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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Visão Negativista



Em pleno século XXI, Portugal não se encontra nas melhores condições económicas, comparado com muitos países da união europeia, mas comparado com países africanos e asiáticos, Portugal situa-se numa posição vantajosa.
Mas os portugueses não pensam assim. Sempre que os interrogam sobre o assunto, eles respondem que o país está numa desgraça, estou a falar da economia é claro.
Os portugueses nunca ficam bem no meio em que vivem, querendo sempre mais do que têm - continuará a ser a sua prioridade, só pensam em dinheiro e tudo que é de graça é bem-vindo.
Sendo assim, os portugueses nem que recebessem um salário do dobro do que recebem (salário mínimo), não estariam contentes e iriam reclamar.
Viver com condições portuguesas para uma pessoa africana é um sonho: ter dinheiro para uma casa, um carro, para a escola dos seus filhos, para comida e roupa é um luxo que eles não sabem o que é, hoje em dia.
Os portugueses, de tanto reclamar, podiam tentar encontrar as razões para o país estar assim. É que, na verdade, Portugal não se encontra com a sua economia firme, mas o porquê desta situação ninguém quer saber, apenas querem mais dinheiro e menos impostos.
Roubos ao povo, que ninguém vê, e que nem dá por esses roubos, que depois vão agravar a instabilidade da nossa economia [...]. Se os portugueses fossem pessoas esclarecidas, talvez o país não fosse controlado da maneira [não será: à imagem de...?] de quem o governa, mas sim da maneira do povo.


Bruno Pereira 11ºG

A Doença do Povo


Hoje, aqui estou eu, stressadamente sentada, roendo já as unhas, tudo porque penso, penso e chego a conclusão nenhuma. Já não sei o que pensar. Será que esta “doença” tem cura?
Grande parte de vós, senão todos, não faz ideia do que eu estou a falar. Pois bem, passo a explicar: não têm reparado que a nossa querida sociedade apresenta sintomas de uma “doençazita”? Nada de grave… Por agora! (Pois temo que, se os sintomas persistirem ou piorarem teremos, urgentemente, que consultar o nosso médico assistente.) Já se lembram que doença é? Não tem nome científico, mas é vulgarmente conhecida por “perda de valores”. Os sintomas são vários. O primeiro, e que eu considero mais grave, é a falta de educação. Os “novos pais” de hoje não sabem educar os seus ricos filhinhos. Não lhes dão atenção e, para compensar, também não lhes dão educação! Tem piada! Deviam saber equilibrar as coisas. Imaginem só que, aqui uns dias atrás, estava eu na praia quando, de repente, vejo um miudinho a atirar manadas de areia à mãe, ela no seu “amor de mãe” ria-se. Que feliz que estava…Por estar com os olhos cheios de areia! Não me espantará daqui a uns anos que este mesmo miudinho esteja a bater à mãe. Será que ela se vai rir nessa altura? Dantes não era nada disto, as crianças tinham educação e respeitavam os seus pais. Depois, há também a falta de civismo crescente. Um dia, vou eu a caminhar pela rua, e pimba!, fico com o pé preso ao chão. Que lindo! Uma pastilha elástica! Será que não há caixotes do lixo? Ou será que as pessoas perderam o sentido do que é ou não correcto?
Não nos podemos esquecer, também, do egoísmo das pessoas. Hoje em dia, as pessoas têm uma certa dificuldade em pensar nos outros. Querem as coisas sempre à sua maneira. É como se fosse uma cegueira geral em que cada um só se vê a si próprio. Terá isto cura? Estes são apenas alguns dos sintomas, e nem todas as pessoas os apresentam.
Não nos estaremos a esquecer do passado? Passado esse em que não havia estes sintomas, pelo menos, não nestas proporções? Será que, ao esquecer o passado, não estaremos a estragar o futuro? Será que comentários como “o povo português é tão amável e acolhedor” vão desaparecer no futuro? Temos uma doença. A questão é: haverá cura?


