário supostamente cometeu.
Em Fox River (uma prisão de Chicago) Michael Scofield tenta a todo o custo salvar o irmão condenado à morte pelo um crime que Michael está convencido que o irmão não cometeu.

Michael, um galardoado engenheiro, após alguns meses comete um crime propositadamente para ir parar à mesma prisão onde se encontra o irmão. Mas Michael usa e “abusa” da sua grande inteligência e, arquitectou um plano para libertar-se a ele, ao seu irmão e a um grupo que ele formou durante a sua estadia em Fox River.
Sem dúvida que, enquanto visionava a série, fiquei abismado e incrédulo com a genialidade e a perfeição com que ele manipulava todas as “peças de xadrez”, sempre com o intuito da fuga em mente.
Só para terem uma breve percepção da tamanha inteligência de Michael Scofield, ele teve a brilhante ideia de se tatuar com as plantas da prisão de Fox River para saber todos os passos que tinha de dar e quando executá-los. Já para não falar na influência que ele exercia nas pessoas que ele utilizava para levar o seu plano avante.
Com um vasto leque de ilustres actores, uma magnífica realização e com um enredo fenomenal, Prison Break já é uma consagrada série. Agora fico aguardar a terceira temporada para me deliciar ainda mais.






Marcelo, 11ºB

A ganhar é que a gente não se entende




O recente programa de fim de tarde “A ganhar é que a gente se entende” da SIC, cuja finalidade é dar dinheiro às pessoas e passar o tempo -sim, isso mesmo, passar o tempo e claro, dar oportunidade de emprego ao Fernando Rocha - é um programa que não tem “ pés nem cabeça”, onde os animais, como cobras, ratos, polvos ajudam a dar dinheiro.
Isto não tem graça nenhuma: se deixassem os bichinhos no seu habitat, em vez de os expor daquela maneira… Onde o mundo da televisão vai parar!
E o apresentador, um humorista, de segunda categoria. Por outro lado, este programa tem um lado bom para aquelas pessoas, como os idosos, que estão em casa e assim é o meio de distrair.
Mas se a SIC pensa que com um programa destes aumenta o share, estão enganados: com os Morangos com Açúcar à mesma hora? Não sei, não!
A ganhar é que a gente se entende é um desperdício de tempo e de dinheiro.





Emília Oliveira nº7 11ºB

Homem - Aranha 3






Na continuação dos filmes do Homem Aranha 1 e 2, eis o último de todos, o “Homem-Aranha 3” Neste filme, tal como nos outros, o herói é Peter Parker e a sua amada continua a mesma, o que já aborrece de ser sempre uma mulher muito bonita que nada quer com Peter.
Este filme é uma réplica dos outros dois, só com a diferença dos maus da fita e da farda de Peter que, de vez em quando, é preta, em vez de vermelha e azul. Está bem que os vilões até estão bem pensados e bem realizados, mas o coitadinho do Homem–Aranha não tem nada de novo nos seus poderes. Os maus da fita são dois: o Homem Areia, que foi um homem acusado injustamente de um crime que não cometeu e quando o iam a perseguir para o prender ele caiu num poço mágico que o transformou em areia, e um homem que adquiriu um vírus que já tinha passado pelo Homem–Aranha (que era quando ele ficava preto) e que, ao passar por esse homem, fez com que ficasse mau e com poderes.
Estes vilões, assim descritos, até parecem muito bonitos, mas a maneiro como eles aparecem, o caso do vírus e do poço mágico, é que é muito pobrezinha, podia estar melhor realizada, com factos mais verídicos. Depois, lá o Homem-Aranha fica famoso e beija uma rapariga famosa, sem querer, e a sua namorada Mary fica toda zangada e ele não se consegue desculpar e depois... bla bla bla.. tipo histórinhas das novelas que nem andam nem desandam e depois, no final de tudo, lá o inimigo do Homem–Aranha do segundo filme passa a ser amigo dele a ajuda-o a matar os inimigos e a sua ex-namorada Mary já passa a ser sua namorada...
Como podemos ver, mais uma vez, confirmamos que este filme parece uma novela no que diz respeito ao amor e uma história de crianças no que diz respeito à acção do filme.

