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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Manifesto Anti-Touradas por Francisco Belo




 
MAIS TOURADAS NÃO!!
MAIS TORTURA NÃO!!
As touradas são estúpidas!
As touradas não servem para nada!
Quem vive das touradas não tem compaixão nenhuma!
Abaixo as touradas PIM!

Por que é que as touradas existem?
Para magoar os pobres animais? Talvez sirvam para entreter as multidões que se amontoam para os ver sofrendo nas arenas! E, agora, eu pergunto: “E se fossem pessoas vossas conhecidas nos papeis dos ditos cujos touros? Qual seria a vossa opinião em relação ao assunto?”
Se as touradas são um ato de poder, então eu prefiro ser minúsculo, franzino e débil.
Abaixo as touradas PAM!

Eventos imorais nos quais pessoas se divertem de uma maneira tão estúpida e cruel!
As touradas metem-me asco, são a prova da decadência mental das pessoas!
As touradas são como um banquete para aqueles cujo apetite é sangue, para aqueles que vivem do medo e da dor de outros. Ver os pobres animais sem meios para se defenderem perante um cavaleiro experiente montado no seu cavalo.
 ONDE ESTÁ A JUSTIÇA NESTE DUELO DE INJUSTIÇA?
Onde está a vossa dignidade?
Quem gosta de touradas é insensível, tem um gosto por sangue e é cruel!
Estes atos animalescos são das coisas mais podres da nossa sociedade, são atos de uma irracionalidade tremenda, são a base da demência intelectual e sentimental.
Abaixo as touradas, PUM!!

Francisco Belo, 12ºC

Manifesto Anti-Sermões por Marta Ribeiro



 
Basta pim basta!
Sermões? Juro que não percebo aqueles pais que perdem tempo a dar sermões aos filhos e porquê? Porque, claramente, na idade deles vai entrar por um a cem e sair por outro a duzentos pum.

Basta sermões, basta.
Não é mais fácil castigar?
Chega de gastar saliva e moer o juízo aos filhos, chega!
Ou será que os pais pensam que estão a fazer um sermão igual ao do santo António? É que, se assim for, desistam, que mesmo o santo desistiu e pregou aos peixes. E os pais, vão pregar a quem? Às paredes?

Sermões não resultam.
Sermões são treta.
Pronto, mas não podemos censurá- los por acreditarem que um conjunto de palavras vai mudar aquilo que os filhos pensam, até porque, na maior parte dos casos, os filhos fazem ouvidos moucos.

O sermão já não se usa .
O sermão é pior que queijo.
O sermão é pior que filmes de terror.
Abaixo o sermão abaixo!
Se pensam que o sermão é solução ele é o problema, se pensam que ajuda só estraga!
O sermão é in sólido! 
O sermão não presta!
Pum !

Marta Ribeiro, 12C

Manifesto anti-Racismo por Cláudio Pereira






Basta de Racismo!
Basta! Pum! Basta!

Chega de raças ou grupos sociais que se acham superiores a outros! Chega de favoritismos entre etnias distintas! Chega de viver submisso a “grandes senhores”, por questões de dinheiro! Por que não haver igualdade entre todos?! Por que não viver num mundo em que todos têm os mesmos direitos?! 

Basta de preconceitos!
Basta! Pum! Basta!

As pessoas que rebaixam os outros por interesse, ou mesmo por gozo, só por pensarem ser grandes, são, no fundo, idiotas que não passam de miúdos, miúdos mimados sem respeito pelos outros! São pessoas que não sabem viver em conjunto, que não deviam viver em conjunto com ninguém! Pessoas dessas, se é que se pode chamar de pessoas, deviam era viver isoladas, isoladas de todo o mundo! Podiam sim, estar juntas com todos os outros que discriminam o resto! E, aí sim, aí podiam discriminar-se entre eles.
Abaixo a discriminação!
Basta de pessoas que promovem desigualdades!
Basta!

Por que não viver sem discriminação?!
Morram racistas! Morram!
Pois uma sociedade com racistas não é uma sociedade, é uma bomba prestes a rebentar.
Basta! Pum! BASTA!