Bárbara 11ºB
11/05/08

domingo, 11 de maio de 2008

Que valores?!...



Um país tão belo, uma sociedade tão ingrata.
Esta é a minha visão em relação ao que se vive em Portugal, actualmente. Passo a explicar: neste País perdeu-se, penso, o orgulho em ser Português. Dizer “Eu sou Português” é, agora, para uma larga maioria, motivo de vergonha e não algo que se diga com prazer. As justificações para tal são, normalmente, problemas a nível profissional, a “sobrevivência” cada vez mais difícil no que concerne à parte financeira e muitas outras contrariedades, esquecendo que o mesmo se passa em vários países por esse Mundo fora, inclusive, com mais gravidade.
Falta sentido permanente de patriotismo aos portugueses, não basta tê-lo quando a Selecção participa em Europeus e Mundiais de Futebol. É tempo de perceber que esta mentalidade pessimista, a que se junta uma atitude de, eu diria, desprezo em relação ao nosso País, faz com que Portugal seja ainda mais pequeno do que já é em termos geográficos. Portugal é tão mais pequeno quanto mais “pequena” for a mentalidade dos portugueses. Obviamente, eu entendo que se preze, por exemplo, ter uma situação financeira estável, mas é, para mim, chocante a extrema afeição a bens materiais instalada, hoje, na sociedade, em detrimento dos valores morais e familiares. Com certeza, já por várias vezes este problema foi referido, sendo do conhecimento comum, mas talvez seja demasiado complexo para que possa ser solucionado.
Contudo, felizmente, também consigo descobrir aspectos positivos na sociedade Portuguesa actual. Aponto, sobretudo, dois: um deles, a generosidade, bem visível numa recente campanha de recolha de géneros alimentícios, à qual os portugueses aderiram em massa; outro, a hospitalidade, da qual são testemunhas os inúmeros cidadãos estrangeiros que visitam Portugal, aliás, sempre elogiosos no que diz respeito a esse aspecto.
Em jeito de conclusão, devo dizer que me entristece esta realidade portuguesa, num mundo onde já não são muito comuns valores como sinceridade, honestidade e fraternidade. Eu, talvez fruto de uma ingenuidade própria da idade, continuarei a acreditar que o povo português pode mudar e tornar-se um acérrimo defensor da sua PÁTRIA.



Filipe Silva 11ºE


Texto ainda não editado pela professora



Texto ainda não editado pela professora

Portugal em vias-de-extinção?