Tiago Luso, 11º C



Certo ou errado? Eis a questão


Há cerca de três, quatro anos que, por volta das 7 da tarde, na RTP, podemos ficar na companhia do "Preço Certo em Euros", arrastando consigo o riquinho Fernando Mendes.

Já matutei muito sobre este assunto, mas ainda não sei bem a razão pela qual ainda o rodam. Então vejamos: este circo começa logo pelo "baixinho" que parece gostar de ser o bobo da corte, exibindo os seus magníficos dotes, ou seja, vai batendo com diferentes partes do corpo numa espécie de buzina enquanto faz caretas disparatadas, entre outras aberrações. Porém, tenho de admitir que este é um programa de entretenimento e que o Fernando tem alguns flashes e até mesmo que é um bom profissional na arte da ficção, como em "Nós os ricos", mas não num programa deste género. Na realidade, não sei que tipo de influências este conhecido apresentador, e não sei se humorista, teve, mas não devem ter sido as melhores. E o espectáculo prolonga-se ao público e concorrentes. Alguns destes devem pensar que o Mendes de riquinho passou a pobrezinho, pois desde o pão ao queijo e do vinho ao chouriço de tudo já lhe deram. Claro, que os concorrentes podem tê-lo como um ídolo (mas porquê?) e querer demonstrá-lo, mas não vêem que, em vez de encherem os bolsos os estão a despejar? Por parte do público vemos o mesmo tipo de comportamento, pois numa destas enervantes sessões, duas espectadoras desceram do grupo maluco e desataram a beijar o apresentador. Sempre disseram, o exemplo vem de cima!

Com este desagrado todo, como é que tenho paciência para ver e saber estes pormenores? É que, infelizmente, por vezes sou levada a ver e a ouvir algumas destas oferendas, ainda por cima diárias, pois um familiar (não eu) assiste a este programa, que é um desperdício de tempo.

Será que o possível sucesso do "Preço Certo", para os amigos e "Preço Certo em Euros " para mim, nos outros países tem de ser a nossa desgraça?
Marisa Martins, 11ºA

VÔO DE “PRIMEIRA CLASSE”




Eram elevadas as expectativas que caíam sobre este filme, em virtude do elenco de luxo que nos era apresentado e, decididamente, Fortaleza Voadora não defrauda tais expectativas. Tal como nos habituou ao longo dos anos, Nicholas Cage tem uma fabulosa interpretação neste filme, que conta ainda com nomes como John Cusack, John Malkovich e Steve Buscemi, entre outros. Excelente exemplo do que deve ser um bom filme de acção, este filme, realizado por Simon West, conta a história de um ex-militar (Nicholas Cage), vítima de “estar no lugar errado, à hora errada” e que acaba por cumprir pena depois de ter matado um homem com as suas próprias mãos. A personagem passa depois uns anos na prisão, saindo em liberdade condicional. No entanto, quando pensava que ia finalmente ver mulher e filha após anos de tormento, o avião onde está a ser transportado, juntamente alguns dos mais famosos criminosos do país, é tomado pelos próprios prisioneiros. Simultaneamente, agentes governamentais tentam perseguir o avião e evitar a fuga destes homens. Um filme excitante que envolve os espectadores numa mescla de emoções, fazendo com que estes o “vivam” de forma intensa.
O argumento demonstra como uma pessoa pode ver-se envolvida em circunstâncias adversas, para as quais em nada se contribuiu e como os nossos objectivos podem ser drasticamente alterados por terceiros. Por outro lado, mostra-nos como é importante, mesmo num meio de grande agressividade, como é o meio prisional, manter a integridade pessoal e os valores morais.
Certamente, entre os melhores filmes das últimas décadas e o expoente máximo deste tipo de películas! Não foram mal gastos os muitos milhões de dólares empregues na sua realização.
E convenhamos, qualquer filme que conta com a presença do brilhante Nicholas Cage só pode ser um filme de excepção…





Filipe Pinto e Lobo de Jesus Silva 11ºE