Cláudio Pereira, 12ºD

Manifesto Anti-Parasitas Sociais por Diogo Bogas




 

A criação de uma geração de parasitas

O parasita social é uma espécie que se tem expandido, suga a sociedade na qual se hospeda, explora-a e vive à sua custa, beneficia-se dela e enfraquece-a, enquanto extrai e se apodera dos seus bens, somente em proveito próprio.
Este verme, ganancioso e inútil, fútil e preguiçoso, burro e ignorante, sente o prazer de humilhar as pessoas, culpando-o das merdas que faz, assumindo os créditos por qualquer trabalho bem feito que faça.
Morram, vermes, Morram! Pum!
Um dos grandes problemas da nossa sociedade é não saber qual o seu papel, para ajudar o país e o mundo. Muita gente culpa os políticos da situação económica que o nosso país está a passar, mas estes não são, de todo, o único problema da nossa nação.
Os políticos são burros, intriguistas.
Os políticos são labregos.
Os políticos tentam e não tentam cumprir as suas funções.
Os políticos não são.
Só pensam no dinheiro e na fama! São, literalmente, como bois! Só sabem pastar! São uns grandes lambe botas!
Morram, sanguessugas de um coito, morram! PIM!
O povo tem de tomar uma atitude: deixar de ser ingénuo! Charlatão! Desbocado! Estúpido! Deixar de se lamentar e fazer alguma coisa! Há muitas pessoas que se queixam que ”Não há trabalho ”, mas também não o procuram.
Vão se feder!
 Pensam que são mais que os outros, mas não passam de uns carapaus de corrida, que preferem ficar na fila da segurança social para pedir subsídios e bolsas e outras coisas, em vez de arranjarem um trabalho, propriamente dito!
Estas pulgas deviam levar uma fisgada nos olhos. Pô-las a andar à roda numa lata com cuspe de velho! Para ver se atinam.
Morram, desengonçados, Morram! PAM!
Depois, há aqueles que fazem de emplastro e se colam a outros para ver se sobem na vida! Aquelas pessoas que se aproveitam dos outros, para atingir os seus objectivos são como imbecis, crápulas e cornos, que não têm mais nada para fazer!
Morram, cobardes, Morram!
Todos temos limites e limitações! Basta de impostores!
 De bestas-quadradas!
Basta! Basta! Basta!


Diogo Bogas, 12º D




Manifesto Anti-Perfecionismo por José Alexandre




            Quando foi proposto um manifesto veio-me à cabeça vários temas e pessoas para criticar mas um manifesto deve servir não só para criticar mas sobretudo para tentar mudar o que está errado. No entanto, antes de tentar mudar o que está de errado com os outros, deveria fazer uma autorreflexão. Apesar de eu não levar ao extremo este defeito, inicio, pois, o Manifesto Anti-Perfecionismo por José Alexandre:




*


BASTA PUM BASTA!

É inexplicável o ridículo que é nunca estar satisfeito com o trabalho pessoal, viver a vida de braços cruzados à espera de que algo aconteça e melhore o que somos, pensamos e fazemos.
A constante procura da perfeição impede o progresso!
Estar à espera da inspiração “chave” leva ao apodrecimento intelectual de um ser.
Que morra esse ser iludido,
Que seja intelectualmente torturado até aparecer a cura temporária.
Fim à procura eterna da perfeição individual que nunca se irá manifestar!

Ser perfecionista é estar preso, é ser estático! É não evoluir, viver numa caverna e ignorar a luz que se tenta manifestar!
É viver frustrado por não conseguir o impossível e ser consumido pela fúria e sentimento de incompletude.
É a ilusão de que é possível atingir o divino.

Estar à espera do momento certo para realizar uma ação não é procurar a perfeição, é ser imperfeito e mostrar medo de progredir, acabando por estagnar.

E, mesmo estando sempre a bater na mesma tecla, ninguém muda. Todos, incluindo eu, preferem continuar num estado de incerteza, porque, de certa forma, é mais confortável do que enfrentar o que está à frente, por muito que prometa felicidade, completude e despreocupação.
Estupidez!






*Desenho “Living in Your Head” por Öyster



José Corte-Real Franqueira, 12º G