Pessoas e pessoas que estão hoje no Mundo do trabalho, ou da escola, e até da reforma, se queixam da inutilidade do presente. São pessoas que vivem numa realidade ingrata, que se debatem todos os dias com o problema do emprego, com o problema dos salários, com o problema das reformas, não são especulações, são factos!
É este o presente, é este o mundo assustador que preocupa milhões de Portugueses todos os dias e é este, se não pior, o futuro das gerações que se seguem!
Deparamo-nos constantemente com a subida de preços, com a subida dos impostos, com as exigências vastas, a verdade é que tudo nos impõe, mas... e dar?! Dar, ninguém dá nada! É triste, é assustador, é revoltante! Vivemos num país onde o pobre ficará cada vez mais pobre e o rico cada vez mais rico, parece até que nos encontramos novamente numa sociedade de classes, onde o "povo" luta para sobreviver e a "nobreza" vive da luta do "povo"!
Nós, estudantes, vivemos sem a certeza do futuro. Estudamos todos os dias, vamos à escola e cumprimos regras que nos são impostas, toleramos médias que nos dificultam a entrada na faculdade, "engolimos" aulas de substituição, suportamos, ainda, reprovar porque estamos doentes durante um mês, são greves inúteis, são críticas em vão, mas tudo suportamos com um único objectivo: tirar um curso superior!
As Universidades enchem-se, diplomas existem aí aos montes, são professores a trabalhar nas obras, são jornalistas a limpar escadas, são advogados a engraxar sapatos, são mais de meio milhão de desempregados a lutar contra o que parece não ter solução! Pedem filhos [?], e é esta a triste realidade que lhes querem mostrar!
As pessoas começam a desistir de viver em Portugal, não existem condições, não existem meios que garantam o futuro das gerações vindouras, a dita democracia que vivemos 34 anos não dá voz ao povo, encontramos políticos que nos tratam "estupidamente", deputados que adormecem em plena Assembleia da República: uma verdadeira comédia de interesses!
Já ninguém tem a certeza do que se passa com os políticos deste país que passam a vida a discutir aeroportos, pontes e tgv's, a única certeza que temos é que, o veridicamente urgente, eles não discutem!
Mas que Portugal é este? Que realidade é esta?
Ninguém é capaz de pôr um ponto final nesta crise, será que não existe solução?
Em pleno século XXI, é "isto" que temos para dar aos nossos filhos, uma vida "escrava" onde cada vez mais se lutará exclusivamente pela sobrevivência? Portugal está na cauda da Europa, só é conhecido lá fora pelo futebol e por algumas bandas de música! A verdade é que nada nos prende a um país que não tem nada de positivo e significativo para nos dar. Os jovens começam a fazer planos para viver no estrangeiro pois preferem não alimentar ilusões!
A culpa é de todos, das mentalidades retrógadas, das políticas (anti-)democratas, mas sobretudo das pessoas que se julgam incapazes de tomar uma atitude "drástica", pois o que deveria existir, era a força dos povos antepassados que se uniam pelos seus objectivos e conseguiam milagres, faziam-se revoluções e, "num abrir e fechar de olhos", fazia-se o país tremer, sem interesses particulares ou obscuros, mas antes, objectivos comuns a todos! Era a força do povo, um povo unido, que não tinha outra solução se não lutar!
Hoje!? Hoje, deparamo-nos com uma evolução que se esperava firme, mas que, antes pelo contrário, sofre retrocessos!
Somos suspeitos de termos tudo, mas futuramente em Portugal seremos vítimas de não termos nada.
Será Portugal, um país em vias-de-extinção?
Adivinhar é impossível, mas sinceramente, espero não estar aqui para saber a resposta a esta "tal" questão!


Camila 11ºE

Querido Diário...


26 de Março de 2008


Querido Diário:

Hoje é dia de Páscoa. Levantei-me de manhã, por volta das 8 horas, para ajudar a minha mãe e a minha avó.
A cozinha estava cheia de doces e petiscos e na banca já estava o cabrito pronto para ir ao forno. A sala estava limpa, arrumada, cheia de velinhas e bem perfumada. As mulheres estavam apressadas em ter tudo pronto para quando chegasse a Cruz.
No meio daquela agitação matinal, a minha mente começou a divagar em pensamentos. Toda aquela comida que matava a fome a algumas famílias, estava ali, à espera dos padres que vinham celebrar a ressurreição de Cristo, os mesmos que, depois de fazerem votos de pobreza, se dão a estes luxos. Fiquei a pensar naquilo…
Quando a campaínha foi tocada pelos senhores de Cristo, já eram 10horas e meia da manhã. Os padres entraram. A acompanhá-los vinha um jovem com um caderno de capa vermelha, parecida com a da Bíblia. O caderno continha as moradas de quem tinha pago para ter a bênção em sua casa, e mais uma vez eu pensei, “pagar para ter a bênção? Pagar para Cristo entrar nas nossas casas? Mas Cristo, Jesus Cristo, não é omnipotente? omnipresente?” Mais uma vez, fiquei a divagar naquilo…
Como é possível, havendo milhões de pessoas a morrer à fome, a Igreja, a Santa Igreja, que é a instituição mais rica do mundo, não fazer nada? Não dar, em nome de Deus, comida a quem dela precisa?

Adeus querido diário.


Ana Catarina, 11ºE

Acostumados


A Sra. Francisca da Silva habita na Fonte de Baixo, típico bairro lusitano, soalheiro durante o dia e pacato e silencioso desde o adormecer do sol. Esposa de Custódio Sousa e progenitora de oito crias, sendo seis valentes homens e duas mulheres. A dona Francisca é assídua na paróquia e pontual “à sagrada missinha das sete” e, possui, tal como todas as ancestrais fêmeas da sua família um bom fogão de lenha à antiga. Neste, orgulha-se de preparar todos os dias da semana a comidinha tradicional para os seus santos filhos. É uma mãe extremosa, de facto. Trigueira e boa mulher só quer é olhar pela vidinha dela e que Deus a ampare.
***
E foi assim que retratei a dona Francisca quando ia almoçar à minha avó, também moradora da Fonte de Baixo. Encarava-a como uma santa mulher e, elevava-a a este patamar pois achava os seus feitos divinos. Espantava-me a dedicação desta ao cozinhar diariamente e alimentar oito bocas, sem contabilizar seus netos. Alegrava-me ver todo aquele panorama familiar tão rotineiro e feliz, realmente só comparável aos da televisão. E todo este meu deslumbramento pela D. Francisca da Silva durou até ao dia em que a avó rompeu pela casa exaltada e furiosa, derrubando todas as coisas inanimadas e rogando pragas a D. Francisca, ao mesmo tempo que pedia ajuda às alminhas e invocava o nome de todos os santos padroeiros.
Eis o que se havia passado, a avó era cliente habitual e certa da mercearia do Sr. Custódio e da D. Francisca. Tinha por hábito fazer as suas compras e pagar no final do mês. O Sr. Custódio apontava no seu caderno as despesas e, no findar do mês lá se faziam as contas. Ora havia chegado justamente o fim do mês e a avó, como mulher séria que o é, fora à mercearia pagar as suas dívidas. Foi quando se deparou com um valor elevadíssimo, o qual ela não podia saldar. Pediu justificações à sua comadre Francisca que se mostrou indignada ao se aperceber da desconfiança da avó. E foi uma peixaria de tal ordem lá no bairro que até os peixinhos do rio Cávado desataram numa correria para só parar nas águas calmas de Esposende.
E, fora entre soluços, lágrimas, brandos e vocativos da minha avó, que eu me apercebera do lado obscuro, sombrio e obtuso da vida da dona Francisca da Silva. Era tudo como um bonito romance ao qual faltavam os singelos e verdadeiros capítulos quotidianos. O véu caiu, e ali ficou a imagem nua/real daquela mulher/deusa que roubava os clientes, elaborava e discutia histórias da vida dos outros, as coscuvilhices. Aquela mãe extremosa que cozinhava para os seus filhos, achando-se assim no direito de criticar, a ponto de dissipar os matrimónios. Esta fêmea animalesca que usava invocar o nome do Supremo para eufemizar e lavar seus pecados.
Confesso que todo este turbilhão de personalidades e carácter me deixou confusa, parei e revelei-me apática por instantes. Nesse momento, iluminou-me o foco de relações que coexistem, não só no bairro da Fonte de Baixo, mas que se expandem por todo o território português.
É de notar que Portugal está atrasado economicamente, apresenta altas taxas de envelhecimento da população, alarma graves falhas na educação e está privado de um bom sistema judicial. E toda esta situação porque Portugal vive numa constante analepse.
A familiaridade com o mar, os descobrimentos, as batalhas bem sucedidas e o prestígio inigualável continuam a iludir os portugueses numa hipnose contínua de que Portugal é a mesma terra que terá sido outrora. É-nos sistemático e característico o adiamento dos problemas. Afinal, cremos nós, enquanto o brilho do ouro ainda reluzir nas nossas pupilas, podemos continuar a comprar tudo feito e a importar todo o luxo digno desta terra lusa.
É vital para o desenvolvimento de Portugal o alargamento de horizontes e, quando digo horizontes, estou também a referir-me à própria abertura da nossa mente. É altura deste revestimento beato cair, pois quer sejamos católicos, judeus ou budistas, somo-lo em todo o Mundo. É-nos pejorativa esta religiosidade extrema que achamos ser comprovada através de romarias, procissões ou mesmo festas paroquianas. E igualmente pecaminosos são esses padres varões que tilintam o dinheiro dos fiéis nos seus bolsos. Rolamos assim, num ciclo sem terminação onde a corrupção é arbitrária e exponencial. A meu ver, reflectir sobre assunto já não é remédio, pensar não leva a resultados concretos e divagar é ausente de soluções. A terra implora-nos que ergamos convicções e sigamos por um trilho vitorioso, traduzindo por miúdos: vamos devolver a este prodígio fértil e ameno toda a vida dançante que efervescemos.
Ergamos o avô da poltrona, expulsemos a avó do tanque e revolucionemos com estes guerreiros adormecidos um 25 de Abril que reorganize ideais, extinga corrupções e que, essencialmente, “tranque” estrangeirismos, beatices e políticas desorganizadas. Libertando, deste modo, uma recém alma lusa.



Mariana Lomba, 11ºE

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A Verdade Inconveniente



Será que ainda nos podemos chamar de portugueses? Todos os nossos valores, costumes e tradições têm-se aglomerado como uma bola de pêlo, sendo expelidos pelos portugueses como se deles não fizessem parte. Não quero estar a referir nomes, mas a culpa disto tudo é das bandas de cera ultra-suaves.

Todo o português, na sua estabilidade social e tradicional, tem as suas tardes de domingo ocupadas com os festivais folclóricos, em que participa o folclore onde dança a sua filha, guincha a sua mulher e segura na bandeira o seu filho. No recinto junto ao palco onde irá realizar-se o festival, estão todos os espectadores prontos para verem entrar os seus ídolos. Contudo, é também habitual, no banco de pedra mais longe do palco, estar as visa-avós (nome que lhes é dado por funcionarem como cartões de crédito para os netos) sentadas a discutir de quem seria a missa de trigésimo dia que se iria realizar na terça-feira (que eu aposto que era do senhor Clementino da Serralharia que morreu atropelado por uma bicicleta).
Todo este ambiente era habitual até ao dia em que, surpresa das surpresas, o banco jamais sentado por qualquer outra pessoa que não as visa-avós, estava vazio. Onde estão as velhas? Perguntavam as pessoas todas preocupadas. Foi aí que começaram as buscas intensivas pelos 20m2 de romaria, e só quando entraram no tasco do Hernâni é que se pôde constatar com as 6 mature women a ver tardes da Júlia que, por incrível que pareça, este domingo havia um episódio especial. Todos ficaram de boca aberta, mostrando os seus 32 dentes definitivos, quando viram todas aquelas senhoras sem um pelo branquinho dos seus anteriores buços, todas com um rosto que parecia pele de rabinho de bebé. Mas o que é isto? Portugal está perdido! A sua característica mais conhecida mundialmente foi meramente pelos égouts.
A vontade de viver em Portugal está a escassear em mim. Todos os costumes que eu admirava estão a desaparecer. Outro dia apareceu nas notícias um senhor que estava no aeroporto Sá Carneiro sem o seu garrafão de vinho das Quintas do Douro, deu também que descobriram uma casa de banho pública limpa e um arroz de cabidela sem sangue. Mas onde iremos parar? Não são as alterações climáticas que vão acabar com o mundo, é a perda de tradições. Isto sim é uma verdade inconveniente! Pouco a pouco podemos dizer au revoir a Portugal. Pouco falta para quebrarmos outra tradição e aparecer um político honesto em Portugal.

Será possível Portugal perder todos estes costumes e tradições impunemente? Hum, não me cheira.



Luís Loureiro, 11º B